Extreme makeover de mim mesma

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Imagem: Pinterest

Sexta-feira passada me senti feliz e bonita como há muito tempo não me sentia. Tudo estava cooperando: a roupa que tinha escolhido (estava usando uma botinha, que amo mas uso tão pouco…), a maquiagem, o cabelo… Acabou que passei algumas horas sem conseguir despregar o sorrisão da cara, e foi lindo.

Corta para hoje: arrumando a mala para viajar, percebo que metade das minhas roupas foi pega emprestada do guarda-roupa da minha mãe. Que sim, tem muita coisa boa, mas não é o meu guarda-roupa. E isso me incomodou com força. Fiquei mais perturbada ainda quando abri o meu armário e constatei que haviam vários vestidos sóbrios demais. Festa demais. Noite demais. Esporte fino demais. E eu nem vou a tantas festas de 15 anos/casamentos/formaturas assim. “São roupas de igreja”, minha mãe explicou; porque sim, eu vou com frequência à igreja, mas não existe a menor necessidade de tanta roupa sóbria assim. Quando eu quero ir à algum lugar que não envolva solenidades, sofro um pouco para fazer produções que me deixem feliz por completo – e acabo recorrendo ao acervo da minha mãe para achar calças, por exemplo. Justo agora estou começando a fazer as pazes com as calças (por um bom tempo as evitei).

Enfim, comecei a refletir e cheguei a algumas conclusões:

  1. Parece que finalmente estou começando a me importar com meu estilo, a construí-lo;
  2. Vou ter de começar a reconstruir meu armário, urgentemente. Vai ser um processo lento porque envolve grana, e também preciso manter algum controle no orçamento.
  3. Mas antes de começar a comprar roupas novas, preciso parar de comprar. Pelo menos do jeito que tenho comprado, sem muita reflexão, porque minha mãe achou a peça bonita e parecida com outras que já tenho.

Então vou aproveitar o começo desse semestre e me dedicar a entender meu estilo. O primeiro passo já dei: passar adiante algumas peças que não tem nem perigo de eu voltar a usar, seja porque enjoei, ou tá curto, ou não fico nem um pouco feliz usando… Também dei uma identificada rápida em peças que estão paradas e precisam ser usadas, o que já dá uma segurada no instinto consumista. Depois, vou começar a comprar peças novas, aos poucos, dependendo da necessidade. E a cada peça que entrar, uma vai ter de sair. Assim, acho que chego a Dezembro em uma situação fashion um pouco melhor… Com mais confiança no meu taco, para enfrentar os perrengues da vida. Porque sim, pode parecer besta (parecia para mim), mas assim como os cabelos, as roupas que temos à mão fazem uma diferença e tanto!

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