Assistido: Rita (primeira temporada)

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Enquanto estou esperando o pão sair do forno, aqui estou escrevendo esse post que venho adiando há um tempo, sobre a série dinamarquesa Rita, da TV2 da Dinamarca em parceria com a Netflix.

A propósito, só vi um episódio com o áudio original; os demais coloquei dublado em alemão, porque estou precisando treinar. ^_^

Gosto demais da abertura e da música! Mas falando sobre a série: a protagonista é uma professora bem politicamente incorreta. Transa com o diretor da escola (na sala dele!), não se relaciona direito com os demais colegas professores, peita pais de alunos… No universo off-escola as coisas também não são as mais certinhas: divorciada, tem três filhos (o mais novo tem 15, o mais velho, que não vive com ela, está na casa dos 20) e o relacionamento com eles é estranho – ela parece não conhecê-los direito e não sabe lidar com eles. Um exemplo: só depois de muito tempo ela vai descobrir que a filha Molly (Sara Hjort Ditlevsen) é disléxica, o que poderia ter evitado vários problemas para a jovem, que tem autoestima baixa, mas tenta disfarçar.

Com a mãe, outro relacionamento disfuncional. Em suma, Rita (Mille Dinesen) é uma mulher que não consegue manter relacionamentos significativos, e tenta encobrir isso com sarcasmo e encontros sexuais furtivos que não significam nada para ela. Mas, em boa parte das vezes, ela se dá bem com os adolescentes a quem leciona.

No primeiro episódio, demorei para comprar a proposta da série. Só no terço final, quando já está no momento de Jeppe  anunciar para a família que é gay, comecei a me interessar pela trama e seus personagens. Até aqui, minha personagem favorita é a Hjørdis (Lise Baastrup), que é exatamente o oposto de Rita: é professora em início de carreira, tímida, delicadinha, puritana e inocente. Sem experiência de sala de aula, acaba penando no primeiro dia e é vítima de bullying. E deseja a amizade de Rita, quer aprender algo com ela.

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“Bolo sempre ajuda.” Hjørdis, melhor pessoa!

Cada temporada tem apenas 8 episódios e terminei o primeiro com a sensação de que foi uma temporada curta. Mas terminou com um gancho que achei legal. Embora no primeiro episódio eu tenha pensado que era mais uma daquelas séries “ou amo, ou deixo”, na verdade nem é. Ele toca em diversos assuntos como sexualidade, drogas, preconceito, provoca reflexão. Não é uma série que provoque o riso: só teve um momento em que eu ri, quando Rita toma ecstasy por engano e fica muito lombrada…

Dentro de uma semana, devo começar a segunda temporada. Enquanto isso, vou dar uma adiantada nas outras séries da fila e depois venho contar aqui.

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