Dia 21 passou…

… E eu voltei para contar o que rolou no show do Aerosmith em Recife!!

Quando eu ainda sonhava com esse momento mágico, eu ficava pensando em como eu ia reagir de ver minha banda favorita a poucos metros de distância. Eu ia gritar? Ia chorar? Ia ficar paralisada que nem o Chaves com piripaque? Descobri nessa sexta-feira, meus amigos.

Fui levada ao Classic Hall pelo meu pai (#gratidão painho!), mas no show mesmo eu ficaria sozinha, sem amigos ou parentes que pudessem dividir a emoção comigo. Mas em cerca de dois minutos eu já tava enturmada, tava compartilhando todo o meu conhecimento sobre a discografia da banda, só faltou cantar, mas aí fiquei com vergonha. =P

O evento foi marcado pela pontualidade: às 20h o portão abriu, todo mundo entrou direitinho, às 21h começou a apresentação de abertura, com uma DJ – detalhe que quando as luzes apagaram, todo mundo pensou que já era o Aerosmith entrando, mas quando começou a DJ todo mundo ficou meio “ahh…” #chateados. Foi uma prévia meio morna (só em alguns momentos o pessoal se animou), e todo mundo queria chegar logo aos finalmentes.

Às 22h, eles entraram no palco tocando Draw the line, faixa de abertura do meu álbum favorito, que é o… Draw the line. Com celular em punho gravando e tirando foto, pulando e gritando a letra da música e… No finalzinho dela, eu chorei (tô com vontade de chorar escrevendo agora). Era real! Os 15 anos de espera tinham acabado! E eu tava num lugar ótimo, bem na primeira fileira da pista, colada na grade. Melhor que isso, só se tivesse ido pro front stage.

O setlist foi bem dentro do esperado, com os sucessos do Get a grip como Cryin’, Crazy e Livin’ on the edge (eu jurava que ia chorar nessa música, mas aí eu já estava controlada, só cantando berrando as letras). Teve o “hino” I don’t want to miss a thing, do qual eu particularmente enjoei, mas se não tiver, capaz de ter motim, foi provavelmente o maior sucesso da carreira deles empatada com Dream on. Houveram as gratas surpresas, como Mother Popcorn (do Live Bootleg, de 1978, que nesse disco vem emendada com Draw the line e no nosso show veio com Walk This Way), e um trechinho de Home Tonight (última faixa do Rocks, 1976) e Hole in My Soul antes do bis com Dream On, que é um momento catártico do show, com aquele piano branco e tudo mais. De arrepiar!

Um dos meus momentos favoritos foi quando tocou Rats in the Cellar (também do Rocks), com Joe Perry e Brad Whitford (meu crush eterno esse homem) brilhando. Tom Hamilton praticamente “desfilou” pelo palco (nunca reparei nessa particularidade dele, haha, e olhe que já vi muito vídeo de show deles!): eu achava que ele tava num canto, tava do outro lado, longe de todo mundo; depois voltava pra perto do Brad, depois ia pra perto da plateia, e teve um solo de baixo que foi a coisa mais linda, antes de Sweet Emotion (composição dele, tanto que o apelido dele é Mr. Sweet Emotion). Em um post do começo desse mês, comentei que eu adoraria se ele cantasse Up on the mountain ao vivo, né? Bem, o mais perto que chegamos de vê-lo cantar foi no backing vocal de Love in an elevator (Pump, 1989).

Três momentos em que o Recife se fez muito presente no show, além da energia da platéia: 1) a tradicional hora de sacudir a bandeira; 2) quando Joe Perry foi cantar Stop messing around (Honkin’ on Bobo, 2004) e apareceu no telão imagem do Recife Antigo, o movimento das pessoas no Marco Zero e Joe posando like a boss em um monumento <3; 3) Outra imagem do Antigo foi projetada no começo do bis.

Algumas fotos tiradas por euzinha:

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Dessa vez eu fui esperta e levei minha câmera boa (que na verdade é bem marromenos), para não depender só do celular, que nem foi no show dos Backstreet Boys.

E lá no canal no YouTube estou postando os vídeos com trechos do show. Aí embaixo vai a playlist com o que está no ar até agora. Tem tremedeira, tem eu gritando as músicas e muito amor no coração. ❤

Foi lindo e eu só tenho a agradecer a Deus, a minha família, aos dois amigos do Janga que conheci na fila e me fizeram companhia a noite toda, e à banda, por essa noite memorável. Me levou quatro horas de sono, me deu uma história massa pra contar. Torço para que voltem em breve: Recife estará de braços abertos.

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2 comentários sobre “Dia 21 passou…

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