Comi uma bisnaguinha (e tô de boas)

Eu poderia sair me gabando por aí, dizendo que vai fazer dois meses que não boto um pão na boca. Na verdade, eu poderia ter riscado pães para sempre do meu cardápio desde que comecei a sentir dor após ingeri-los. Mas nesses dois meses, comi três pãezinhos e por mais que a culpa rondasse (saindo da dieta, hein, dona Evana?), esses pãezinhos me deram um pouco de alívio, por simplesmente não estar mais sentindo dor depois. Ou seja, é um progresso, o tratamento tá fazendo efeito…

Isso quer dizer que vou desbundar geral e voltar a comer dois pães assados na chapa no café da manhã? Que vou poder voltar a trocar o almoço por um croissant misto na padaria perto da repartição? Well, não. Bisnaguinha foi uma vontade de momento, que respeitei, achei que devia. Uma porção pequena, com um pouquinho de manteiga, e pronto: essa foi minha pequena concessão, o único carboidrato simples num menu repleto de carbos complexos (peguei gosto pelas raízes), frutas em todos os lanches, gordura boa e praticamente zero açúcar refinado. Poder uma vez no mês não é liberar todo dia, né? Então culpa, sai pra lá.

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