NaNoWriMo: e lá vamos nós!

Esse ano resolvi me dar mais uma chance e participar de novo do NaNoWrimo. Tentei em 2014, mas não deu muito certo porque faltou foco e só fui concluir o romance iniciado (Uma canção inédita, disponível no Wattpad) muitos meses depois. Mas depois desse mês muito agitadão que foi Outubro, resolvi me desafiar para Novembro. Vamos ver se consigo 50000 palavras até o fim do mês.

Participar de um movimento assim também é uma chance de eu voltar a ter foco nos textos e levar um projeto até o fim, coisa que anda me faltando ultimamente. Eu começo uma coisa, me empolgo, aí paro e só retomo (quando retomo) uns meses depois. Quero mudar esse padrão, porque é muito chato largar as coisas pelo caminho.

E para me envolver mais com o universo que estou começando a criar, tratei de colocar as personagens no papel em desenhos. Comecei pelas protagonistas, Letícia e Maria Joyce.

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Letícia é a do cabelão, e Maria Joyce, a do cabelo curtinho. Estes são só esboços, para eu colocar no papel como imagino que elas sejam fisicamente (e foram feitas em cerca de meia hora no meu caderno de rabiscos) e também para me ajudar a desenvolver a história. Em breve, quando tiver mais tempo, pretendo fazer outras versões das duas. (e desenhar os outros personagens também)

Acho que ano que vem eu devia investir num curso de desenho nem que seja pela Internet, pra ver se meu traço melhora e meus personagens ficam mais bonitinhos. (nunca fui boa de coordenação motora, mas sempre gostei de mexer com as cores…)

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Dia 21 passou…

… E eu voltei para contar o que rolou no show do Aerosmith em Recife!!

Quando eu ainda sonhava com esse momento mágico, eu ficava pensando em como eu ia reagir de ver minha banda favorita a poucos metros de distância. Eu ia gritar? Ia chorar? Ia ficar paralisada que nem o Chaves com piripaque? Descobri nessa sexta-feira, meus amigos.

Fui levada ao Classic Hall pelo meu pai (#gratidão painho!), mas no show mesmo eu ficaria sozinha, sem amigos ou parentes que pudessem dividir a emoção comigo. Mas em cerca de dois minutos eu já tava enturmada, tava compartilhando todo o meu conhecimento sobre a discografia da banda, só faltou cantar, mas aí fiquei com vergonha. =P

O evento foi marcado pela pontualidade: às 20h o portão abriu, todo mundo entrou direitinho, às 21h começou a apresentação de abertura, com uma DJ – detalhe que quando as luzes apagaram, todo mundo pensou que já era o Aerosmith entrando, mas quando começou a DJ todo mundo ficou meio “ahh…” #chateados. Foi uma prévia meio morna (só em alguns momentos o pessoal se animou), e todo mundo queria chegar logo aos finalmentes.

Às 22h, eles entraram no palco tocando Draw the line, faixa de abertura do meu álbum favorito, que é o… Draw the line. Com celular em punho gravando e tirando foto, pulando e gritando a letra da música e… No finalzinho dela, eu chorei (tô com vontade de chorar escrevendo agora). Era real! Os 15 anos de espera tinham acabado! E eu tava num lugar ótimo, bem na primeira fileira da pista, colada na grade. Melhor que isso, só se tivesse ido pro front stage.

O setlist foi bem dentro do esperado, com os sucessos do Get a grip como Cryin’, Crazy e Livin’ on the edge (eu jurava que ia chorar nessa música, mas aí eu já estava controlada, só cantando berrando as letras). Teve o “hino” I don’t want to miss a thing, do qual eu particularmente enjoei, mas se não tiver, capaz de ter motim, foi provavelmente o maior sucesso da carreira deles empatada com Dream on. Houveram as gratas surpresas, como Mother Popcorn (do Live Bootleg, de 1978, que nesse disco vem emendada com Draw the line e no nosso show veio com Walk This Way), e um trechinho de Home Tonight (última faixa do Rocks, 1976) e Hole in My Soul antes do bis com Dream On, que é um momento catártico do show, com aquele piano branco e tudo mais. De arrepiar!

Um dos meus momentos favoritos foi quando tocou Rats in the Cellar (também do Rocks), com Joe Perry e Brad Whitford (meu crush eterno esse homem) brilhando. Tom Hamilton praticamente “desfilou” pelo palco (nunca reparei nessa particularidade dele, haha, e olhe que já vi muito vídeo de show deles!): eu achava que ele tava num canto, tava do outro lado, longe de todo mundo; depois voltava pra perto do Brad, depois ia pra perto da plateia, e teve um solo de baixo que foi a coisa mais linda, antes de Sweet Emotion (composição dele, tanto que o apelido dele é Mr. Sweet Emotion). Em um post do começo desse mês, comentei que eu adoraria se ele cantasse Up on the mountain ao vivo, né? Bem, o mais perto que chegamos de vê-lo cantar foi no backing vocal de Love in an elevator (Pump, 1989).

Três momentos em que o Recife se fez muito presente no show, além da energia da platéia: 1) a tradicional hora de sacudir a bandeira; 2) quando Joe Perry foi cantar Stop messing around (Honkin’ on Bobo, 2004) e apareceu no telão imagem do Recife Antigo, o movimento das pessoas no Marco Zero e Joe posando like a boss em um monumento <3; 3) Outra imagem do Antigo foi projetada no começo do bis.

Algumas fotos tiradas por euzinha:

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Dessa vez eu fui esperta e levei minha câmera boa (que na verdade é bem marromenos), para não depender só do celular, que nem foi no show dos Backstreet Boys.

E lá no canal no YouTube estou postando os vídeos com trechos do show. Aí embaixo vai a playlist com o que está no ar até agora. Tem tremedeira, tem eu gritando as músicas e muito amor no coração. ❤

Foi lindo e eu só tenho a agradecer a Deus, a minha família, aos dois amigos do Janga que conheci na fila e me fizeram companhia a noite toda, e à banda, por essa noite memorável. Me levou quatro horas de sono, me deu uma história massa pra contar. Torço para que voltem em breve: Recife estará de braços abertos.

Três dias sem glúten (e contando)

Recentemente comecei a ter mais dores de estômago do que o usual (só acontecia quando eu ficava tensa, com raiva, etc). Somado a isso, queimação, desconforto o dia inteiro, dor até se eu comesse PÃO. Comecei a achar que tinha desenvolvido intolerância a glúten depois de velha adulta e um belo dia corri para o médico para contar meu drama. Ele me mandou fazer alguns exames, entre eles uma endoscopia, e foi lá que descobri que uma pangastrite e uma duodenite estão me fazendo companhia.

Ainda falta o resultado de um exame (para detectar a presença ou não de H Pylori), mas desde então saquei que alguma coisa no meu estilo de vida precisaria mudar. Muitas coisas, na verdade: preciso levar a vida com um pouco mais de leveza (melhorei, mas ainda preciso aprender muito!) e mudar um bocado a minha dieta.

Eu tinha começado uma dieta ano passado, perdi sete quilos e ainda tive o bônus de diminuição das dores, mas voltei à vida louca e recuperei cinco dos sete que tinha  despachado. E ano passado o foco era mais emagrecer mesmo, porque eu não estava exatamente muito satisfeita com o peso na época. Dessa vez, procurei uma nutricionista funcional com o objetivo primário de começar a botar ordem na bagunça que eu tô por dentro.

Passei duas horas no consultório da Dra. Kayser Figueiredo, fazendo uma análise minuciosa do meu histórico desde a infância até aquele dia: desde a obesidade infantil até as ites recém descobertas, passando pela síndrome do ovário policístico e episódios de prisão de ventre que andavam bem recorrentes. Saí de lá com algumas orientações nutricionais e requisição de mais exames. Entre as instruções, por um mês vou me abster de glúten, leite e industrializados (como embutidos, comidinhas processadas, com corantes e tudo isso). Refrigerantes eu já não tomo há cerca de um ano, então é uma coisa a menos para cortar.

No domingo teve uma pequena derrapada (uma lasanha…), mas na segunda-feira já retomamos a programação normal e estou seguindo com determinação… Ainda mais que nesses três dias sem comer nem mesmo meus amados biscoitinhos integrais, sem meu cereal de lei no café da manhã e sem sorvete de nenhum tipo, estou praticamente sem dores! Ainda rola um pouquinho de desconforto, tenho muita coisa a incluir no cardápio, estou aprendendo as receitas funcionais, e a vida corrida não ajuda muito. Mas ando bem disposta a aprender, a largar mão da chatice pra comer e melhorar.

A princípio é um caminho meio solitário, só tenho sentido apoio efetivo da minha mãe mesmo (ela tem me ajudado com as receitas e indicado lugares bons pra comprar as coisas). Mas pode ser bem divertido, e não é para sempre, né? Em um futuro próximo espero poder voltar a comer uma boa massa sem me sentir mal depois, e visitar a hamburgueria artesanal que abriu perto daqui de casa e ainda não fui. ^_^.

Quando eu voltar a falar do assunto aqui, vai ser para falar das novas receitas e comprinhas e o impacto financeiro que as mudanças de hábitos ocasionaram. 😉

12 brinquedos que eu gostaria de ter

Achei que não ia escrever nada, porque esse mês está, basicamente, uma loucura (e mal começou!). Não que seja uma loucura ruim, mas é muita novidade acontecendo ao mesmo tempo e haja cabeça para administrar tudo!

Enfim, eu achei que esse tema ia ser moleza, mas na hora de listar os brinquedos, ficou meio complicado, porque não tive tudo o que amava, mas amava tudo o que tive (para choque de caminhão vive): quando fui lembrando dos brinquedos da época, primeiro lembrei de todos os que eu queria ter e realmente TIVE, como o gravador coloridão com microfone (e que foi usado à exaustão)

Enfim, lembrei de 12 – e vamos a eles!

1) Teresa, a amiga morena da Barbie. Só tive cinco bonecas Barbie, sendo que uma era Barbie mesmo (a Outono Inverno, que uma leitora ocasional até quis comprar, por ser raridade – mas doei a boneca há tempos!) e as outras quatro eram as Barbies paraguaias made in China. Mas todas, invariavelmente, loiras. Eu queria sair um pouco do padrão e ter uma boneca de cabelos escuros, mas esse dia nunca chegou. E, se tivesse no mercado da época, uma boneca negra eu queria ter. Enfim, nenhuma dessas me chegou às mãos. Uma pena…

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2) Um carro da Barbie. Nas minhas idas ao shopping center, eu lembro de ver ocasionalmente a maravilhosa casa da Barbie, com seus móveis todos rosa (que eu até cobiçava, pero no mucho (eu tinha uns móveis de casinha de boneca azuis e brancos, que já me satisfaziam as necessidades de brincar de novela das 8), mas o que eu queria mesmo era o carro. Por esse eu babava demais! (Nunca tive um carro, só uma motinha que teve uma roda traseira emperrada por motivos de cola super bonder)

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3) Boneco do Baby. Baby Sinclair, ou Baby da Silva Sauro, é apenas um dos meus personagens favoritos na vida. O bichinho é feio, mas eu queria. E se não fosse tão pão-dura econômica, ia comprar no Mercado Livre.

4) Pense Bem. Quem nunca?  Eu fiquei na vontade…

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5) Boneca da Chiquititas. Preferencialmente, a Mili, porque era a personagem com quem eu mais me identificava. Rapaz, o mais perto que cheguei de uma boneca Chiquitita foi na casa de uma prima. E a pobre da boneca era FEIA…

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6) Chocolateria da Eliana. Ou a maquininha de biscoito da Eliana. Certamente não ganhei uma dessas porque devia ser cara pacas E meus pais certamente não iam querer que eu passasse o dia inteiro fabricando chocolate e biscoito clandestinamente para comer sozinha, porque eu era dessas (e com os dois pés na obesidade infantil, o detalhe).

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7) Teclado Sandy e Jr. Era um teclado comum, com o plus de as teclas acenderem, ajudando a gente a tocar. Se eu tivesse esse teclado (e se tivesse continuado nas aulas de música direitinho), o #turnauproject estaria bem adiantado hoje…

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8) Barbie Beyond Pink. Voltando às Barbies, e ainda com um pé na música, depois da Teresa, eu queria era essa Barbie roqueira!

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9) Sansão de pelúcia. Tive a Mônica (um dos últimos presentes da minha vó, guardo até hoje), mas faltou o Sansão… Paciência!

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10) Boneca Cravo e Canela. Eu já era maiorzinha quando essas bonecas foram lançadas, e eram uma gracinha!  Eu achava super realistas e tal. Mas nunca vi uma de perto, só nas fotos mesmo.

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11) Este cão robô. Seria perfeito para aplacar a frustração de ter restrições a pets na infância…

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12) Um par de patins. Minha mãe morria de medo que eu caísse e me arrebentasse toda, desde as pernas tortas até a cara. Por isso nunca tive os patins infantis. Mas agora que eu tô velha, essa é uma frustração que pode acabar a qualquer momento, com patins de melhor qualidade, é claro. A única coisa que me impede é… Não tenho muito tempo para me dedicar à patinação. 😦

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Wow, acho que consegui! Voltaremos a qualquer momento, com mais posts fresquinhos (ou nem tanto…)

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A volta da serial watcher

Essas eleições me deixaram estragadinha. Não consegui ir trabalhar, de tão mazelada que fiquei. Todo o processo me deixou meio com saudade das eleições anos 90, quando tocavam essa música em toda eleição aqui na terrinha depois que saíam os resultados…

… E meio com a certeza de que certas cidades aqui são a versão tupiniquim do mundo invertido de Stranger Things.

Enfim, tô me recuperando, amanhã voltamos à programação normal. E mudemos de assunto, que o post mesmo era sobre os últimos filmes e séries a que assisti nesses dias de folga.

La moglie in vacanza… l’amante in città (A esposa de férias… a amante na cidade) – filme italiano dos anos 1980, tem um pouco de commedia dell’arte (consegui reconhecer alguns arquétipos, como o Arlequim), comédia pastelão e outro tanto do que pode ser comparado com as pornochanchadas que faziam no Brasil nessa época. É um filme engraçadinho, embora não dê pra rolar de rir. No começo do filme os protagonistas falavam algumas vezes com a câmera, (outro resquício do teatro, quanto tem cenas em que algum personagem fala com o público). Meio estranhinho ver isso num filme, mas pelas influências que pesquei, fazia parte da proposta.

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Daria três estrelinhas pra ele. A parte em que os personagens estão todos no mesmo hotel, foi a que me pareceu mais divertida.

Ida – finalmente consegui assistir! Queria muito ter visto no cinema, mas acabou não rolando, vibrei quando ele ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e esse fim de semana pude comprovar: mais do que merecido.

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O filme gira em torno da noviça Anna, que na verdade se chama Ida e é filha de judeus poloneses que morreram durante o regime nazista. Antes de fazer os votos perpétuos, ela vai conhecer Wanda, sua única parente viva, e descobre várias coisas sobre o passado de sua família, além de descobrir um pouco do mundo fora dos limites do convento onde cresceu. Uma das melhores cenas (além das cenas da Wanda) é quando Ida/Anna tira o véu que compõe seu hábito e se olha no espelho, como se estivesse se percebendo pela primeira vez, se tornando consciente de que é uma mulher bonita.

É lindo, é tocante também. E vale muito a pena assistir!

E comecei a sétima (e última) temporada de Mad Men. Tô indo devagar para não acabar logo, e dia desses paro só para escrever sobre meus momentos favoritos da série, mas já adianto algumas coisas: eu tava odiando a Sally Draper, mas não estou mais; e não tem jeito: não gosto de Pete Campbell desde o primeiro episódio e esse desgosto só aumenta. Quanto ao Don, tenho mixed feelings por ele: amo, tenho raiva, sinto pena, torço… Gosto de personagens assim, que são bem complexos. Ele e Peggy são, de longe, meus personagens favoritos na série inteira.

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Melhor dupla! ❤

E essa semana volto a ver novelas tupiniquins: a premissa de A lei do amor me pegou, além do que, gosto dos autores. Faz tempo que não sintonizo a TV às 21h00, tenho até dormido cedo… Então essa pode ser uma retomada aos velhos hábitos.

Ou não.

Aerosmith no Recife: 20 days left!!

O tempo não tá voando, tá se amostrando! Nem parece que faz seis meses que eu estava numa gráfica rápida com uma colega de trabalho e vi a notícia no instagram; e que há quase cinco meses, na semana do meu aniversário, saí correndo pela Renner com o ingresso na mão que nem uma criança que acabou de ganhar brinquedo novo – e meu pai me mandando andar mais devagar, que não precisava daquela pressa toda. Nesses cinco meses, aconteceu muita coisa na novela da minha vida: de figurar num vídeo institucional (que eu nem assisti ainda, só pra constar) a arrumar e desarrumar pretendentes, e fazer uns exames chatos. Hoje a ficha caiu: faltam só vinte dias para o dia pelo qual esperei por 15 anos.

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Nunca fui do tipo que grita, chora e se descabela quando vê um artista que gosta, mas hoje, pensando no vindouro 21 de Outubro, chorei e ri ao mesmo tempo. Pensei nos vários momentos em que as músicas deles estiveram presentes na minha vida; em quando resolvi que ia aprender a tocar guitarra porque eu queria ser como o Brad Whitford (sim, era ele e não o Perry o meu role model). Hoje sei tocar (mal) umas quatro ou cinco músicas no violão, ou seja, falhei miseravelmente nessa missão, mas pelo menos tentei! Pensei nas voltas que eu dava pelo centro da cidade para comprar revistas na saída do curso de webdesign (e no ladeirão que subi…), no quanto suas músicas me ajudaram a aprimorar o inglês e a sobreviver à adolescência.

Tive uns sonhos bizarros também, do tipo que chego às imediações do aeroporto e percebo que esqueci o ingresso em casa. Como provavelmente irei sozinha (meus amigos mais chegados não poderão ir), já tracei alguns planos para ir e voltar em segurança.

Não é simplesmente emocionante quando um item da sua lista de realizações se torna concreto? E no momento que menos se espera? É lindo! Como a turnê pela América Latina já começou, já começaram a sair fotos dos integrantes turistando, snaps dos shows (feitas pelo maravilhoso fotógrafo Zach Whitford, filho do meu primeiro muso das guitarras que vocês já sabem quem é) e setlists. Aí já dá pra ter uma ideia do que pode rolar no show daqui (ou não…).

Pensando nisso, fiz uma pequena seleção de músicas que eu gostaria que rolassem no show, mas até onde eu sei, pararam de ser tocadas ao vivo há muito tempo, ou nunca foram tocadas em show, ou seja, chances nulas de tocar (mas ah, como eu ia amar se tocasse!)


Krawhitham – intitulada com as iniciais dos três integrantes que a compuseram (Joey Kramer, Brad Whitford e Tom Hamilton), é uma das poucas músicas instrumentais que eles têm no repertório. Jamais foi tocada ao vivo, até onde eu sei. E só está registrada nessa coletânea de 1991, a Pandora’s Box. Falando nela…

Pandora’s Box – essa é a última faixa do Get your wings, segundo álbum deles, de 1974. Certamente essa música só foi tocada mesmo em shows dessa época…

Up on the mountain – essa música é do último álbum de inéditas e, em todos estes anos nesta indústria vital, foi a primeira vez que Tom Hamilton, nosso Mr. Sweet Emotion, assumiu os vocais principais de uma música! (já tinha feito backing antes). Tive um surtinho quando ouvi, coloquei nas favoritas do Spotify, queria tanto ela no show! É, para mim, a segunda melhor música do Music from another dimension, porque a primeira é…

Street Jesus – sei nem o que dizer sobre essa música, além de que na minha humilde opinião, é uma das melhores músicas da carreira da banda (a maioria das minhas favoritas estão nos anos 70, até o Draw the line) Joey Kramer brilha muito na bateria e Brad Whitford deveria compor mais.

Permanent Vacation – o vídeo acima foi extraído de um DVD de um show na Philadelphia, em 1988 (ano de lançamento do álbum Permanent Vacation), e eu tenho esse DVD, presente de aniversário da prima Carol. É o hino oficial das minhas férias, que não são permanentes, mas isso é só um detalhe.

Sunshine – no tempo que eu era tecnologicamente muito pobre e gravava as mp3 em disquete (os novinhos jamais saberão o que é um FLOPPY DISK! Já falei muito disso com meus alunos, hahah), encontrei em algum lugar da Internet (discada) uma versã0 acústica dessa música. Amigos, eu já amava a música, o clipe (Samuel Bayer, te dedico), a versão acústica e ao vivo foi a coisa mais linda que vi naquele longínquo 2002. Aí o disquete foi formatado, perdi a música e nunca mais a encontrei. Fica aqui o apelo: se você tem uma versão acústica ao vivo de Sunshine, pleeeeease, compartilha com a coleguinha! ^_^