O dia em que descobri que engordei – e quase entrei em pânico

Eu estava evitando as balanças. Houve um tempo, no começo da reeducação alimentar, em que eu me pesava quase toda semana, para verificar progressos. Meio quilo = uma vitória. Depois parei com isso porque estava ficando ansiosa e ansiedade não é algo que eu queira alimentar na minha vida. Voltei para a nutricionista, atestei minhas melhoras (aumento de massa muscular, uma ligeira diminuição no percentual de gordura, etc) e ainda tenho um longo caminho pela frente.

Mas o que acontece em um determinado momento é que a gente se sente com licença para furar a dieta vez ou outra. Aniversários, páscoa… O mês de Abril (aquele em que eu achava que não acontecia nada) é recheado de oportunidades para enfiar a cara nas guloseimas, e eu acabo não resistindo. No começo da semana, devo ter falado para minha mãe, para o boy e para mais umas duas ou três pessoas chegadas que eu estava louca para comer bolo de aniversário. Não comi, mas enfiei a cara em pão de queijo, milkshake (que nem estava tão gostoso assim, ou fui eu que desacostumei), um pastel de frango com queijo MUITO DO RUIM, com gosto de nada (e com o equivalente a aproximadamente uma colher de chá de requeijão, que seria o “queijo” da história). Me pesei e vi que engordei dois quilos, o que me deixou meio preocupada.

Fiquei com medo de “regredir” e voltar a pesar o que eu pesava antes, e voltar a ter todos os problemas de saúde que tinha antes.

Pior ainda: fiquei com medo de ficar noiada com emagrecimento, criar um medo de comer e acabar tendo outro problema de saúde – mental.

Mas como disse uma amiga minha quando falei que tinha engordado “tudo isso”: ainda dá tempo de voltar. Ter saído da rota da dieta por uma ou duas semanas não é o fim de tudo, não significa que eu tenha deixado de comer as frutas, saladas e leguminosas e as outras coisas saudáveis. Sinto muita falta quando não tem salada no almoço, estou me sentindo cada vez menos chata para comer frutas e verduras, peixes, e isso é ótimo (ainda encrenco um bocado com carne vermelha). O negócio é lembrar meus limites. Pensar na dor que eu posso sentir se eu como mais de um pedaço de bolo ou se como um pão que não seja integral. Pensar que a profusão de docinhos e salgadinhos, a pizza, tudo isso é para ocasiões esporádicas, não para o cotidiano. E se esse mês foi difícil para manter a linha, tudo bem; mês que vem vai ser melhor (afinal, o único aniversário comemorado será o meu, haha). Não posso viver me culpando por comer, ninguém pode. O que posso fazer é escolher bem o que eu como, tanto para evitar o mal estar como para evitar os arrependimentos por ter gasto dinheiro com algo que nem me apeteceu tanto como na minha ideia.

E evitar as balanças, porque elas têm o poder de gerar uma preocupação que não preciso ter. Minhas coxas estão mais finas, os pneuzinhos nas costas deram uma sumida, e o número na balança deu uma subidinha. Em vez disso, eu devia comprar uma fita métrica, porque as roupas estão ficando folgadas, eu quero comprar umas roupas massa em lojas virtuais e ainda não sei direito quais são minhas novas medidas. Isso, junto com as taxas dos exames de sangue e o bem estar do meu estômago, é o que preciso saber.

Um trem desgovernado chamado Eu

Eu costumava achar que Abril era um mês em que nada acontecia. Isso porque, quando fazia aquelas tradicionais retrospectivas de final de ano, eu não conseguia lembrar de nada relevante que tivesse acontecido no quarto mês do ano, além de foi Páscoa e enchi a cara de chocolate.

Nos últimos três anos as coisas mudaram muito nesse aspecto. Coisas importantes me aconteceram em Abril, mais para o bem do que para o mal (o que já quebra aquela ideia de inferno astral que a turmada astrologia diz que tem – se o meu existe, não é perto do meu aniversário). Mas nos últimos dias, eu me percebi perdendo o controle…

Não ando conseguindo meditar, minha prática anda meio furada. Aí teve aquele monte de emoções que andei represando até que chorei  no meio do musical na igreja  (tem trechos no YouTube, nem dá pra me ver chorando, ainda bem).

Musical Imensa Graça: http://www.youtube.com/playlist?list=PLRCHAAMsXXz3HOfcGzr6rWaZxBR2-qkO5

Acho que estou comendo mais do que devia também. Em uma tarde no shopping, foi batata frita, café  (curti, com calda de cereja), donut (não gostei, com muito açúcar) e brigadeiro Romeu e Julieta, apenas a melhor coisa já inventada. 

Café cereja
Diretamente do Café Donuts, no Costa Dourada

Para tentar tirar a culpa da jogada, fico me lembrando que estou jogando essas calorias fora no pilates e na zumba  (que inclusive merece um post só para ela), mas ainda assim, preciso segurar a onda porque, como num comercial da Polishop… Não é só isso! 


Caça aos ovos no trabalho. Pãezinhos  (integrais) na sexta-feira santa. Bolo Souza Leão. Lasanha. Só alegria…

Hoje o chocolate foi 70% cacau. O único ovo da casa, o primeiro que comprei sozinha na vida. Isso é um sinal de amadurecimento? Um dia desses eram dois ovos de Páscoa em casa; um só meu e um só da minha mãe  (não que fizesse muita diferença, já que todo mundo comia tudo junto mesmo, mas o meu geralmente vinha com brinquedos). Depois, passada a fase dos brinquedos, eram dois ovos iguais, que minha mãe comprava, plus o ovo que ganhava na escola e os chocolates que ganhava dos alunos – a época de maior fartura chocolateira. Semana passada liguei para minha mãe e avisei que ia comprar o ovo. O único da casa, dá e sobra para três adultos. 

Talvez um dia, como na vida tudo é cíclico, eu volte para a fase dos ovos com brinquedos. Ou não. Por enquanto, felizmente, dá para comprar os Shopkins separadamente.

Essa semana a gente tenta voltar à programação normal, pelo bem da alma – e do estômago. 

(E tô gostando de usar o aplicativo do WordPress! Acho que isso vai me dar o gás que precisava pra escrever mais frequentemente)

Meu primeiro bolo funcional

Quando comecei a reeducação alimentar, passei 30 dias sem ingerir glúten, nem lactose, nem açúcar. Foi difícil? Dificílimo! Para me ajudar na empreitada, adotei mudanças de hábitos como levar a marmita para o trabalho todo santo dia (salvo algumas exceções raríssimas), o que me faz não precisar sair do prédio para almoçar ou lanchar. Isso foi fundamental no começo, porque aí eu não via a oferta de bolos, brigadeiros, coxinhas, empadas, sorvetes, milk shakes e afins, que poderiam me tentar e trazer muito mais sofrimento. É aquele negócio mesmo de o que os olhos não veem, o coração não sente, hahaha.

Não sou celíaca nem intolerante à lactose, mas diminuí bastante o consumo desses itens, mesmo depois do período de restrição. O mesmo para o açúcar – quanto menos, melhor! E para me ajudar na empreitada, aproveitei as dicas da minha nutricionista, a Kayser Figueiredo, para pesquisar mais sobre alimentação funcional e começar a preparar alguns lanches.

Depois de um tempão só na pesquisa, finalmente comprei os ingredientes e fiz minha primeira receita: um bolo de cacau com tâmaras, sem glúten, sem lactose e sem açúcar!

Usei a receita do bolo de cacau desse site e dei uma subvertida massa: primeiro que eu substituí o açúcar completamente pelo creme de tâmaras. Segundo que bati o bolo como antigamente: à mão! Suei bonito, viu? Antes desse, tive uma experiência com um bolo de liquidificador que acabou solando graças a minha ansiedade que me fez abrir a porta do forno antes do tempo… ¬¬’

O resultado foi parar no meu instagram (não estou conseguindo postar aqui hoje): uma modesta fatia do bolo, sem recheio nem cobertura, que não ficou tão doce como de costume (o que gerou estranhamento nos paladares daqui de casa), mas que posso considerar um sucesso (não solou, é suuuucesso!). E adorei fazer o leite de amêndoas, achei inclusive melhor que o de coco (que eu fiz só uma vez, quando preparei um shake de mamão e abacate lááá no começo da dieta nova). O próximo vai ser com cobertura, mas vou demorar um pouquinho para fazer de novo.

Minhas próximas receitas devem ser de pães sem glúten, para dar uma variada no café da manhã, já que faz um tempo que não como pão e comprar a versão sem glúten é meio tenso para o orçamento, além de eu morar meio longe das lojas especializadas. Já que é assim, botaremos a mão na massa!

A crepioca “apocalíptica”

Fazia algumas semanas que eu estava querendo fazer crepioca. Primeiro, para ir à cozinha e exercitar minhas habilidades culinárias (que passam muito tempo adormecidas como um vulcão extinto, mas eu sei que elas existem) e também porque queria experimentar uma crepioca, prato que eu nunca tinha comido. E aproveitar esse momento detox, tô voltando a ser fit depois de 24 horas jacando etc.

Tinha uma noção de como se preparava, mas resolvi buscar uma receita para me garantir. Fui lá no Panelaterapia e peguei essa receita, fui pra cozinha e fiz (no lugar do ovo comum, usei um de capoeira) . Tudo perfeito, exceto pela parte da frigideira, que não tava muito legal de antiaderente, então na hora de tirar, minha linda e dourada crepioca ficou toda esculhambada.

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Dei uma remontada nela e assim nasceu a crepioca apocalíptica. De cara tava toda esculhambada, a bichinha, mas pense num café da manhã deli! Sem contar que é a única forma possível até hoje  de eu comer ovo, além da omelete (não gosto de ovo frito ou cozido).

Para a próxima vez que eu for fazer uma dessas (vou preparar para o meu pai um dia, ele vai adorar!), já está anotado: preciso de uma frigideira melhorzinha, ou untar a que tenho com óleo de coco (se é pra ser fit, vamos fazer direito!). Detalhe que nem coloquei cozinhar mais como uma resolução de ano novo, mas já comecei encarando as panelas, e isso é bom. Para mim é ótimo, estou me responsabilizando mais pelo que eu como e deixando de ter preguiça e medo de errar.

Tô de ressaca, mas eu tô legal!

Comi uma bisnaguinha (e tô de boas)

Eu poderia sair me gabando por aí, dizendo que vai fazer dois meses que não boto um pão na boca. Na verdade, eu poderia ter riscado pães para sempre do meu cardápio desde que comecei a sentir dor após ingeri-los. Mas nesses dois meses, comi três pãezinhos e por mais que a culpa rondasse (saindo da dieta, hein, dona Evana?), esses pãezinhos me deram um pouco de alívio, por simplesmente não estar mais sentindo dor depois. Ou seja, é um progresso, o tratamento tá fazendo efeito…

Isso quer dizer que vou desbundar geral e voltar a comer dois pães assados na chapa no café da manhã? Que vou poder voltar a trocar o almoço por um croissant misto na padaria perto da repartição? Well, não. Bisnaguinha foi uma vontade de momento, que respeitei, achei que devia. Uma porção pequena, com um pouquinho de manteiga, e pronto: essa foi minha pequena concessão, o único carboidrato simples num menu repleto de carbos complexos (peguei gosto pelas raízes), frutas em todos os lanches, gordura boa e praticamente zero açúcar refinado. Poder uma vez no mês não é liberar todo dia, né? Então culpa, sai pra lá.

Mais de um mês depois…

Comecei o acompanhamento nutricional funcional no dia 08 de outubro e desde então estou seguindo uma dieta nova e bem regrada. Só abri uma pequena exceção no aniversário da minha sobrinha postiça, no dia 22, e na noite do mesmo dia, eu já estava de volta à programação normal. O objetivo principal era regularizar minha saúde, que estava bem esculhambadinha (pangastrite, duodenite, amenorreia, só maravilhas). Passei os primeiros trinta dias sem consumir nada que contivesse glúten e lactose, e investindo em frutas, legumes, alimentos sem corantes e outros corantes e temperos artificiais. Foi basicamente um reaprender a comer, como uma criança. E eu passei boa parte da infância sendo chatinha pra comer, então avalia…

O começo é difícil, mas agora que passaram os primeiros 45 dias, acho que está mais tranquilo, e não sinto mais falta dos biscoitinhos… Se bem que pretendo voltar a fazer minhas próprias receitas muito em breve em vez de consumir os industrializados, é só o trabalho dar uma aliviadinha.

Com vocês, o que mudou em mais de um mês de reeducação alimentar:

1. This is just to say
I have eaten
the plums
that were in
the icebox

and which
you were probably
saving
for breakfast

Forgive me
they were delicious
so sweet
and so cold (William Carlos Williams)

Pois: esse poema me veio à cabeça quando provei ameixas frescas pela primeira vez… e gostei! Eu tinha um baita preconceito com ameixas, ainda hoje não gosto de ameixa seca, bolo de ameixa eu nunca curti, não vou mentir… Mas as ameixinhas entraram pro meu cardápio, gosto do sabor e sempre recito William Carlos Williams mentalmente antes de comer.

Mas não me venha com ameixa seca, que eu não vou comer.

2. Totalmente sem açúcar (ou quase…)

Quando teve o aniversário da Marina, comi um docinho aqui, outro ali… Mas como no dia da festa já fazia duas semanas que eu estava na dieta, achei um simples beijinho de coco doce demais. Quase todos os sucos que tomo na rua são sem açúcar e não sinto falta, de verdade. Meu organismo está se adaptando a não receber açúcar refinado.

3. Ai, os queijos…

Minha maior dificuldade está sendo com os queijos. Amo queijo de todo tipo, e venho tentando pegar leve nesse item. Ainda não provei tofu, mas é algo que vou fazer em breve para tentar reduzir ainda mais na quantidade de queijo que consumo. Provei uma versão lac-free da Verde Campo, que tem quebrado o galho.

4. Os grãos

Tenho um pouco de dificuldade com feijões (estou superando aos poucos), mas descobri que grão de bico e lentilhas são ótimas opções para substituir. São presença garantida na minha marmita. (como fora raríssimas vezes, desde o episódio de gastroenterite do ano passado).

5. Sazon não!

Dia desses eu me senti um pouco mal, depois de comer algo que estava temperado com um pouco de caldo de galinha, daqueles artificiais. Logo, o mal estar foi proporcional à quantidade de tempero sintético presente no prato (e se tivessem colocado mais, eu tava era lascada)

6. E quando tem festa?

Não vou ser a chata do rolê e ser a única a não comer bolo e um doce aqui e outro ali num aniversário ou casamento. Sábado passado mesmo comi um pedaço de bolo e fiquei de boas (meu estômago não doeu! YAY!). O problema é tornar o tal de comer esses lanchinhos uma coisa constante. Uma vez ou outra (nos eventos especiais que acontecem) eu vou comer sim, e com gosto, bolo, doce de leite, coxinha, pizza, lasanha, essas coisas. Mas num geral, vou manter os hábitos aprendidos. Levei mais de 20 anos pra me organizar em termos de alimentação, não é agora que vou dar pra trás, né?

Resumidamente, não tenho passado fome, tenho descoberto algumas comidas, o sono melhorou (não que estivesse exatamente ruim, mas deu um upgrade),  humor estabilizou e não ando mais tão inútil pelos cantos (semanas antes da dieta, eu andava tão sem energia que estava me sentindo um pano de chão, fui falar com meu médico e foi assim que tudo começou). Acabou dando uma diferença legal na balança também (- 4Kg) Também faz algum tempo que não tenho uma gripe… Imunidade baixa era meu principal sinal da TPM, agora não sei mais como identificar… E o ciclo tá aí, se arrastando. 😦 Deve ser sinal da SOP (Ovário Policístico, para os leigos), e teremos de tomar outras providências a respeito.

Três dias sem glúten (e contando)

Recentemente comecei a ter mais dores de estômago do que o usual (só acontecia quando eu ficava tensa, com raiva, etc). Somado a isso, queimação, desconforto o dia inteiro, dor até se eu comesse PÃO. Comecei a achar que tinha desenvolvido intolerância a glúten depois de velha adulta e um belo dia corri para o médico para contar meu drama. Ele me mandou fazer alguns exames, entre eles uma endoscopia, e foi lá que descobri que uma pangastrite e uma duodenite estão me fazendo companhia.

Ainda falta o resultado de um exame (para detectar a presença ou não de H Pylori), mas desde então saquei que alguma coisa no meu estilo de vida precisaria mudar. Muitas coisas, na verdade: preciso levar a vida com um pouco mais de leveza (melhorei, mas ainda preciso aprender muito!) e mudar um bocado a minha dieta.

Eu tinha começado uma dieta ano passado, perdi sete quilos e ainda tive o bônus de diminuição das dores, mas voltei à vida louca e recuperei cinco dos sete que tinha  despachado. E ano passado o foco era mais emagrecer mesmo, porque eu não estava exatamente muito satisfeita com o peso na época. Dessa vez, procurei uma nutricionista funcional com o objetivo primário de começar a botar ordem na bagunça que eu tô por dentro.

Passei duas horas no consultório da Dra. Kayser Figueiredo, fazendo uma análise minuciosa do meu histórico desde a infância até aquele dia: desde a obesidade infantil até as ites recém descobertas, passando pela síndrome do ovário policístico e episódios de prisão de ventre que andavam bem recorrentes. Saí de lá com algumas orientações nutricionais e requisição de mais exames. Entre as instruções, por um mês vou me abster de glúten, leite e industrializados (como embutidos, comidinhas processadas, com corantes e tudo isso). Refrigerantes eu já não tomo há cerca de um ano, então é uma coisa a menos para cortar.

No domingo teve uma pequena derrapada (uma lasanha…), mas na segunda-feira já retomamos a programação normal e estou seguindo com determinação… Ainda mais que nesses três dias sem comer nem mesmo meus amados biscoitinhos integrais, sem meu cereal de lei no café da manhã e sem sorvete de nenhum tipo, estou praticamente sem dores! Ainda rola um pouquinho de desconforto, tenho muita coisa a incluir no cardápio, estou aprendendo as receitas funcionais, e a vida corrida não ajuda muito. Mas ando bem disposta a aprender, a largar mão da chatice pra comer e melhorar.

A princípio é um caminho meio solitário, só tenho sentido apoio efetivo da minha mãe mesmo (ela tem me ajudado com as receitas e indicado lugares bons pra comprar as coisas). Mas pode ser bem divertido, e não é para sempre, né? Em um futuro próximo espero poder voltar a comer uma boa massa sem me sentir mal depois, e visitar a hamburgueria artesanal que abriu perto daqui de casa e ainda não fui. ^_^.

Quando eu voltar a falar do assunto aqui, vai ser para falar das novas receitas e comprinhas e o impacto financeiro que as mudanças de hábitos ocasionaram. 😉