O nome dela é Jessica… 🎶

(Tirando o nome próprio, o título deste post não tem muito a ver com o assunto.)

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Comecei a ver Jessica Jones por pressão popular, tipo todo mundo tá vendo e é bom ter pelo menos um assunto televisivo em comum com os colegas. Eu sabia o básico da história: Jessica (Krysten Ritter) procura combater um controlador de mentes que destruiu a sua vida e a de mais um monte de gente. Comecei a assistir à série durante um dia de faxina, depois de ver uns cinco ou seis episódios de Grace and Frankie.

(Gosto de cuidar da limpeza ouvindo música ou vendo televisão, me dá mais ânimo.)

Mas como já estava no final da limpeza, acabei não vendo o episódio piloto inteiro. E levei cerca de duas semanas para retomar… Ou seja, quase foi para a minha pilha de abandonados (na qual Narcos repousa há alguns meses). O segundo episódio me fez mudar de ideia.

E fui tranquilinha, vendo um episódio por semana até que acabaram as séries que eu estava acompanhando (a única que está com episódios novos toda semana é Better Call Saul, que enfim consegui pôr em dia) e pensei que ia conseguir maratonar Jessica. Qual o quê! Chegou o sétimo episódio e travei de novo: levei mais ou menos três dias para conseguir terminar, com motivos variando entre falta de tempo e “Senhor, que episódio chato. Que mulher chata essa Jessica. Que uó esse Kilgrave!”

O que me manteve assistindo até agora é que, em alguma medida, a questão dos relacionamentos abusivos (que está presente na história, já que o Kilgrave (David Tennant) manipulou Jessica e Hope (Erin Moriarty), que se envolveram com ele) me chama a atenção. Uma prima minha adora o Kilgrave, enquanto eu só consigo sentir ódio. Não é odinho, é horror mesmo ao cara. O ator é muito bom, indeed!

Meu problema com o episódio 7 foi que achei todo mundo muito idiota, principalmente a protagonista, com a “solução” de se prender em uma penitenciária de segurança máxima para pegar Kilgrave. Eu sei que em uma situação de pressão a gente faz umas besteiras (eu mesma já passei por uma situação abusiva e só depois de livre do relacionamento percebi o quanto ele me manipulada, mas mesmo assim, achei despropositada a ação da personagem). Houve ainda uma cena que achei despropositada no meio de tudo: a participação da mãe da Trish / Patsy Walker (Rachael Taylor). Embora no final do episódio a relação da Trish e da Jessica com a mãe da primeira seja retomada rapidamente, eu achei que poderia ser dedicado um espaço maior para esse plot em outro episódio. Como ainda não cheguei ao final, talvez essa questão volte à tela.

Apesar de não ter gostado do sétimo episódio, não vou abandonar agora. Vou até o final da temporada, para ver o que acontece. E então vou decidir se continuo pra segunda temporada ou mando La Jones para a pilha dos abandonados.

(E já ia esquecendo de dizer: adoro a música da série!)

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3 comentários sobre “O nome dela é Jessica… 🎶

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