Álbum (musical) da Copa: Grupo F

Outra dificuldade foi escolher uma música da Alemanha, mas encontrei uma que não é o Norvana, mas une todas as tribos: Heino e Rammstein!

 

A Coreia do Sul ficou conhecida por muita gente por exportar doramas e também pelo K-Pop, que não podia deixar de aparecer aqui na seleção do blog.

 

https://open.spotify.com/embed/track/4kmp56RAtXEzHOANS0BaLX

 

México: Desculpa, povo, mas dessa vez eu *tinha que* colocar RBD dessa vez!

 

A Suécia, como eventuais leitores do blog podem ter imaginado, vem representada pelo ABBA, que marcou muitas vidas… e muitas aulas de inglês…

https://open.spotify.com/embed/track/1zZLRpTzRTqPQ7G7uxYI9Y

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Álbum (musical) da Copa: Grupo E

Quando chega no Brasil, confesso que me dá um tilt, justamente por ser brasileira, penso em pelo menos uma centena de músicas para colocar aqui (a gente tem produtos maravilhosos e também uns desastres universais, claro). Na dúvida…

 

A representante da Costa Rica é a cantora, atriz, apresentadora, Miss Costa Rica 1978… Maribel Guardia (a propósito, naturalizada mexicana)!

https://open.spotify.com/embed/track/4usDgfZXs5BbDPG03W0zDI

 

A Suíça vem com Stefanie Heinzmann… Não é o meu estilo de música favorito, mas adorei a voz dela e eu usaria linda essa música em uma aula.

https://open.spotify.com/embed/track/4UJEzuSOH3QdKUMpKdUP18

(opa, ideia! Partiu preparar plano de aula em 5, 4, 3…)

 

Saša Kovačević é um cantor de pop da Sérvia, muito bonito por sinal, benza Deus!

 

(seguindo no aguardo da escalação da seleção sérvia…)

Álbum (musical) da Copa: Grupo D

Continuando a seleção… Vamos de Argentina, com os maravilhosos do Aca Seca Trio! Quando eu for pra Argentina, já sabem: tenho que vê-los ao vivo (tenho uma lista de destinos de viagem baseada em shows)

A representante da Croácia é Lana Jurčević. Cara, deu vontade de aprender croata, depois que eu tiver com uma base melhor de polonês. A sonoridade é parecida e tals, acho que vou me aventurar!

 

Quanto à Islândia, resisti à ideia de colocar uma música da Bjork e fui atrás de algum músico que eu não conhecesse. E assim chegamos ao Snorri Helgason!

 

Da Nigéria, trago não apenas um mas dois cantores! Tiwa Sawage e Wizkid.

Álbum (musical) da Copa: Grupo C

Vou confessar: não sou muito fã de música francesa. Uma vez, quando comecei a estudar Francês por conta própria pela primeira vez, ganhei de um então colega de trabalho um CD com várias pastas de músicas no idioma. Acho que gostei de umas três ou quatro. Fazer o quê, né?
Entre as poucas cantoras naturais da França com quem simpatizo, está Camille. Também a descobri por intermédio de colegas, e gosto bastante do álbum “Le sac des filles”, de onde saiu a música “Paris”.

https://open.spotify.com/embed/track/0gYBTj6yRspDo8SzngU3HA

E da Dinamarca eu não conhecia nada, mas fui muito com a cara do Rasmus Seebach. Música boa para tocar em festa e achei muito parecida com algumas músicas que ouvi em rádios alemãs. 🙂
Ou vai ver que era ele mesmo cantando e eu não me liguei…

 

https://open.spotify.com/embed/track/2MJ0fPUevrqifFhua3aJ9Y

 

Da Austrália, fui no que já conheço (não só eu como quase todo mundo, né?) Mais fácil não saber que Kylie Minogue é australiana do que não saber pelo menos uma música dela.

https://open.spotify.com/embed/track/6Jg1gZH7l6EY1yH3llun0D

 

Fechando o grupo C, tem o Peru, representado pela cantora Anna Carina.

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Álbum (musical) da Copa: Grupo B

Dando continuidade aos posts com sugestões musicais dos países participantes da Copa do Mundo 2018, hoje trago dicas dos países do Grupo B!

Do Irã vem Arash Labaf, radicado na Suécia. Ele é um dos representantes da Persian Pop Music e a maioria das suas canções é em persa, como Laf Laf, faixa que escolhi para compor a seleção aqui do blog.

Marrocos: a cantora Malika Zarra foi uma das descobertas que mais curti durante as minhas pesquisas! Talvez pelo estilo dela ser voltado para o jazz/world music, que é o que mais tenho ouvido atualmente… Recomendo com força!

https://open.spotify.com/embed/track/5s0v6q5pcC9Tu4Rb35HMap

Portugal: uma das músicas em Português Europeu que eu mais gosto é “Não Há Direito”, d’Os Azeitonas – na verdade essa é a única música que eu conheço da banda até hoje. Mas resolvi buscar um pouco mais e escolhi outra música, de outra banda: “Adeus que me vou embora”, composição de António Variações interpretada pela banda Humanos. Bonita, né?

A propósito: António Variações também foi interpretado por Filipe Catto em seu álbum mais recente – a música chama-se “Canção de Engate”.

Espanha: estava em busca de algo um pouquinho diferente, mas acabei parando em um estilo de música que considero mais tradicional, com a cantora Amparo Sánchez.

https://open.spotify.com/embed/track/1st3fugBvx2YkkoSa2iMuH

 

Até o próximo post! 😉

Álbum (musical) da Copa: Grupo A

Esse ano estou particularmente animada para a Copa do Mundo. Não porque eu goste de futebol, na verdade nunca foi meu esporte favorito, mas quando vi algumas seleções diferentes das que costumamos ver nas últimas edições do Mundial (por exemplo: Tunísia, Nigéria, Polônia…) fiquei animada para acompanhar. Mesmo que o resultado no final seja um tanto previsível, acho que essa edição vai ser legal.

Pensei em comprar o álbum de figurinhas da Copa esse ano, ainda mais quando vi a Ari no ensaio com o álbum dela. Mas quando fui procurar o álbum na banca de figurinhas mais próxima da minha casa, tava em falta. Na Le Biscuit do Costinha, tava em falta também. E assim acabei deixando de lado esse negócio de comprar o álbum, o que representa uma economia massa de dinheiro num momento em que estou precisando mesmo economizar (cuidados com saúde, festa de aniversário e preparação para uma viagem têm drenado minhas economias, podem crer!).

Mas não desisti de fazer algo sobre o assunto, e aí lembrei de um assunto recorrente por aqui: música, minha gente! Resolvi fazer um álbum de músicas dos países que estão na Copa do Mundo e compartilhar aqui no blog: a ideia original era fazer vídeos no canal, o que também vou fazer, mas não agora por pura falta de tempo. Mas ainda bem que é possível escrever, certo?

Pois bem, hoje apresento músicas do Grupo A da Copa do Mundo da Rússia…

… Começando pelo país sede, óbvio!

Eu tinha até pensado em colocar a música do trololo aqui, mas resolvi selecionar uma cantora russa que eu ouvia muito lá por 2007: Natalia Bannova. O estilo dela é bem próximo ao que eu (e creio que muita gente) identifique como música tradicional russa. E as roupas e tudo o mais… Não há muita informação sobre ela na Internet, mas os álbuns dela são fáceis de achar no iTunes e outras plataformas de streaming.

Se com a Rússia eu não precisei fazer muita pesquisa, já não posso dizer o mesmo do Egito

Confesso que bestei: eu devia ter pedido ajuda aos universitários, a.k.a o pessoal do Interpals. Mas enfim, joguei no Google.

(Nota mental: da próxima vez, perguntar para as pessoas que puxarem papo comigo por lá sobre as músicas populares dos países delas)

Voltando à música do Egito: procurei até que achei uma que estava no Spotify pra gente: Helwa Ya Baladi, da cantora Dalida.

Dalida foi uma cantora ítalo-egípcia, que também foi Miss Egito em 1954. Com uma vida pessoal bem conturbada, cometeu suicídio em 3 de Maio de 1987. 💔

Representando a Arábia Saudita, temos Waed, com a música Halaftak.

Waed significa “promessa” em árabe e a cantora, bem conhecida no mundo árabe, começou a se apresentar com apenas 7 anos!

Para terminar com o grupo A, o representante do Uruguai: Jorge Drexler!

(Não conhecia nada do Jorge Drexler além de Al otro lado del río, confesso, mas acho que nasceu um crush aqui… 😍)

Nos próximos posts, continuamos com as músicas dos países da Copa 2018. 😉

Songwriting

Quando criança, lá pelos 9 anos de idade, além de escrever novelas eu também brincava de ter uma girlband, formada pelas minhas cinco Barbies (uma era da Estrela e as outras eram paraguaias mesmo). Para essa girlband, eu também escrevia as músicas! Não era muita coisa, mas dava para dizer que eu tinha produzido um EP, se fosse hoje.

Minhas músicas ficaram limitadas ao quarto, às minhas brincadeiras. Por uma questão de insegurança que toda vida me acompanhou (e agora percebo com clareza o quanto isso é antigo), eu não mostrava para o mundo as minhas criações. De vez em quando, na adolescência, me dava na veneta de escrever umas linhas sobre a vida, sobre o amor, e a vergonha fazia com que tudo fosse parar no fundo da gaveta. Cheguei a fazer algumas canções, mas acabei deixando tudo para lá, com a desculpa de que não era esse meu talento. Escrever música, eu? Não…

Ano passado, depois de um bom tempo sem botar nenhum verso no papel, tive um surto criativo, em parte motivado pela temporada na Alemanha (eu falei que ia render!), e parte pela vida mesmo, a crise dos 30 e tudo o mais. Escrevi, escrevi, escrevi… Algumas coisas coloquei no Medium; outras engavetei mesmo, como as gravações caseiras. Mas outras oportunidades têm surgido e me feito pensar em seguir por esse caminho, apesar do medo e de tudo.

Desde janeiro desse ano, eu toco em um trio, o Raízes. Interpretamos música cristã e em um dos ensaios, surgiu a ideia de eu fazer a letra e as meninas musicarem. Além disso, conheço outros músicos (tem músico na família, gente!) para quem eu poderia perfeitamente dar a letra e eles musicarem também.

Por que não?

Vai que um dia eu não pego uma daquelas músicas da banda de bonecas, faço uma releitura e jogo no mundo?