Guitar heroine – update

Quatro meses de aulas de violão e já estou dando uns showzinhos em vídeos de aproximadamente 50 segundos no instagram (@evanaizabely), além de estar com uma pasta lotada de músicas. Infelizmente não treino todo santo dia, mas pelo menos umas duas, três vezes por semana eu tô lá, mandando ver nas seis cordas. Minhas missões nesse momento:

  1. Melhorar a sonoridade dos acordes com pestana, principalmente os dos primeiros trastes. Acredito que esse é o sofrimento de qualquer iniciante no violão, fazer um F, um Bb, um F#m, entre outros, bonitos e limpos. Ainda não estou no que eu queria – e relutei um bocado antes de postar o trecho de Naprawdę nie dzieje się nic (música do Grzegorz Turnau que estudei com mais afinco essa semana) no instagram, mas foi assim mesmo porque né, não preciso ser um poço de perfeição, eu sou estudante ainda! Um dia eu chego mais ou menos no nível dos músicos que me inspiram, mas é um passo de cada vez.
  2. Ler partituras. Algumas aulas pra trás, peguei partituras simples, de hinos cristãos e algumas músicas como La vie en rose (ótimo para eu treinar meu francês!).
  3. Melhorar a agilidade. Nisso eu já consegui avançar um bocado, mas ainda sofro um pouquinho quando mudo de acorde sem pestana para com pestana, às vezes a qualidade não fica legal (voltamos para o ponto 1 dessa lista). Além das transições de acordes, também quero melhorar os riffs/solos. Tenho trabalhado nisso quando estudo em casa, com músicas que consigo pegar de ouvido. Chegaremos lá.

Sobre o caso das pestanas, no violão de casa tem hora que eu acerto a mão, tem hora que não dá lá muito certo. Mas ontem peguei um violão eletroacústico com cordas de aço (o da minha casa tem cordas de náilon, além de ser apenas acústico) e gente, o milagre aconteceu! Toquei uma música e minha professora disse que o som saiu mais limpo, preciso.

O motivo não é exatamente o encordoamento (que tem mais potencial para machucar os dedos, mas como os meus já estão calejadinhos, não senti tanto dessa vez) mas o braço do violão que experimentei, que é mais fino, lembrando o braço de uma guitarra elétrica. Me atrapalhei um pouco no começo porque o espaço entre as cordas é menor nesse tipo de violão, então às vezes eu botava um acorde meio errado lá no meio, mas no final das contas foi um sucesso. Me encantei por esse violão apenas por essa facilidade. Ainda prefiro as cordas de náilon, mas olhe, esse me conquistou.

Então estou com a ideia de comprar mais um violão. Quando escolhi voltar a estudar o instrumento, o fiz porque tenho um à disposição em casa então seria um gasto a menos com instrumento, mas nos próximos meses acho que vou adquirir um “par” para o nosso. Assim, eu posso praticar nos mesmos horários que meu pai e, quem sabe, a gente possa tentar tocar algo juntos – se bem que nossos repertórios são BEM diferentes, mas dá para achar uma intersecção. Provavelmente, vai ser um com cordas de aço, com configuração semelhante ao que experimentei ontem, justamente por já ter um com corda de náilon e seria muito legal ter dois instrumentos com diferentes sonoridades para estudar; mas ainda estou na fase de pesquisas. Até o fim do ano, teremos novidades.

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