Meus arquivos e eu

Autocrítica não mata, ensina a viver. Hoje foi um dia em que me peguei fazendo um self-criticism dos meus textos de ficção e identifiquei aquele que seria meu maior defeito: falta tempo de pesquisa para organizar a história de uma forma consistente.

Muitas vezes, quando comecei a escrever e sonhar com a publicação, pensei que era mais importante focar nas coisas que acontecem com as personagens, e mesmo que não cuidasse muito de apresentar os cenários para o leitor. Era algo mais ou menos assim: eu sabia onde a história acontecia, tinha a imagem na minha cabeça, mas na hora de colocar no papel (ou na tela)… algo não ia muito bem. Olhando melhor para os meus textos passados e os mais recentes, percebo que preciso melhorar nesse aspecto. Isso é algo que só agora, com um pouco mais de maturidade, consigo entender: para tocar os corações dos outros (e o meu próprio, quando for reler o que escrevi), preciso investir mais tempo e esforço na construção de um cenário convidativo, que os outros consigam visualizar. Afinal, um conto ou um romance é como um filme, só que em vez de frames, temos letras!

O que eu já tenho é tempo reservado especificamente para a escrita, marcado no Todoist e tudo mais. Independente de estar ou não inspirada, eu vou lá e escrevo nem que seja só um parágrafo. O próximo passo vai ser investir mais tempo em pesquisas sobre o que eu quiser que faça parte das minhas criações. Não vai ser fácil nem rápido, mas creio que vou me divertir e aprender muito no caminho.

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