Assisti: “Festa da Salsicha”

Tenho uma fila enorme de filmes para assistir, e tem dias (ontem, por exemplo) que chego em casa com vontade de parar e ver um filme, mas vou fazendo uma coisa, outra, ouvindo música, navegando na Internet e PÁ, chega a hora de dormir e não fiz o que planejei.

Mas assim como estou fazendo com os livros (estabeleci uma meta de 21 livros para 2017, esperando superar), resolvi também fazer um “desafio” para os filmes, que estão meio que em segundo plano. Não estabeleci quantidade, mas a ideia é 1) assistir a todos os filmes que estão na fila há alguns… meses; 2) assistir toda a filmografia do Sebastian Koch, o maior ator alemão de Hollywood que você respeita (e arrumar esses filmes, porque tem alguns que eu acho que nem foram lançados no Brasil. Idas ao cinema mesmo, vou tentar vencer a preguiça e ir pelo menos duas vezes ao mês. E, para registro, vou escrever minhas impressões sobre os filmes aqui porque bem, essa é uma das razões porque voltei a ter blog, né?

Sem mais papo furado: para começar escolhi Festa da Salsicha, uma animação que chegou ao meu conhecimento no final do ano passado. O plot gira em torno dos alimentos que habitam o supermercado Shopwell e que acham que os humanos são deuses que os levarão à terra prometida, onde serão felizes para sempre e onde salsichas poderão entrar nas bisnagas (insira aqui todo o duplo sentido que puder). Os protagonistas do filme são justamente uma salsicha chamada Frank e sua amada bisnaguinha Brenda, que não veem a hora de serem escolhidos pelos deuses para consumar seu amor.

Mas… O alerta de um pote de mostarda com mel sobre a verdade por trás do paraíso coloca a salsicha, o pão e vários outros alimentos em polvorosa, e aí começa uma grande corrida de Frank para salvar seus amigos do terrível mal que é ser devorado pelos deuses humanos.

Daí pra frente o que acontece é uma grande corrida contra o tempo das guloseimas antropomorfizadas para evitar a tragédia, tendo que fugir de uma ducha ginecológica adulterada e com sede de vingança, passando por corredores do mercado que representam vários lugares do mundo, como México, Alemanha e Israel.

O filme inclui no roteiro várias questões como a briga entre judeus e palestinos, virgindade e doutrinas religiosas, consumo de drogas, homossexualidade. A linguagem lembra muito South Park (e curiosidade meio irrelevante ou não, os atores do Porta dos Fundos dublam personagens do filme na versão brasileira). Num geral, achei o filme esteticamente bem feitinho, tecnicamente é legal e tudo, mas a história não me empolgou muito. A cena final mesmo, logo antes dos créditos, achei fraca. A melhor parte foi lá pelo meio do filme, quando tem mais ação mesmo, mas o resto vai de mediano a esquecível (incluindo a trilha sonora). Talvez quem curta mais uma produção estilo South Park vá curtir mais do que eu.

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O Chiclete é dos que menos aparece no filme, mas foi o que me arrancou uma risadinha discreta. Resumidamente, não vale a pena ver de novo…

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