🎶Staaaaay, why don’t you staaaaaaaay…🎶🎤

Essa música gruda na cabeça da pessoa num grau, que faz mais ou menos duas semanas que eu tô cantarolando ela pelos cantos. Essa é a música de abertura da novela Sturm der Liebe, que por acaso vem a ser a única que estou acompanhando ultimamente (as daqui do Brasil eu vejo um episódio ou outro, mas fico sabendo do que tá rolando basicamente pelos tweets dos coleguinhas).

(Aí, a música completa, da Curly)

Talvez para você que está lendo esse post a música não seja tão grudenta assim; mas vai ouvir isso todo santo dia!

E como eu me sinto por ser a única pessoa a assistir a essa novela.

Tudo começou durante o meu período de intercâmbio na Alemanha. Quando eu não estava na rua, geralmente eu estava vendo televisão, que foi uma das minhas estratégias para melhorar a compreensão auditiva. Mais ou menos na hora em que eu ia jantar, estava passando uma reprise de Verbotene Liebe e logo depois começava Sturm der Liebe. Depois de comer, eu ia pra frente da TV, pegava o caderninho e anotava tudo o que eu estava entendendo. E se tinha alguma palavra cujo significado eu não conhecesse, partiu dicionário!

Eu gostava particularmente de Sturm der Liebe, talvez porque fosse a única que eu visse o capítulo na íntegra. Tinha uma protagonista negra, a Samia (Dominique Siassia), uma trama sem muito pra-que-isso, e tudo acontecendo nos entornos de um hotel chamado Fürstenhof. O hotel é o cenário principal, os shots de transição de uma cena para a outra parece uma sequência de papel de parede do Windows (ou seja, tudo muito lindinho e natureza), me peguei viciada na novela!

Eis que voltei para o Brasil. E aqui fica meio complicado de manter a fluência adquirida no idioma, por motivos de falta de falantes na minha área. Ou seja, para não enferrujar o alemão de novo, eu teria de me mexer, e me muni de tudo quanto me estava disponível. Fui atrás dos episódios de Sturm der Liebe no YouTube e encontrei o canal oficial. Mas os protagonistas eram esses:

Sebastian Fischer (Viktor), Larissa Marolt (Alicia) e Dieter Bach (Cristoph).

“Cadê a Samia? A temporada anterior já acabou?” Eu me perguntava. Como a temporada de Alicia, Viktor e Christoph é a 14a (a novela está no ar desde 2005, novela lá na Europa é tipo Malhação aqui, com dezenas de temporadas), presumi que a temporada que eu via quando estava lá era a 13a.

Apois. Era a TERCEIRA!

Enfim, comecei a ver quase que diariamente os capítulos dessa temporada e tô curtindo. A história dessa temporada é basicamente a seguinte: Alicia é médica, noiva do Christoph, que é pai do Viktor, que é apaixonado pela noiva do pai. Christoph é sobrinho do Werner (Dirk Galuba), dono do Fürstenhof (logo, um dos que está desde o primeiro episódio).

E tá rolando um “quem matou” maravilhoso nesses capítulos!

Uma alma sebosa lá da lista de personagens, chamada Beatrice Stahl, foi assassinada no Fürstenhof e já passou um bocado de suspeitos. O pobre do Boris (Florian Frowein), o outro filho do Christoph foi suspeito, depois um guri, depois o Viktor, até que o público descobre que a assassina é a Susan (Marion Mitterhammer), que é arriada os quatro pneus e o estepe pelo Werner e faz qualquer negócio para ficar com ele – que, a propósito, é casado com a Charlotte (Mona Seefried), que acabou sendo presa pelo homicídio e tá lá, cumprindo pena e se correspondendo com seu amado por cartas…

susan-sdl.jpg

Olha ela aí. E ainda achei muito a cara da Lucille, uma personagem que criei para À imagem e semelhança, uma webnovela que publiquei lá no Orkut, no ano da graça de 2007.

Dei essa volta todinha só pra explicar a espinha dorsal do enredo que, como vocês podem ver, não tem nada de novo (e como provavelmente só eu assisto por essas bandas, posso dar spoiler à vontade). Mas tem personagens carismáticos e agora que consigo entender cerca de 85% da novela, acho o texto bem feito.

Esses últimos dois dias fiquei bem mais empolgada, porque estavam na cara do gol para descobrir que Susan matou Beatrice. Primeiro ela armou para fazer com que Werner pensasse que eles haviam dormido juntos quando ele tava virado na cachaça. Depois, tacou fogo em uma carta que ele havia escrito para Charlotte (a foto aí em cima) e ele ficou tão p da vida (e o mundo em volta da ferida) que bloqueou a mulher da vida (ela tentava falar com ele e ele passava direto como se não visse ninguém, o que muito me lembrou o final de White Christmas, do Black Mirror).

black-mirror.jpg

(bem isso)

O que ela faz?

Escreve uma carta para o filho confessando que matou Frau Stahl, sai do Fürstenhof e…

Tenta o suicídio.

Mas sobrevivendo, ela resolve dar sumiço a sua confissão, rasgando a carta e jogando no lixo do hospital.

Mas não contava com a astúcia do Viktor!

“Ich habe Frau Stahl getötet” = “Eu matei a Sra. Stahl.”

O cara pegou um lápis e conseguiu revelar a marca que tinha ficado no bloco de papel! Como eu nunca tinha visto isso na TV antes, achei genial a saída para a Susan se lascar assim mesmo.

Se bem que ela não é a única personagem que já conquistou meu desafeto e quero que mais é que se exploda: tem a Jessica (Isabell Ege) também, mulherzinha cretina!

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Mulherzinha chata e inconveniente essa Jessica, digo logo. Quando tem casal no maior clima, ela vai e aparece para morgar os papos. Torcendo pra Tina (Christin Balogh) e Romy (Desirée von Delft) varrerem ela do apartamento.

Como nada é perfeito, tem umas cenas meio desnecessárias, tipo uma do Viktor fazendo coreografia com o cavalo, que mais parecia um comercial exibido no Canal do Boi. Mas tirando essas coisas, tô gostando muito (e tem até uns colírios pra gente ser feliz, hahaha)

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Colírios.jpg

Peguei essas fotos do site da Das Erste (emissora na qual a novela é exibida) só pra vocês terem uma noção dos gatinhos. Não tive tempo de tirar prints das cenas em que eles aparecem descamisados. 😛

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Sobre Porto Seguro e o que encontrei pelo caminho

Eu não estava com muitas expectativas sobre a cidade, para ser bem honesta. Minha única expectativa era pela piscina, porque grande é o calor; por fazer meu treino de corrida em um lugar diferente e passar uns dias, ainda que parcialmente, sem internet.

Foi assim que peguei os poucos dias de recesso que tive e fui com meus pais para Porto Seguro, na Bahia, com algumas pausas no caminho para visitar os parentes.

Cheguei no meu limite de distância para viagens de carro. Na verdade, ultrapassei um pouco: sul da Bahia só de avião agora, meus amigos, que eu não tô pagando promessa.

Mas, apesar de, a gente encontra coisas interessantes pelo caminho, que valem a pena a estrada super longa (penso no pessoal que vai pro Rio de Janeiro de ônibus… infelizmente não dá pra mim!): meio que desisti de acompanhar estações de rádio nas diferentes cidades, mas observar as placas substituiu esse hobby viajante.

Encontrei três dignas de nota:

Humildes (salvo engano, é distrito de Feira de Santana, e tem um rio com esse nome);

Afligidos;

Amargosa.

Ah, e uma cidade chamada Gandu, que só vimos um pedacinho. Pedacinho muito bacana, a propósito .

Num caminho longo desses, a gente faz algumas paradas em postos de gasolina, para abastecer o carro obviamente, comprar lanchinhos e usar o banheiro. Felizmente, encontrei alguns banheiros de posto bem organizados e limpinhos, dignos do Selo Banheiro de Posto de Arcoverde de Qualidade – um posto em Arcoverde, aqui em PE, tem um banheiro considerado o melhor do Brasil; e os que encontrei na estrada nessa última viagem, embora não estejam exatamente no mesmo nível por um detalhe ou outro, estão quase lá!

Tem o posto Embira, em Cruz das Almas; o posto Desejo, cuja localização exata não anotei (sorry!) e o posto União, em Itagimirim. Então se você que está lendo isso estiver eventualmente rodando por estradas baianas, aí estão as dicas de banheiros limpinhos em postos de gasosa. 🙂

O que não tem muito, infelizmente, é loja de conveniência. Pelo menos quando a gente precisou, não aparecia um!

Tenho uma certa dificuldade para dormir em carros, ônibus ou aviões; mas dessa vez acabei sucumbindo ao cochilo em alguns momentos. Mas isso não impediu que eu chegasse a Porto Seguro extremamente cansada, estressada e achando tudo feio e zoado.

(Essa foto foi do sábado, dia um pouco mais tranquilo)

Tivemos dificuldade de achar o hotel, dificuldade para circular no trânsito da orla; e a cada metro andado eu pensava “Porto por Porto, prefiro o de Galinhas!”

(De dia, tranquilidade. Do fim de tarde pra lá, é complicado se você estiver de carro. Pegue um ônibus!)

No segundo dia as coisas melhoraram um pouco: a impressão ruim que eu tive começou a se desfazer, embora ainda não estivesse 100%. Fiz amizade com uma família argentina que estava hospedada no mesmo hotel que eu – oba, botei meu espanhol pra jogo! Comprei alguns badulaques (pouca coisa, tipo um colarzinho com uma pedra da lua) e não achei um cartão postal pra minha coleção.

O que tem de interessante por lá:

O Memorial da Epopéia do Descobrimento: empreendimento de iniciativa privada, contém um bosque, salão com imagens relativas às expedições dos navegadores; réplica de oca indígena com diversos utensílios e a reprodução de uma nau, onde podemos entrar durante a visita.

Coroa Vermelha, em Santa Cruz Cabrália: foi na praia da Coroa Vermelha que foi rezada a primeira missa pelos portugueses (o local é marcado com uma cruz, uma espécie de marco zero, digamos assim). Lá também encontramos comunidades indígenas (infelizmente não deu tempo de ir) e uma área comercial bem mais organizada que a do centro de Porto Seguro.

(Também foi lá em Coroa Vermelha que tive uma mini crise de ansiedade, coisa que não tinha desde Abril – comparada com a de Abril, foi nano. Bem, o importante é que sobrevivi!)

Arraial d’Ajuda: para chegar lá, pegamos uma balsa. Valeu a pena conhecer a região, que é uma gracinha e me passou uma impressão bucólica. Queria ter ficado mais tempo lá!

(Vista da balsa)

De lá a gente foi para Trancoso, mas…

Ir a Trancoso foi a epopéia: além da lonjura, certamente pegamos um caminho errado que deu numa estrada barrenta – até as plantas estavam cobertas pela poeira avermelhada – com direito até a uns carros abandonados pelo caminho . Cenário de filme de terror (até tenho um roteiro que poderia adaptar para esse cenário). Passamos por todos, todos os resorts tipo Club Med, mas ver o mar que é bom, necas…

Acabamos desistindo e indo embora antes que escurecesse.

Mas tem uma coisa muito massa: uma parte da estrada de Arraial para Trancoso tem depressões, o que deixa a viagem parecendo uma montanha russa. É divertido!

Sobre o treino de corrida: não fiz. Não achei a área convidativa (tem uma pista muito longe de onde estávamos hospedados, e tinha uma galera correndo, mas era praticamente no acostamento). Em compensação, dei umas braçadas na piscina. Sou uma péssima nadadora e no mar não me arrisco, mas até que não fui tão desastrosa dessa vez: consegui ir de um canto a outro da piscina sem parar e sem os pés tocarem o fundo; mas ainda não entro na água dando aqueles saltos maravilhosos: desço uns dois degraus na escadinha e aí sim, splash! Tentei saltar uma vez, dei um mau jeito e o joelho sentiu um pouco, mas já está ótimo.

Um pequeno arrependimento: não ter comprado chocolates artesanais. Passei meio longe do cacau dessa vez, mas eu estava tentando pegar leve no açúcar depois do desbunde das festas de fim de ano (e agora estou doida por um docinho, mas é a TPM, segura!).

Uma coisa boa: não sou fã da culinária baiana, mas azeite de dendê é o bicho! 😋 É o tipo de coisa que só consumo na Bahia mesmo.

Uma coisa chata: vendedor de capeta (drink alcoólico que nunca tomei, mas pelo nome vocês imaginam como seja) me chamando de princesa e querendo me agarrar pelo braço. Se eu não estivesse tão bêbada de sono (primeiro dia…) ele ia levar era um baile.

Se voltarei a Porto Seguro? Talvez, mas não em Janeiro e certamente não vou mais de carro! Aeroporto tá aí pra isso. E a Trancoso, voltaria, mas com guia pra me deixar num resort all inclusive por uma semana. 🤣🤣🤣

Música do dia: “Femme Fatale”, do Velvet Underground

Ontem eu tava dando aquela mazeladinha básica de início de ano (mas fui correr, que em Abril tem prova!) e fui ouvir Velvet Underground, que foi uma das bandas que fez a minha adolescência. Como estou tentando estudar o instrumento todo dia, fui procurar as cifras. Achei e hoje desandei a praticar. Fiquei tão animada que até resolvi gravar um vídeo (já tentei manter canal, mas aparentemente não nasci para ser youtuber, hahah).

Eis aí o resultado: mal enquadrado, sem maquiagem, mas o importante é a música. 😄

Mais uma chance? (sobre o teatro e eu)

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O Teatro e Eu é o nome da autobiografia de Sergio Britto, um dos meus atores favoritos no mundo (queria tanto vê-lo nos palcos, mas infelizmente não foi possível). Mas esse post não é para falar sobre ele, e sim sobre minha relação não só com o teatro, mas com a dramaturgia em geral. 

Quando criança, eu ficava *encenando* Arlequim, servidor de dois amos com as bonecas; e foi basicamente isso que me levou a começar a escrever minhas próprias histórias (além da influência das novelas). Sempre tive uma facilidade para decorar textos (memória de elefante: trabalhamos) e teve um tempo em que eu refazia sozinha cenas de novelas que eu tinha visto no dia anterior (lembro de fazer muito isso com Fascinação, do Walcyr Carrasco, que passava no SBT). 

Fiz peças na igreja, fui a mãe em várias peças da escola. Lembro de ter ganhado uma nota um pouco mais baixa por ter tido uma atuação fraca em uma das peças (cujo texto eu também tinha escrito) e foi o meu primeiro contato com crítica. Só esqueceram de me avisar que isso não queria dizer que eu fosse exatamente ruim. Queria dizer só que eu era uma criança. De toda forma, atuar nunca foi um sonho que eu perseguisse com unhas e dentes. Nunca enchi o saco dos meus pais para me colocar em uma escola de teatro ou me levar para fazer testes. Talvez por achar que não fosse para mim… Pelo contrário: eu queria ser jornalista e entrevistar aquele povo que estava diante das câmeras. Fazer outras personagens era e ainda hoje é, para mim, um hobby, não uma forma de ganhar o pão ou fama. Acho muito bonito ver a forma como tanta gente se dedica ao ofício de ator como um sacerdócio, mas essa não seria eu. 

Mais velha, fazendo o curso de cinema, li um roteiro e um dos professores disse que eu devia atuar. O mesmo foi dito por um colega do curso: eu deveria fazer um curso de atuação. A princípio eu disse não, mas a pulguinha ficou atrás da minha orelha. Depois fiz a Jurema Paraguaçu em Caia na Gandaia (episódios no YouTube) e pude dizer que tive uma experiência. Não sei se vou fazer de novo, mas foi divertido. 

Na verdade, eu quero fazer de novo, dar mais uma chance para encontrar a atriz que existe por aqui. Tem algumas personagens que eu gostaria de fazer: algumas que eu mesma escrevi, algumas criadas por outros. Penso em radionovela também. Gostaria inclusive de ter mais tempo para estudar, participar de oficinas; assim como tenho feito com a música. Mas tudo no seu tempo… 

Isso foi 2017

Teve meditação, aulas de zumba, aulas de violão. Teve eu tocando violão em público pela primeira vez, teve aula de francês e de alemão. Ah, teve a Alemanha, por quem ainda suspiro de saudades e fico escrevendo e vendo fotos só para manter as lembranças daquele mês bem vivinhas na memória. 

Teve o mapa astral que fiz e me deixou extremamente impressionada. Teve amizades feitas e desfeitas. Teve – quase – golpe (não estou falando da política brasileira dessa vez). Teve muito livramento (obrigada, Jesus!). Teve um programa de reabilitação alimentar abandonado, em vias de ser retomado. O estômago não sofreu tanto, ainda bem. 

Teve fim de ciclo, teve recomeço, teve eu quebrando alguns preconceitos de estimação. Teve o buquê que agarrei, a noite que quase não dormi chorando, teve eu aprendendo a não jogar tanto holofote em cima do passado. Ainda é tentador fazer isso: vou passar 2018 treinando não olhar para trás, não ruminar os arrependimentos da vida, as furadas em que meti. E treinando um pouco de piano também. 

Minha única resolução para o ano que vem é continuar. Continuar escrevendo poemas, escrevendo histórias curtas, escrevendo roteiros. Continuar fazendo música. Continuar vencendo os medos e os preconceitos com relação a mim e o que sei/posso fazer; e o que o futuro reserva. Continuar saindo para caminhar todos os dias. Continuar juntando grana para viajar. Enfim, continuar um dia de cada vez. 

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Assistindo: Lady Dynamite, 2ª temporada

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Quando assisti à primeira temporada de Lady Dynamite na Netflix, e comentei aqui no blog, disse que achava que era uma série ‘ame ou deixe’; e até então eu estava amando. Fui com empolgação assistir à segunda temporada assim que ela estreou e o primeiro episódio, para mim, manteve a qualidade da primeira temporada inteira.

Agora Maria (Maria Bamford) tem um relacionamento sério, mora com o namorado Scott (Ólafur Darri Ólafsson)… E está aprendendo a lidar com essa nova fase da vida, com menos crises, mas não totalmente estável, como é de se esperar.

Nessa temporada, ficam mais ressaltadas as questões envolvendo a mãe dela, Marylin (Mary Kay Place) – tem um episódio que é praticamente todo sobre o domínio que a mãe exerce sobre Maria – e obviamente as problemáticas envolvidas em um relacionamento. A propósito, Scott me passou a impressão de ser o ponto de equilíbrio para Maria, com uma família e amigos disfuncionais.

Os flashes do passado de Maria em Duluth permanecem e continuam ótimos. Mas nessa temporada também tem as cenas do futuro, que achei bem chatinhas. Podia ficar só com o passado e o presente, como na temporada anterior.

Ah, e com Bert, o cão de estimação e voz da razão não só de Maria, mas também de Scott!

Lady Dynamite continua muito boa, com tiradas interessantes, muita sátira (inclusive com a própria Netflix) e personagens bem fora da casinha. Passei um momento meio desanimada dela, entre o segundo e o terceiro episódio, mas depois do quarto episódio desisti da ideia de abandoná-la. Seguimos acompanhando!