Crushes musicais da semana

Tem dias que a gente se agarra com uma música e vai com ela até que o disco arranhe, né? Como hoje praticamente não rola de ouvir discos (aquela música “no toca-fitas do meu carro” hoje não seria composta porque mal se ouve CD em carro, e fitas já não mais existem no nosso cotidiano, embora ainda encontremos à venda por aí…), hoje a gente escuta as músicas favoritas até enjoar ou outra playlist arrebatar nosso coração.

Hoje eu gostaria de compartilhar com o leitor que chegar até aqui, seja via Google ou pelo leitor do WordPress (um beijo pros seguidores!), essa pequena lista de música que tenho ouvido demais nos últimos dias. Quem sabe, você não é peg@ por alguma dessas músicas também e fica ouvindo no repeat que nem eu. 😉

1. Moonlight Densetsu (a música de abertura de Sailor Moon): eu tinha essa música (e outras da trilha do anime) gravada em um CD da minha enorme coleção de CDs gravados em casa com uns MP3 que eu pesquisava (tem umas pérolas e umas bizarrices na minha coleção, digo logo!) e embora não tenha sido uma grande fã desse anime na infância, eu gosto das músicas. Ouvi com gosto durante o expediente.

2. Cha la, head cha la (abertura de Dragon Ball Z quando passava na Band): ó as referências da pessoa… Bem, Dragon Ball sim, é um anime que eu ainda curto (até o Z apenas) e essa música especificamente é pra mim a melhor abertura de anime da vida. Eu fico emocionada, os outros fãs devem ficar também. Essas duas músicas (mais o tema do início da saga) encontrei no Spotify, em um álbum chamado 3×1 Manga i Anime. Tem outros temas bem legais por lá, de animes que não conheço.

3. Canção do exílio domiciliar (Jay Vaquer): Jay Vaquer faz parte da trilha sonora da minha adolescência. Passei um tempo sem acompanhar a carreira dele, mas graças a uma playlist sugerida pelo Spotify, voltei a ouvi-lo. Essa música, a propósito, quase me faz chorar… :’)

4. Legítima defesa (Jay Vaquer): é do mesmo álbum de Canção do exílio domiciliar (o álbum chama-se Canções de exílio e foi lançado ano passado). Feat. Megh Stock, essa é a continuação de Estrela de um céu nublado (registrada em Formidável mundo cão, de 2007) e fica melhor ainda se ouvir as duas em sequência. É infinitamente mais legal que Faroeste caboclo e A saga de um vaqueiro juntas, vai por mim. Devia virar longa metragem, série, sei lá! Inclusive me inspirou a escrever a conclusão de uma história que estava esquecida nos meus drives da vida, embora a história contada na música não tenha uma grande relação com o que eu estava escrevendo, mas deu um estalo.

5. A new day (Dave Holland): outro que fez parte da trilha sonora do finalzinho da minha adolescência, quando comecei a me interessar por jazz e coisa e tal. Naquela época eu só conhecia Ario, da Dave Holland Big Band, e já era apaixonada. Só mais recentemente é que consegui me aprofundar mais na discografia do baixista e incluí essa música na minha playlist de corrida (em tempo: parei de correr por causa do tempo curto e das chuvas e hoje só danço e faço pilates, e tá de bom tamanho por enquanto). Ficou esquecida na playlist, mas hoje a recuperei e é minha música preferida do Holland agora.

E esse foi meu top 5 da semana, montado em apenas 3 dias, haha. Semana que vem tem mais (isso se eu não estiver ouvindo as mesmas músicas ainda…)

 

Todo mundo, menos eu

(até hoje, pelo menos)

Quando o assunto é cultura, eu sou um pouco (ou muito, dependendo do ponto de vista) do contra. Enquanto tá todo mundo vidrado em uma determinada música/filme/série, eu tô amando outra coisa (a qual boa parte dos meus amigos não dá muita atenção, possivelmente). Eu costumo brincar chamando esse meu “delay” de “dívida com a sociedade”, e não tenho poucas.

Com música eu não tive muito disso porque quando trabalhava como professora, sentia a necessidade de ouvir o que meus alunos ouviam e selecionar músicas que eles curtissem para fazer as aulas com música (era minha parte favorita). Para vocês terem uma ideia, a minha primeiríssima turma de adolescentes era composta apenas por meninas fãs de Justin Bieber no início da carreira (exatamente, com cabelo de cuia e tudo). Até hoje eu tenho o My World e o My World 2.0. (y)

Ponto alto da minha vivência com essa turma: quando levei música do Bieber de surpresa na aula, após milhões de apelos, e as meninas quase tiveram uma síncope nervosa. Era um holograma do Bieber na sala ou o quê?

Enfim… Tinha época que era um saco, tinha época que eu compartilhava dos gostos dos adolas. Katy Perry e Ariana Grande, por exemplo. Ainda hoje gosto, embora não ouça com frequência. Como eu disse, na música eu tenho algo do contra peculiar, mas não muito.

O bicho pega mesmo quando é TV e cinema. E eu vivo dizendo que “esse ano vou saldar minhas dívidas com a sociedade e ver essas coisas que todo mundo gosta, para ver se gosto também.” É quase iniciar uma dieta na segunda-feira.

Com vocês, alguns dos hits da galera que até então eu não tinha/tenho a menor intimidade.

1. Harry Potter

Na verdade, o caso aqui é mais de “segunda chance”. Um dia fui assistir a um dos filmes da franquia (acho que era O Prisioneiro de Azkaban) e dei umas cochiladas no meio. Só não dormi de uma vez porque estava comendo biscoito Treloso de chocolate (um dos melhores biscoitos da vida, que na atual conjuntura não me pertence mais). Nunca li nenhum livro da franquia, não vi os outros filmes, basicamente desconheço a trajetória do bruxinho (que está completando 20 anos de lançamento) assim como também não li nada de autoria de J. K. Rowling, embora reconheça que ela teve uma trajetória inspiradora. Dia desses pego um dos livros pra ler.

2. Twilight

Primeira vez que ouvi falar de Crepúsculo foi no meu primeiro emprego como professora. Tive uma dupla de alunos de uma turma de universitários (como eu também era na época) que na hora da prova oral resolveu discutir sobre Twilight (a menina gostava, o menino não) e cada um que quisesse dar seus argumentos. Depois saíram os filmes e tal… Eu só acompanhava a zoeira em torno dos vampiros que brilham. Ainda peguei um e-book, incentivada por um amigo. Nunca terminei de ler. Talvez eu dê mais uma chance um dia desses.

3. Game of Thrones

Entrou temporada, saiu temporada, e eu continuava sem manjar muito das paradas sobre a série de livros/série da HBO. Até jogo de tabuleiro eu vi numa loja em Santiago (e comprei de presente para um amigo), mas eu mesma ver GoT que é bom, nada…

Até que o mesmo amigo que me incentivou a ler Crepúsculo fez o mesmo com Game of Thrones. Terminei a primeira temporada ontem e olhe, o povo tem razão de gostar. É bem feita pra caramba! Não toma de Mad Men o lugar de minha série favorita, mas vale acompanhar. Até minha mãe assistiu, gente!

4. Grey’s Anatomy

Não vi por uma combinação de falta de tempo + falta de vontade de ver série médica. Até agora só vi um episódio, muito por acaso. E era justamente o da morte de Derek. Dia desses eu pego a série do começo.

(Eu honestamente não ligo pra spoiler, de coração. Tem gente que fica com raiva se rolar um spoiler pelo meio, mas nunca me importei com isso. Eu comprava revista de fofoca para saber o que ia acontecer na novela, então por aí vocês tiram… Já sei quase tudo o que vai acontecer em GoT e isso não me tira a vontade de ir ver a série, porque interessante é como acontece, e isso nem a melhor descrição do coleguinha ou do site pode fazer.)

5. 13 Reasons Why

Logo quando saiu, e as pessoas me perguntavam se eu já tinha visto, eu respondia na lata: nem vi, nem verei. Entre pessoas achando uma ótima série e pessoas achando perigosa a abordagem do suicídio na série, estou entre aqueles que ainda se consideram despreparados para assisti-la. Não é desinteresse pelo tema, com o qual eu tive contato direto quando um familiar cometeu suicídio, há quase dez anos. Acredito que seja o momento em que foi lançada, eu estava mais a fim de ver um programa mais leve e assim foi. Mais pra frente, talvez, eu inclua 13 Reasons Why na minha lista de séries a assistir.

Essa é uma lista que não tem fim, e com a vida corrida do jeito que está, não dá para ver tudo mesmo, a gente faz o que pode e o que quer, quando o assunto é entretenimento.

Minutos de motivação espiritual

Os últimos dias foram meio complicados para mim. Andei fazendo alguns esforços para manter minhas energias e ânimo lá no alto, mas uma série de problemas práticos combinados acabou me deixando muito triste, chorosa, e com vontade de desistir de tanta coisa…

Mas hoje, enquanto procurava blocos de notas em branco, uma anotação de 14 de Agosto do ano passado me chamou a atenção. Era o resumo de uma pregação que ouvi na igreja naquele dia, no culto noturno; e ainda hoje eu lembro do quanto chorei naquele dia. A mensagem era, em resumo:

Manter o foco e não desesperar.

O texto base era Gênesis 37.23-36. Não lembro quem foi o pastor, mas alguns dos pontos que ele havia apresentado eu anotei no bloco:

– As aparências enganam;

– Deus está no controle de todas as situações;

– Não se precipite! Deus responde às orações no tempo e na forma dEle;

– 90% das coisas que nos afligem jamais ocorrem;

– Não ponha o ponto final onde Deus não põe o ponto final;

– Quando não sei mais o que fazer, Deus está agindo;

– Algumas pessoas/coisas precisam ir para que outras (extraordinárias!) possam vir.

Naquela noite, ouvindo essas e outras palavras, chorei como uma criança e não conseguia me conter. Foi um estalo: no meio do caos existe esperança e a gente vai sair dessa, é só manter o foco e não se desesperar! Ou seja, não jogar tudo pela janela antes de esgotados todos os recursos. E não sei você, mas eu acredito que quando algo é para ser nosso, mesmo quando os recursos ao meu nosso alcance acabam, Deus se encarrega de tudo. E isso me deu um alívio tão grande…

Hoje, lendo os tópicos, me senti aliviada novamente. Não chorei como da primeira vez, mas a minha raiva por tanta coisa estar dando errado abrandou. Talvez alguém se depare com esse texto e o receba também como palavras de esperança para não desesperar.

Ouvindo: João Senise

Olá, pessoal! Hoje gostaria de compartilhar mais uma descoberta no fantástico mundo da música brasileira: o cantor João Senise. Na verdade, a ideia era fazer um post sobre o álbum mais recente dele, Influência do Jazz; mas depois de ouvir todo o material disponível via streaming, mudei de ideia e o post vai ser mais genérico.

João Senise tem 28 anos e é filho do flautista e saxofonista Mauro Senise e da cantora e produtora Eliana Peranzetta. Como geralmente no mundo da música uma coisa puxa a outra, descobri a discografia do João quando estava escrevendo o post sobre o último álbum do Edu Lobo, Dos Navegantes.

Até agora, João Senise tem quatro álbums lançados: Just in Time; Celebrando Sinatra ao vivo; Abre Alas – canções de Ivan Lins e o mais recente, Influência do Jazz. Fui ouvindo os álbuns de trás pra frente; e Influência do Jazz já me impressionou positivamente. Primeiro por causa da seleção de músicas, segundo pelas participações especialíssimas que permeiam o disco, como Joyce Moreno, Romero Lubambo, Wanda Sá… É um bom disco, mas tem um muito melhor, na minha opinião: Abre Alas – canções de Ivan Lins. Foi ouvindo esse disco que me apaixonei real oficial pela voz do João Senise. Minhas faixas favoritas: Bilhete (que já foi para a lista de músicas que eu repito mil vezes e pretendo tocar em breve) e Art of survival. Ah, o álbum conta ainda com a participação do próprio Ivan Lins em duas músicas!

O terceiro favorito é o Just in time, que tem mais standards de jazz mesmo, e é o álbum de estreia do João Senise. Tanto ele quanto o Celebrando Sinatra tem essa pegada mais “jazz tradicional” mesmo, já pelas músicas escolhidas. João Senise é um cantor jovem, que ainda vai produzir muita coisa bacana. Vamos ficar com o radar bem ligado para os próximos lançamentos do cantor!

Assisti: “Mulher Maravilha”

O sábado foi dedicado a passar uma parte da manhã em companhia de uma turma muito boa no Cinema Costa Dourada, para uma sessão especial de Mulher Maravilha (Wonder Woman, 2017)! Junto com as blogueiras Elãine Tereza e Kárcia França assisti ao filme, que estreou dia 1º de Junho. Postei algumas fotos do evento no meu instagram (@evanaizabely) e também nos perfis da Kárcia e da Elãine. Aliás, muito obrigada e parabéns ao Costa Dourada pela belíssima organização do evento e obrigada Elãine pelo convite! ^_^ Mas agora vamos ao filme…

O plot de Mulher Maravilha, dirigido por Patty Jenkins, é o surgimento da heroína; ou seja, como a amazona Diana (Gal Gadot) tornou-se a Mulher Maravilha, saindo de Temíssera, da ilha onde só há mulheres guerreiras, amazonas; para ir encarar o mundo desconhecido da Europa em fins de Segunda Guerra Mundial. Sua missão? Encontrar o deus da guerra, Ares, e destruí-lo.

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O roteiro, escrito por Allan Heinberg, aborda o desenvolvimento da futura super heroína desde sua infância; o que foi super acertado, principalmente na escolha do elenco. A Diana criança já é para mim uma das melhores personagens mirins do cinema recente, e em boa parte isso se deve ao bom trabalho feito com a atriz mirim Lilly Aspell.

Treinada com esmero por Antiope (Robin Wright), Diana começa a revelar aos poucos a força que tem e enfim, já adulta, encontra a oportunidade de lutar para acabar com a guerra ao conhecer Steve (Chris Pine), o primeiro homem com quem Diana tem contato, ainda na ilha em que vive. É com ele que ela vai para o mundo dos homens e começa a sua luta, que a torna na Mulher Maravilha que todos conhecemos.

Dois pontos positivos do roteiro, que eu queria apontar em primeiro lugar: a abordagem feita da história mundial, que considerei acertada; tanto ao falar da história antiga, citando deuses gregos; quanto ao mencionar páginas da era moderna (a Segunda Guerra Mundial).

Como era de se esperar, o longa é repleto de momentos emocionantes, como a hora em que a Mulher Maravilha surge pela primeira vez como a heroína e vai para o campo de batalha (o público, formado quase que totalmente de mulheres na sessão aplaudiu várias vezes; eu confesso que chorei outras tantas…). Também tem um pouco de humor, especificamente no primeiro terço do filme, e o romance, que tem um peso muito pequeno no quadro geral. Aqui, a mulher não está como indefesa, mas como heroína que se impõe para cumprir seu propósito; e ao mesmo tempo o homem não é colocado em cena como um sujeito aparvalhado e dependente. Diana e Steve atuam em cooperação em parte das batalhas, isso achei interessante observar.

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A ação do filme é, naturalmente, pontuada pela trilha sonora; e isso eu tenho de admitir: embora eu não seja muito fã de filmes de super heróis (exceção feita a Batman e Mulher Maravilha), as músicas desses filmes são todas muito boas e, obviamente, impactantes. Enquanto escrevo esse post, estou ouvindo a trilha sonora oficial, disponível no Spotify – só procurar Wonder Woman ou Rupert Gregson-Williams, o compositor da trilha.

Merecidamente, acredito que Mulher Maravilha será o filme de maior bilheteria desse ano no circuito comercial. Geralmente eu sou meio do contra, mas na minha opinião vai ser difícil algum outro blockbuster superar este em 2017. Quem ainda não viu, vá assistir e leva a turma junto.

E NÃO É SÓ ISSO!! Tem mais um texto meu sobre Mulher Maravilha, no ar no Superela. Clique aqui e leia! 😉

Ouvindo: “Dos Navegantes”, de Edu Lobo, Romero Lubambo e Mauro Senise

Depois de postar o texto sobre Visions of Dawn, fiquei meio que viciada no disco e passei a ouvi-lo em quase todas as oportunidades que tinha. Depois de tanto ouvir o álbum, acabei lembrando de outro disco que está na minha lista de álbuns viciantes: Missa Breve, do Edu Lobo. Fui procurá-lo para ouvir, mas acabei trombando no último lançamento do Edu Lobo, em parceria com o guitarrista Romero Lubambo e o flautista Mauro Senise. O título é Dos Navegantes. Mudei de ideia na hora e fui ouvir o novo lançamento, feliz da vida (e meio chateada que meu radar de novidades parece não estar funcionando lá muito bem… Tô precisando calibrar o radar, tipo assim, pra ontem.

Antes de começar a falar de Dos Navegantes, informações rápidas sobre os músicos. Edu Lobo é cantor, compositor, muito conhecido pelas parcerias com Chico Buarque, que resultaram em pérolas como O Grande Circo MísticoCambaio. Romero Lubambo é um dos melhores guitarristas que tive a graça de (re)descobrir recentemente – tinha uma música dele num CD que eu tinha copiado de uns parentes do Rio quando eu tinha uns 16, 17 anos (a música era Re:Joyce); e depois achei Lua do Arpoador, parceria dele e Leny Andrade. Mauro Senise é o que conheço menos – na verdade só conheci graças a Dos Navegantesinstrumentista premiado tanto pelos trabalhos solo como pelas gravações junto com o sexteto Cama de Gato, já atuou em parceria com vários músicos reconhecidíssimos, como Raul Mascarenhas, Gilson Peranzetta e os próprios Lubambo e Lobo, em ocasiões anteriores.

Quando vi o título do álbum, já imaginei que seria um trabalho de revisitação de músicas antigas do Edu Lobo. Dos Navegantes é também o título de uma das faixas de Cambaio, de 1993. O trio, como “navegantes calejados” (como bem disse o release no site do selo Biscoito Fino) inicia a viagem no final dos anos 60 – a música A morte de Zambi é da trilha da peça Arena conta Zumbi, composta por Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri. Continua nos anos 70, passando pelas belíssimas Cidade Nova (do álbum Cantiga de Longe, de 1970); ToadaConsiderando e Gingado dobrado, essas três do álbum Limite das águas (1976). A propósito, a versão 2017 de Toada quase me faz chorar, de tão linda.

Dos anos 80, são selecionadas músicas de O Grande Circo MísticoValsa dos Clowns, O Circo Místico – toda vez que escuto essa música choro, e ontem não foi diferente (mais alguém aí se emociona muito com essa música? toca aqui o/ ) – e Na ilha de Lia, no barco de Rosa, de 1988.

Os anos 90 são representados pela faixa-título; e finalmente a única canção inédita do álbum: Noturna. Ou seja, Dos Navegantes é um passeio por praticamente meio século de música, versão revista, atualizada e beirando a perfeição. Até agora, melhor lançamento do ano!

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