Mini-férias rurais (parte 2)

O post anterior é referente ao 12 de Março, e agora vamos às cenas do domingo 13, quando fomos dar umas voltas fora dos limites da fazenda.

A primeira parada foi em uma cachoeira que localiza a mais ou menos 12 quilômetros do Betânia. Não tem um nome, mas isso é o de menos. E também não é um trajeto fácil de seguir sem guia, a não ser que você já seja da área.

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A gente precisa basicamente passar pelo meio dos matos para descobrir essa belezura.

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Não está registrado nas foros que escolhi para este post, mas estava sujo por lá… Alguns visitantes anteriores deixaram para trás lata de pitu e banda de limão espremida. Custava ser um pouco mais cuidadoso quando fosse fazer um picnic, mesmo que sob o efeito de álcool?

Quando chegamos também tinha um grupo se preparando para começar o churrasco. Mas haviam esquecido um pequeno detalhe… suprimentos para fazer fogo! Assim que nos viram, pediram um isqueiro, só que ninguém fuma nessa casa. Depois, cavucando lá e cá, encontraram uma caixa de fósforos lá entre eles mesmos e ficou tudo certo.

Eu não sei nadar, então me banhar na cachoeira foi meio custoso pra mim: tem partes rasas e fundas e, acidentalmente, fui parar num pedaço fundo. Deu um pouco de desespero, mas consegui voltar para o pedaço raso do… Rio? Enfim…

Além da poluição visual, também rolou uma poluiçãozinha sonora, porque a turma do churrasco que não tinha fogo resolveu abrir a mala e botar José Augusto para tocar à toda. Nada contra o cantor, tudo contra gente que abre a mala e solta o som, não importa qual seja a música. Sou do time que respeita as opções sonoras de todo mundo, desde que não me obriguem a ouvir o que não quero. Tirando esses detalhes, é um lugar massa para relaxar.

Saímos de lá para conhecer a cidade, da qual até aquele dia eu só tinha ouvido falar através de uma amiga que ia para lá nos tempos do Ensino Médio com a família. Com vocês, São Benedito do Sul.

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Como era de se esperar, a praça é a principal atração dessa parte da cidade. É aí que rolam os eventos e também a feira, aos sábados.

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Na parte baixa da cidade, encontramos a igreja, a ferrovia desativada e uma tranquilidade ímpar. Lá todo mundo se conhece, o índice de violência é zero, é o cenário ideal para um filme daqueles antigos.

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Saca filme de faroeste? Então…

 

A praça é bonitinha e bem cuidada. Apesar de ser domingo de manhã, não rolava movimento ali.

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Depois de Piranhas/AL, provavelmente essa é a cidade mais pacata que já visitei.

Terminado o passeio, voltamos para a fazenda, onde almoçamos, arrumamos as trouxinhas e partimos de volta para casa.

Um dia desses, se Deus quiser, voltaremos lá para passar mais um dia relaxando e curtindo o contato com a natureza, que se perde nessa rotina louca que engole a gente.

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