Danish Girl

(um post sobre cinema e outras aleatoriedades)

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(foto do Facebook do filme)

O final da tarde da sexta foi assistindo A garota dinamarquesa, filme de Tom Hooper, com Eddie Redmayne e Alicia Vikander nos papéis principais. Pra quem dormiu no ponto e não sabe do que estamos falando, o filme conta a história de Lili Elbe, que nasceu Einar Weineger e é a primeira mulher trans do mundo a passar pela cirurgia. Eddie Redmayne interpreta Einar / Lili, e Alicia Vikander é Gerda, esposa de Einar.

Entrei no cinema já pensando “Já ganhou! Já ganhou!” para o Redmayne. As chances de levar o Oscar de novo são grandes (desculpa, di Caprio!). Teria sido melhor se uma atriz trans fizesse o papel? Talvez, mas não vou entrar nesse mérito, até porque não entendo dessa área e não vou me arriscar a falar besteiras sobre algo que não domino.

A intérprete de Gerda me surpreendeu positivamente, eu não a conhecia! E, como eu imaginava, chorei em vários momentos da metade para o final. Quem for ver o filme e for emotivo que nem eu, leve uns lencinhos, só para garantir.

A trilha sonora me lembrou um pouco alguma música que já ouvi em algum outro filme (não lembro, talvez nem tenha ouvido de fato, só sei que tem algo de familiar), mas gostei muito!

E tem no Spotify! Vem, gente!

A grande surpresa para mim foi o Sebastian Koch participar do filme como o médico de Dresden que cuida do caso Lili Elbe. Ou seja, Sebastian Koch é o homem, o mito do cinema alemão, além de ser meu ator favorito e crush desde Operação Valkiria (antes da versão com Tom Cruise, houve um telefilme alemão estrelado por Koch)

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Foto da fanpage do Sebastian Koch

Ao sair da sala do Shopping Recife, que de tão espaçosa (sqn) me lembrou o episódio do Chaves em que todos vão ver o filme do Pelé, continuei pensando que sim, A garota dinamarquesa tem boas chances de levar uns prêmios pra casa (melhor ator inclusive).

E teve mais!
1) matei a vontade de tomar chocolate quente, mas tô com a língua queimada. 😕
2) o melhor comentário do começo da noite foi inspirado pelo caso da nomeação dos filhos de Eduardo Campos para cargos de chefia no governo de PE e na prefeitura do Recife: “se lerem nossos nomes de trás pra frente, que nem os discos da Xuxa, vão descobrir a mensagem subliminar que a gente tem Campos no nome.”
3) será que dessa vez consigo ver todos os filmes candidatos ao Oscar antes da cerimônia?
4) será que dessa vez vou ter paciência de ver a cerimônia do Oscar na TV?

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