“Invisible Cinema”, do Aaron Parks

Alô, meu povo! ^_^ Depois de escrever sobre o crush da semana, parei para prestar atenção na minha biblioteca do Spotify e observei que tem uma montanha de artistas que eu incluí, mas jamais escutei um álbum inteiro e/ou só ouvi uma ou duas músicas no máximo. O critério de inclusão era basicamente esse: “olha, eu gostei dessa música que o app indicou, vou salvar pra ouvir depois!” O “depois” vira “nunca” e fica lá o nominho só engrossando a lista de artistas que eu sigo, mas sem realmente conhecê-los.

Então, resolvi explorar melhor a minha biblioteca do Spotify nesse segundo semestre, ouvir todos os álbuns de todos os artistas que eu sigo por lá e aproveitar o espaço aqui do blog para compartilhar o que achei de cada um (já é uma prática, mas agora vai ficar mais constante). Se eu gostar, se eu não gostar, se eu ouvir o disco 44 vezes num dia só, vai ser tudo registrado aqui.

invisible-cinema

Então vamos ao primeiro da lista: Invisible Cinema, disco de 2008 do pianista estadunidense (de Seattle – a.k.a locação da minha série favorita, Frasier) Aaron Parks. Ele começou a carreira ainda adolescente – a primeira gravação dele data de 1999, ou seja, ele tinha 16 anos! Invisible Cinema é o primeiro álbum dele pela Blue Note, mas antes disso sua discografia já constava de The Promise (1999), First Romance (2000), The Wizard (2001) e Shadows (2002).

Como eu descobri Aaron Parks: graças ao mix que o Spotify faz pra gente com base nas nossas preferências musicais registradas. A música em questão era Travelers, desse álbum. Marquei a faixa com um coraçãozinho e comecei a segui-lo. Ontem parei um pouquinho (leia-se “deixei o Frogtown de lado um pouquinho”) e ouvi o Invisible Cinema.

Primeiras impressões, em tópicos:

1) Hm… Esse álbum tem uma pegada meio “soturna”. Com exceção das duas últimas faixas (Praise e Afterglow), eu me senti transportada para um ambiente escuro, meio sombrio – tipo uma casa com arquitetura antiga, móveis de madeira de lei, sabe? Não achei uma imagem que ajudasse a visualizar a cena como eu a imagino, mas pensem aí em algo com pouca luz e tons amarronzados.

2) Querido baterista que participou desse álbum: não sei quem és, mas já ganhou meu respeito! O baterista em questão é Eric Harland. Gostei tanto da atuação dele nesse álbum que acho que dia desses vai ter um post inteiro só pra ele… vamos acompanhar.

Minhas duas faixas favoritas Nemesis (é a faixa mais ouvida dele no Spotify, não é por acaso, é uma composição poderosa. Nessa música especificamente, o que mais me chamou a atenção nem foi a bateria, mas a guitarra – by Mike Moreno) e Harvesting Dance. Em terceiro lugar, vem Travelers, que foi a música que me apresentou a Aaron Parks.

Não foi amor à primeira audição e provavelmente não será um dos meus discos favoritos da vida, mas achei Invisible Cinema um álbum interessante. Depois de ouvir o álbum pela terceira vez, continuo achando que ele tem uma pegada mais “escura”, “sombria”. Também o vejo como o tipo de música que a gente pode ouvir durante o trabalho no escritório – sabe playlist “mantenha o foco”? Pronto, esse álbum encaixa direitinho nesse propósito, para quem curte trabalhar ouvindo jazz.

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