Por um 2017 mais organizado

O bichinho da organização não só me mordeu, como tem me feito companhia e me ajudado a repensar a forma como gerencio a vida e o trabalho. Eu sempre fui fã de agendas, de coisas de papelaria, dessas frescurinhas que poderiam me ajudar a ser uma pessoa mais ordeira, mas na real, eu sempre fiz as coisas meio na doida, minhas bolsas, pastas, gavetas, tudo anda cheio de papeis avulsos que não sei porque guardei, papeis de bala, confeitos que jamais comi porque esqueci, só maravilhas. Ser uma pessoa organizada era uma resolução de ano novo que eu sempre incluí na minha lista, mas como toda quase resolução feita na virada, foi esquecida no dia 5 de janeiro, junto com uma agenda subutilizada.

Mas depois que mudei de emprego, comecei a ler mais sobre organização e a conhecer apps de produtividade como o Google Agenda, o Evernote e o Todoist (tirando o do Google, conheci todos através do Vida Organizada, da Thais Godinho – leitura inspiradora, viu? Recomendo demais), virei o monstrinho da organização. Embora minha mesa e minha rotina de trabalho ainda esteja longe, muito longe do que desejo, sou conhecida pelos meus colegas de trabalho como uma pessoa organizada que tem todos os contatos de que precisa em uma planilha de Excel, que divide os arquivos em pastas temáticas e usa canetinhas coloridas para quase tudo.

Gosto de ter uma rotina organizada e horários definidos para fazer as coisas, me dá uma ideia do quanto de tempo livre eu tenho e ajuda a diluir a ideia de que só trabalho o dia inteiro todos os dias. Então hoje passei o dia organizando duas agendas: a pessoal e a do trabalho (pelo menos para o primeiro semestre), assim volto das férias sem maiores surpresas. Resolvida a questão da agenda, passei para a parte do destralhamento. Como fazer tudo de uma vez não ia dar muito certo, resolvi dividir. Hoje foi o dia das bolsas, e eis o que encontrei:

1) Dinheiro perdido! Juntando todas as moedas de 5 e 10 centavos que apareceram nas bolsas, me senti muito rica.

2) O batom vermelho que eu julgava perdido (e está quase no fim, daqui uns dias vou precisar comprar outro) e um protetor labial à base de manteiga de cacau.

3) Joguei fora necessaire que estava meio coisada, mofada, sei lá… E tinha um brilho labial da Mary Kay dentro, também quase no fim.

4) Blocos de notas parcialmente usados, a maioria com notas sobre as palestras e workshops da última conferência da Braz TESOL, que foi em julho. Um ia vou parar e passar a limpo os tópicos.

5) Canetas, todas funcionando.

6) Meu título de eleitor, esquecido em um bolso desde a última eleição.

7) Cartões de visita e certificado de vacinação contra gripe (esse escaneei e botei no Evernote, no caderninho de questões médicas – tenho de fazer isso com as outras coisas).

O volume de lixo foi relativamente pequeno,  as bolsas esvaziadas que não uso mais serão doadas em breve, e vou ficar com um volume menor de bolsas para cuidar…

Ah, e da próxima vez que for comprar algum souvenir, vou pensar até três vezes antes de gastar dinheiro com uma bolsa que não tem nada a ver comigo, para evitar ter uma mochila para crianças de seis anos encostada na arara por dois anos inteiros.

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