“A Casa de Chá” – trilha sonora

Olá! Já que os capítulos de “A Casa de Chá” estão sendo publicados atualmente lá no Sweek – conforme a postagem anterior – hoje resolvi vir compartilhar a playlist que criei especialmente para este projeto. Para você que está chegando ao blog agora, eu tenho por hábito, toda vez que estou escrevendo algum texto – especialmente se for de ficção – selecionar músicas que me inspiram a criar aquele universo específico e montar a playlist, como se fosse uma trilha sonora de novela – porque eu penso nas histórias que crio como se fossem novelas mesmo!

Design sem nome

Então, com vocês, as músicas:

http://open.spotify.com/user/cg9kzzmrythrutagkqpm43ws/playlist/3OUz9liQr50PttgulkATVx?si=dGlbYxiRVa_COCCe_kk9Q

Espero que curtam a seleção! 😉

 

 

“A Casa de Chá” no Sweek

 

Design sem nome

Olá, pessoas! Passando por aqui para avisar que estou com perfil ativo no Sweek e a partir de então, estarei publicando por lá meus textos de ficção!

O primeiro da fila é “A Casa de Chá”, que eu escrevi ano passado, durante o mês de abril. Até então temos dois capítulos publicados. Vou manter (ou ao menos tentar) a frequência de um capítulo por semana, e sempre que tiver novidade, aviso por aqui. 😉

Link para o meu perfil no site: https://sweek.com/profile/AgIGBgAGAG4CAwgBCw==

Link para “A Casa de Chá”: https://sweek.com/pt/read/72125/1102674648

Ah, acabo de perceber que o site do Sweek não é lá muito amigável para quem usa o navegador Microsoft Edge, mas se você usa Google Chrome ou tem o app do Sweek ou ainda usa o navegador do celular para ler, consegue acessar sem problemas. 😉

A pessoa mais sumida da Internet

Sim, sou eu. Fiquei sem ânimo e meio sem tempo de parar e escrever alguma coisa decente por aqui, mas de vez em quando é bom tirar a poeira, né?

O semestre acabando e estou me equilibrando entre a vida acadêmica, o trabalho, a música, vida pessoal, cuidar da saúde – mental, principalmente. Ontem, no meio do engarrafamento provocado pelas chuvas em Recife, terminei de ler o livro 10 argumentos para você deletar agora suas redes sociais, do Jaron Lanier; e embora eu ainda não tenha deletado nada ainda, ando enjoada. Faz quase uma semana que não acesso instagram, nem twitter, porque só ficava rolando o feed, sem vontade de dizer nada para os seguidores; além de me sentir mal rolando o feed em vez de pôr a minha vida para rolar. No Facebook eu só entrei no dia depois do meu aniversário, porque ainda tem umas 10 pessoas que mandam parabéns por lá, mas o resto do mundo meio que não lembra ainda que estou lá. Porque é como se não estivesse mesmo, até desativei o aplicativo no celular e só uso o Messenger. É a única rede que está em vias de ser deletada de vez da minha vida. Apaguei a conta do Stage 32 também, porque me é inútil.

Terminei o livro no metrô e já emendei com outro: Comer, rezar, amar. Estava na minha wishlist da Amazon faz é tempo; e agora divido minha atenção entre ele, um livro sobre Cleópatra, os artigos das disciplinas que estou cursando na universidade, e a Bíblia. Não estou enlouquecendo, dá tempo de ler tudo com calma e daqui a pouco vou ter miniférias.

O Raízes – grupo no qual canto – fez uma apresentação no Café Cultura mês passado; e vamos voltar lá no fim do mês. Ah, o café foi inaugurado em abril, e nós estávamos lá! Lembro de estar toda me tremendo no final da primeira música, o espaço ainda tinha poucas pessoas quando a apresentação começou; e eu lembrei muito de Nos bailes da vida, especificamente da parte que diz “… de tocar um instrumento e de cantar não importando se quem pagou quis ouvir…” Foi bonito. Consegui me segurar e não chorei. Chorar cantando é algo que me acontece com certa frequência, mas em público eu tento segurar um pouco a onda. Nem sempre dá certo.

Segurar o choro foi o que não consegui fazer ouvindo as primeiras duas faixas de Quase memória, álbum recém-lançado de Edu Lobo, Mauro Senise e Roberto Lubambo. Dono do lugar (que está no álbum Tempo presente, de 1980) é uma das minhas músicas favoritas da vida e sempre me emociono com ela. E a segunda faixa, a inédita Terra do nunca, me fez verter lágrimas de tão linda que é. É daquelas músicas que vou cantar pra minha sobrinha (de 8 meses) na primeira oportunidade ❤ Como eu não consigo lembrar de canções de ninar, desde que ela nasceu eu canto qualquer música que me vier à cabeça quando estou com ela nos braços, tipo Clareana, da Joyce. Funciona: a menina dorme que é uma beleza…

Tô tão sumida que comecei a publicar A casa de chá no Sweek e não voltei lá pra postar o resto da estória. Mas eu vou voltar.