Santiago sem mapa

Depois de sair dos museus, caí no meio do comércio, movimentadíssimo, com muitos ambulantes inclusive. O primeiro que cruzou meu caminho foi um vendedor de CDs num carrinho que tocava “Que sejas meu universo…” Em espanhol  (para quem tá por fora: música gospel, do PG).

image

O motorista que me trouxe para o hotel tinha contado que haviam muitos orientais, principalmente chineses e coreanos, na cidade. Volta e meia a gente encontra placas bilíngues, como essa.

image

Estátua em frente à Universidade do Chile. É tanta Universidade que até me confundo: tem a do Chile, a de Santiago, a Católica, a Pedro de Valdivia, e por aí vai…

image

Primeira feira de artesanato que visitei, fica próxima à Universidade do Chile. Não é muito grande, mas a gente encontra umas coisa legais lá, souvenirs legais e artigos em couro também.

Andando mais um pouco, sou atraída por um barulho peculiar de apitos e cornetas. Pensei que fosse encontrar uma marcha do outro lado do povão, mas o que encontrei foi isso:

Um jeito bem peculiar de atrair gente para sua loja.

Depois de uma pausa para comer (me joguei no Starbucks mais próximo), me deparei com esta cena.

É um grupo de circo que está viajando pela América Latina fazendo suas apresentações com instrumentos de sopro. Achei bem bacana e divertido, embora não goste de palhaços.

image

Mais um museu! Agora é o de Arte Precolombiana. Aqui passei pouco tempo também.

image

Saindo do museu, me deparo com o Palácio da Justiça!

image

image

image

Monumento em homenagem a Manuel Montt, uma das figuras ilustres da história do Chile, que foi advogado, político, grande incentivador das artes e outras coisas que estão nessa placa (que fica na rua que leva seu nome, em Providencia)

image

O passeio terminou no meio da tarde, com meus pés queimando, sentada em uma das (muitas) praças da Bernardo O’Higgins. Mas só estávamos começando…

E eu disse que não tinha ambulantes no metrô, certo? Certo, mas nessa quinta-feira fui belamente surpreendida por um cantor e violonista que manda muito bem! Tava lá ele tocando quando entro no vagão e ele me começa a tocar Chico César. Depois emenda com Djavan e lá tô eu cantando baixinho em português enquanto ele canta em espanhol. Na hora que ele foi passar o chapéu, não só dei alguns pesos pra ele como aproveitei para parabenizar e dizer de como fiquei contente de ouvi-lo cantar música brasileira. Ganhei um agradecimento em português. 🙂

{continua}

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s