Assisti: “Mulher Maravilha”

O sábado foi dedicado a passar uma parte da manhã em companhia de uma turma muito boa no Cinema Costa Dourada, para uma sessão especial de Mulher Maravilha (Wonder Woman, 2017)! Junto com as blogueiras Elãine Tereza e Kárcia França assisti ao filme, que estreou dia 1º de Junho. Postei algumas fotos do evento no meu instagram (@evanaizabely) e também nos perfis da Kárcia e da Elãine. Aliás, muito obrigada e parabéns ao Costa Dourada pela belíssima organização do evento e obrigada Elãine pelo convite! ^_^ Mas agora vamos ao filme…

O plot de Mulher Maravilha, dirigido por Patty Jenkins, é o surgimento da heroína; ou seja, como a amazona Diana (Gal Gadot) tornou-se a Mulher Maravilha, saindo de Temíssera, da ilha onde só há mulheres guerreiras, amazonas; para ir encarar o mundo desconhecido da Europa em fins de Segunda Guerra Mundial. Sua missão? Encontrar o deus da guerra, Ares, e destruí-lo.

diana-mulher-maravilha

O roteiro, escrito por Allan Heinberg, aborda o desenvolvimento da futura super heroína desde sua infância; o que foi super acertado, principalmente na escolha do elenco. A Diana criança já é para mim uma das melhores personagens mirins do cinema recente, e em boa parte isso se deve ao bom trabalho feito com a atriz mirim Lilly Aspell.

Treinada com esmero por Antiope (Robin Wright), Diana começa a revelar aos poucos a força que tem e enfim, já adulta, encontra a oportunidade de lutar para acabar com a guerra ao conhecer Steve (Chris Pine), o primeiro homem com quem Diana tem contato, ainda na ilha em que vive. É com ele que ela vai para o mundo dos homens e começa a sua luta, que a torna na Mulher Maravilha que todos conhecemos.

Dois pontos positivos do roteiro, que eu queria apontar em primeiro lugar: a abordagem feita da história mundial, que considerei acertada; tanto ao falar da história antiga, citando deuses gregos; quanto ao mencionar páginas da era moderna (a Segunda Guerra Mundial).

Como era de se esperar, o longa é repleto de momentos emocionantes, como a hora em que a Mulher Maravilha surge pela primeira vez como a heroína e vai para o campo de batalha (o público, formado quase que totalmente de mulheres na sessão aplaudiu várias vezes; eu confesso que chorei outras tantas…). Também tem um pouco de humor, especificamente no primeiro terço do filme, e o romance, que tem um peso muito pequeno no quadro geral. Aqui, a mulher não está como indefesa, mas como heroína que se impõe para cumprir seu propósito; e ao mesmo tempo o homem não é colocado em cena como um sujeito aparvalhado e dependente. Diana e Steve atuam em cooperação em parte das batalhas, isso achei interessante observar.

mulher maravilha2

A ação do filme é, naturalmente, pontuada pela trilha sonora; e isso eu tenho de admitir: embora eu não seja muito fã de filmes de super heróis (exceção feita a Batman e Mulher Maravilha), as músicas desses filmes são todas muito boas e, obviamente, impactantes. Enquanto escrevo esse post, estou ouvindo a trilha sonora oficial, disponível no Spotify – só procurar Wonder Woman ou Rupert Gregson-Williams, o compositor da trilha.

Merecidamente, acredito que Mulher Maravilha será o filme de maior bilheteria desse ano no circuito comercial. Geralmente eu sou meio do contra, mas na minha opinião vai ser difícil algum outro blockbuster superar este em 2017. Quem ainda não viu, vá assistir e leva a turma junto.

E NÃO É SÓ ISSO!! Tem mais um texto meu sobre Mulher Maravilha, no ar no Superela. Clique aqui e leia! 😉

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