Assistindo: Unbreakable Kimmy Schmidt

As férias estão acabando e nessa última semana, resolvi fazer algo que não é muito habitual para mim: maratonar uma série. O mais perto que cheguei disso foi quando estreou a segunda temporada de Grace and Frankie e vi quatro episódios seguidos. Dessa vez, a proeza foi maior: consegui assistir a segunda temporada completa de Unbreakable Kimmy Schmidt! Nunca fiquei tão grudada na Netflix como nessa segunda-feira!

Unbreakable… é uma série que de cara não me chamou muito a atenção… Me animei a assistir por apenas um motivo: a participação do Jon Hamm em alguns episódios. Ele só aparece nos dois últimos episódios da primeira temporada, então fui vendo episódio por episódio com paciência, intercalando com episódios de Mad Men. E assim acabei me apegando, por algumas razões que vou listar nesse post:

    1. Menções a Frasier: para quem ainda não sabe, Frasier é uma das minhas séries favoritas (está ao lado de Mad Men no topo da lista). E Unbreakable… é a única série que conheço que faz citações a série, mais especificamente aos irmãos psiquiatras Frasier e Niles Crane, e também a Roz Doyle (produtora e amiga de Frasier). Inclusive, na segunda temporada Kimmy (Ellie Kemper) menciona Niles como se fosse um crush que ela teve que depois ela descobriu ser gay (o personagem não era, mas o seu intérprete, David Hyde Pierce, sim!)
    2. Valeu a pena esperar por cada episódio até ver Jon Hamm impagável como o reverendo lunático Richard Wayne Gary Wayne. Ele canta, “luta” caratê e me arrancou várias risadas com as doidices do líder da seita que criou as mulheres toupeira.
    3. Hamm não é o único ator de Mad Men a participar da comédia. Kiernan Shipka, que interpretou a (chatinha) Sally Draper faz uma aparição em apenas um episódio, como a irmã da Kimmy. Mais uma adolescente chatinha para o currículo da atriz (ainda não cheguei aos episódios da Sally adolescente, mas como criança de 10 anos ela já está um porre!)
    4. As referências dos anos 90. Tem fita K7, citações de boy bands e outras antiguidades. Principalmente fitas K7, que Kimmy e Titus (Tituss Burgess) recebem toda semana.
    5. O meu momento favorito da série foi protagonizado pelo Titus, melhor amigo de Kimmy, quando na primeira temporada ele resolve gravar um clipe de uma música que ele mesmo  compôs… Letra dele e música do celular.

Até a turma do Orange is the New Black fez sua versão de Peeno Noir!

Na verdade Titus rouba a cena desde o primeiro episódio, com as tentativas de fazer sucesso na Broadway.

Obviamente, a série não é perfeita. Para mim, o maior problema era a enteada adolescente da Jacqueline (Jane Krakowski), que além de chata, não acrescentava muito à história (na minha opinião, tá?). Se houver terceira temporada, que fique lá por Connecticut mesmo. ¬¬’

E, às vezes, eu ficava meio perdida na contagem do tempo. Kimmy passou quinze anos presa no bunker e em vários momentos se diz que ela foi sequestrada em 1998. Logo, o programa não se passa nos dias atuais, e sim em 2013.

Não é uma série que eu favoritei, mas é boa para passar o tempo, ainda mais que os episódios são curtinhos (na segunda temporada, assim como aconteceu em Grace e Frankie, há um aumento de mais ou menos cinco minutos no tempo médio dos episódios). Quem tiver Netflix, dá uma chance pra Kimmy! 😉

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s