Já pode fazer o balanço do ano?

Tá certo que ainda falta uma semana para 2016 acabar e em uma semana pode acontecer muita coisa, mas acho que já dá para parar um pouco, olhar para trás e tentar resgatar as coisas boas e ruins que aconteceram por aqui.

No plano coletivo, esse foi um ano pesado, com tristezas, golpes e rasteiras. Mas como disse Joyce Moreno no blog dela, a gente precisa focar no bom e no bem, senão a gente pira. Então aqui estou eu, tentando focar no bem para multiplicá-lo.

Enfim, vamos lá, mês a mês:

Janeiro: eu estava de férias e fiz duas viagens. A primeira com a família para Aracaju – SE (nossa já tradicional viagem de férias para algum lugar do Nordeste).

E depois de uma semaninha parada em casa, fiz minha primeira viagem internacional (sonho realizado #1). Conheci Santiago e Valparaíso, no Chile, e posso dizer que foi uma bela aventura: só eu, Deus e meu espanhol meio estranho, mas deu tudo super certo, com direito até a romance relâmpago (uma coisa totalmente inédita na minha vida), que foi responsável pela melhora do meu espanhol ruim em 200%, também conhecido como crush #1.

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Fevereiro: já estava de volta ao trabalho, e foi um mês difícil. Comecei a me apegar mais à minha fé, fiz um diário de oração, mas falei que foi um mês difícil, né? Tive uma crise de pânico no trabalho, passei mal valendo e depois de me recuperar um pouco, comecei a escrever como há muito tempo não rolava. Foi assim que comecei a escrever “Não deu no jornal”, que ainda não está concluído, mas já tem uns capítulos publicados. Ah, também foi o mês em que comecei a fazer o low poo mais direitinho.

Março: a vibe estranha de fevereiro continuava. Foi um período mais recolhida no meu cantinho, o que não impediu que eu tivesse umas rusgas dentro de casa que, obviamente, me fizeram muito mal. De tempos em tempos, isso desde dezembro do ano anterior, eu estava mantendo contato com o crush #2, que à época estava na Coreia do Sul. Receber as notícias dele era algo que me animava, embora toda vez eu achasse que a qualquer momento ele ia parar de falar comigo. Ah, e teve uma mini viagem para comemorar o aniversário do meu pai, o que rendeu o melhor momento do mês.

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Abril: últimos suspiros da “vibe estranha”. Comecei a fazer terapia e logo no primeiro dia, como era de se esperar, me desmanchei em lágrimas. Tinha luto não vivido e outras questões que estavam me impedindo de ir para a frente como se deve. Na metade do mês as coisas começaram a melhorar para o meu lado (tem gente que fala do inferno astral antes do aniversário, mas o que aconteceu comigo foi bem o contrário). Recebi a notícia de que o Aerosmith ia tocar em Recife e isso gerou uma onda de ansiedade do bem! Ah, também foi em abril que comecei oficialmente a me preparar para o grande evento que vai rolar no meu 2017: o intercâmbio.

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Maio: mês do meu aniversário, no plano pessoal foi tranquilo. Mas no trabalho continuávamos passando pela fase difícil… Comecei a gravar vídeos esporádicos para o YouTube, conheci Mad Men e me apaixonei, e o boy magia que estava na Coreia estava para voltar ao Brasil. Crush #2 estava para se concretizar…

Junho: sabe o boy magia? Chegou, passamos a véspera do dia dos namorados juntos, levei um bolo depois (e comi bolo também, porque era aniversário de um dos meus primos). Me enrolei no papel de trouxa bonito. Ah, mas gravei um institucional no trabalho (que eu não assisti, mas valeu pela experiência diante das câmeras e pela maquiagem de graça).

Julho: superado (aparentemente) o caso do papel de trouxa com o crush #2, fui a Brasília para a Conferência Internacional do BrazTESOL. O período de fevereiro a abril foi punk, maio foi massa, junho foi razoável, em Julho eu estava em céu de brigadeiro. Os dias que passei em Brasília foram muito legais, tirando o desconforto causado pela falta de umidade (meu cabelo estava absurdamente bom, mas outras partes do meu corpo sofreram de com força).

E quando o avião aterrisa em Recife, adivinha o que me aparece no WhatsApp logo depois que ligo o aparelho? Oh yeah: uma mensagem do bofe. Fui trouxa e voltei a ficar com ele.


Impossível falar ou escrever a palavra “bofe” sem lembrar dessa novela que eu nunca vi, mas morro de curiosidade sobre.

Agosto: foi um mês massa. Como disse antes, voltei a ver o boy magia que tinha tomado chá de sumiço no finzinho de julho. Foi legal enquanto durou, e eu tinha dúvidas sobre o quanto gostava dele, mas fui seguindo. Vai que dessa vez prestava? Com isso aprendi a não insistir em algo que é claramente uma cilada Bino. Ah, também voltei ao coral.

Setembro: fiquei sozinha de novo, e isso me entristeceu menos do que da outra vez porque, a bem da verdade, eu não estava apaixonada por ele. Embora a saudade dos bons momentos ainda bata de vez em quando, sempre senti que não ia durar muito mesmo. Ah, logo depois do rompimento definitivo, descobri que estava com pangastrite feat. duodenite. Assim meu coração foi temporariamente relegado a segundo plano para cuidar da saúde do resto do corpo. Foi meu último mês de terapia também. Pretendo voltar em breve.

Outubro: mês de eleição (alvoroço), mas o que deu o tom do meu mês foi o show do Aerosmith (sonho realizado #2), o acampamento da Jubape e o começo das mudanças no meu lifestyle. Só abri exceção na dieta para o aniversário da Marina.

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Ano que vem é a turnê de despedida e pode ser que eu não os veja mais, mas o importante é que pelo menos uma vez eu vi, e nunca vou esquecer. ❤

Novembro: foi um mês focado na escrita: foquei no NaNoWriMo, comecei a escrever no Superela e estou aos poucos voltando a ser prolífica nessa área da minha vida que sempre me deu tanta alegria.

Dezembro: comecei a colher os frutos das mudanças empreendidas na alimentação: dores e desconfortos foram embora, meu humor melhorou, agora estou investindo em mais atividades físicas além do pilates (caminhada, corrida, dança e yoga, alternadamente) e o foco é ganhar tônus muscular, mais flexibilidade e menos vergonha (sou meio envergonhada para dançar, e estou tentando quebrar essa timidez). É isso que tem me animado a prosseguir.

Essa época de festas é cheia de coisinhas gostosas e nada leves, certo? Aqui em casa não é diferente, e não vou ser a chata do rolê que não come nada. Estou comendo um pouco de cada coisa, com limites para não passar mal e não deixo de lado os bons hábitos adquiridos. Comer algo fora da dieta regular não precisa ser uma jacada, certo?

Meu quarto agora também tem a função de home office: a escrivaninha está mais organizada e posso voltar a usá-la para estudar e criar (aliás, estou escrevendo do quarto agora!)

No final das contas, 2016 não foi um ano tão ruim no plano pessoal. Difícil, sim; mas não insuportável. Teve sofrimentos, mas também muitas alegrias que foram esperadas por muito tempo (ou seja, é Deus mostrando que esperar não dói e vale a pena, e ele mostra isso através de sinais bem simples).

Espero que todos estejam bem, saudáveis e aproveitando esse período para exercer a gratidão e recarregar as baterias! 🙂

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