Ao vencedor, as batatas (doces)

Voltando a compartilhar um pouco do meu meio esquecido processo de reeducação alimentar, o “bora ser fitness”, essas coisas. Sobre rotina de exercícios, firmei no pilates+zumba. Sinto uma vontadezinha de ir correr, principalmente quando ouço Silver and Flint ou A beautiful mine (é, o tema de abertura de Mad Men está na minha playlist de corrida), mas anda difícil de reinserir essa atividade na minha rotina por causa dos meus horários mesmo, e também com as chuvas que andam caindo…

Se bem que a chuva não é exatamente problema. Ontem voltei da zumba debaixo de toró porque esqueci o guarda-chuva em casa e estamos aí, bem vivas.

Enfim, em termos de atividade física estamos bem, obrigada. Em setembro, se Vênus me ajudar, virá alguém estarei de férias e vou libertar de novo a corredora de rua que há em mim. Por enquanto só tô liberando a Beyoncé interior mesmo.

A bronca é a comida, gente. Hoje mesmo minha mãe me joga na cara que não estou mais tão rígida quanto estava antes, isso porque peguei um pouco de sobremesa a mais (uma colher de sobremesa extra, avaliem). Estou comendo sobremesa todo dia, porque tem sobremesa em casa. Dia desses comi biscoito porque tinha logo ali, junto da minha mesa de trabalho, e comi umas frituras (e outras guloseimas) aí num evento do trabalho; mas ó, tudo na consciência.

O fato de ter comido essas coisas porque tive a oportunidade não quer dizer que eu tenha deixado absolutamente de comer frutas, legumes e as outras coisas naturais e saudáveis. Para ficar mais atenta ao que como e cortar possíveis ataques de culpa por ter comido um brownie, resolvi começar a anotar tudo o que como no meu bullet journal feito no Evernote – aliás, esse é meu segundo dia de bullet journal, acho que vou me dar bem com ele.

Eu já tinha começado as anotações no diário de papel, mas muitas vezes acabo esquecendo de anotar e aí bagunça tudo.

Comecei a registrar mesmo a partir do café da manhã de hoje, mas ontem mesmo, na hora do jantar, me peguei pensando no quanto meus gostos mudaram. Por exemplo, aprendi a apreciar raízes, como a batata doce.

Sempre gostei de batata inglesa: frita, assada, purê, com ervas, etc. Mas a tal da batata doce, só por ter doce no nome já me causava um impulso de rejeição. Depois que comecei a dieta, fui apresentada por uma então colega de trabalho às coxinhas fitness, de batata doce com frango. Provei uma e pronto, comecei a mudar meus conceitos sobre a tal da batata doce.

Eu já estava curtindo o inhame, depois incluí a batata doce, novo ingrediente fitness que me conquistou, às minhas preferências. Só não deu mesmo pra macaxeira (ou aipim, em algumas regiões do país): tentei, tentei e não rolou o amor. Pena…

Até agora, meu repertório de receitas com batata doce não está muito vasto. Só conheço a coxinha, o purê e, mais recentemente, o pão de batata doce, que eu peguei a receita com a professora de zumba mas ainda não testei. Pretendo fazê-lo em breve. E se alguém aí tiver uma receita fit (com batata doce) para compartilhar, pode chegar, estamos aí.

(E pronto, esse post foi só pra compartilhar mesmo o quanto um ódio injustificado pode virar amor, dependendo do tempo, das necessidades, da oportunidade…)

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