A louca dos idiomas | Um pouco da minha biblioteca

Ao longo dessa jornada aprendendo idiomas (e também ensinando inglês) formei uma pequena biblioteca, que naturalmente continua crescendo… não sei como vai ser para arrumar mais espaço para tanto livro, mas a gente segue!

No post de hoje, compartilho alguns dos livros que adquiri para continuar estudando e também para agregar ao meu planejamento.

Inglês

Oxford English Grammar (Advanced)

Ganhei essa gramática durante um evento da BrazTESOL, se não me engano em 2017 – Sei que foi o último evento do qual participei, mas estou ficando ruinzinha com datas… tem também as edições Basic e Intermediate. Como no momento não estou lecionando, não me utilizei dele para planejar aulas, mas para estudo, sim.

Monica’s Gang

Comprei quatro revistinhas pela internet, quando eu ainda dava aulas para crianças. Ou seja, sempre que tinha oportunidade, incluía algum história ou trecho em alguma aula. 🙂

Alemão

Dicionário Michaelis

Pelo aspecto meio acabadinho, já dá pra notar que foi meu primeiro material didático nas aulas de alemão, lá em 2007! Hoje me utilizo mais do dicionário do celular, mas de vez em quando recorro a esse ainda.

Netzwerk

Este foi um dos livros que usei durante o intercâmbio. Como meu tempo na Alemanha acabou antes de acabar o nível, sigo estudando por conta própria, e fiz alguns avanços!

Francês

Visual dictionary

Nunca estudei francês formalmente, só pela internet, e quando eu estava mais empolgada, comprei esse dicionário. Coisa mais linda! Um dia ainda compro um desses Inglês-Alemão.

Polonês

Dicionário inglês-polonês

Durante um evento do BrazTESOL chapter Recife, dando uma volta pela loja SBS me deparei com esse dicionário. Sendo doida para aprender (e conhecendo uma ou duas letras das músicas do Grzegorz Turnau), fui lá e comprei o dicionário.

1000 primeiras palavras em polonês

Esse livro é uma maravilhosidade na vida da pessoa. Comprei junto com o dicionário. Amo uma coisinha ilustrada, que facilita a memorização (viva os flashcards!)

Se você se interessou por algum desses livros, indico fortemente a livraria SBS para adquiri-los, ou a Amazon.

A louca dos idiomas: fatos sobre minha jornada como aprendiz

Voltando aqui ao blog para compartilhar algumas curiosidades (pelo menos eu considero assim) sobre minha jornada como aprendiz de línguas estrangeiras.

Quando comecei a pensar esse post, queria mencionar 31 itens (foi logo depois do meu aniversário) mas à medida que fui escrevendo, mudei de ideia e vão ficar apenas os que considero mais importantes (e os que vou lembrando também).

1. Comecei a me interessar e aprender inglês entre os 5 e os 6 anos de idade, com um livro do meu tio, que fazia a 6a série na época. Não fui matriculada em nenhum curso de inglês até os 17 anos. Antes disso, tive uma passagem de uma ou duas semanas em um curso na minha cidade quando eu tinha 13 anos, mas larguei para fazer aulas de violão (ou para ficar em casa, na internet, não lembro bem o que veio primeiro)

2. Um dia, resolvi assistir a aulas de japonês pela televisão, num programa que tinha na TV Cultura e passava pela manhã. Provavelmente eu estava de férias naquela época… E eu ainda lembro de uma ou outra frase que aprendi vendo o programa (só assisti a um episódio).

3. Desde pequena eu sonhava em aprender a falar alemão e polonês. O alemão eu comecei a estudar com auxílio da internet tão logo eu consegui ter banda larga em casa, isso lá pelo fim de 2006. Falar inglês me ajudou muito nisso, já que boa parte dos materiais que eu encontrava para ensinar qualquer outra língua tinha explicações em inglês. Descobri o site da Deutsche Welle e baixei todos os episódios de um curso chamado Deutsch: warum nicht? A primeira frase que aprendi em alemão foi Das ist ein Lied, que significa “Isto é uma canção”. Já com o polonês eu só fui ter contato mais tarde, em 2015, acho, e a música me ajudou muito nisso.

4. Falando em música… ela sempre foi minha principal ferramenta para aprender. Naquele tempo que fiquei de bobeira em casa, navegando na internet, meu principal hobby era pesquisar letra de música e traduzir. Inclusive, eu levava as traduções para a escola! Eu vivia agarrada no meu dicionário escolar e usava um pouco os tradutores eletrônicos, como o Altavista, mas na época esses serviços online eram bem ruinzinhos e eu tinha que refazer o serviço todo, praticamente. Boa parte dos artistas que conheço e admiro hoje, só descobri graças às minhas pesquisas sobre músicas em alemão, polonês, francês e italiano (vou fazer um post em breve só sobre isso).

5. As traduções que eu fazia para meus amigos me ajudaram a definir que eu queria seguir carreira como tradutora. Não foi exatamente o que aconteceu: traduções são bem esporádicas na minha vida e eu acabei seguindo pelo rumo da educação.

6. Decidi fazer o intercâmbio para a Alemanha graças a dois desconhecidos com quem conversei na fila das Lojas Americanas. Acho que já comentei isso em algum post (se não foi nesse blog, foi em um mais antigo) que na época do boom de Suape, tinha muito estrangeiro aqui na região e um belo dia lá estava eu esperando pra passar minhas compras quando ouço dois homens conversando em alemão bem atrás de mim. Fazia bem mais de um ano que eu tinha parado de estudar formalmente (fiz dois semestres como eletiva na Universidade), e eu fiquei tão chocada que eu tava entendendo a conversa que eu virei e comecei a conversar com os caras! Eles também ficaram meio chocados que tinha uma pessoa na fila que falasse alemão 🤣 E eu fiquei tão feliz que consegui conversar direitinho com alemães, mesmo com meu alemão enferrujado, que resolvi voltar a estudar e dessa vez, seria lá! Isso aconteceu alguns anos depois, em 2017.

7. Apesar de trabalhar com língua inglesa há bastante tempo, nunca senti muita vontade de fazer intercâmbio ou morar em algum país anglofônico. Até hoje tem gente que fica meio chocada quando digo isso. Mas pretendo visitar um dia, e minha lista de prioridades está assim: Inglaterra > Irlanda > Canadá > Austrália > Escócia > Estados Unidos.

8. Meu pior rendimento sempre foi em compreensão auditiva. Com muita, muita insistência consegui melhorar essa parte – e continuo trabalhando nela!

9. Já usei algumas ferramentas para praticar idiomas com outras pessoas pela web. O finado LiveMocha foi o que eu gostei menos. O InterPals era o meu favorito, até que ficou uma porcaria (dia sim e dia também eu tinha de bloquear turco, indiano e similares flertando e mandando pedido de casamento) e eu deletei a conta lá. Hoje, infelizmente, não recomendo… a não ser que você tenha paciência de Jó.

10. Nunca tive interesse em trabalhar com língua portuguesa… A não ser como língua estrangeira. E há alguns anos tive oportunidades de lecionar português para estrangeiros, o que foi uma experiência muito interessante! Um dia, se Deus permitir, retomarei.

11. Quando me perguntam porque tanto interesse em línguas estrangeiras, fiquei muito tempo sem entender minhas motivações até que compreendi que tenho uma necessidade muito grande de comunicação. E quanto mais idiomas eu conhecer, com mais pessoas consigo me comunicar.

12. Os próximos idiomas da minha lista são russo (que já tentei estudar sozinha quando estava na graduação) e hebraico.

Bem, isso foi o que consegui lembrar. Em breve voltarei com mais posts sobre esse tema. 🙂

Bendito timer!

Quando comecei a fazer o exercício da Palavra do Dia, uma ferramenta importante era o timer do celular, que eu regulava para 10 minutos. Nesse espaço de tempo, eu botava pra escrever como se não houvesse amanhã. Agora estou usando o temporizador para outros propósitos:

1. Meditação: larguei os apps, mas senti necessidade de ter algo que marcasse meu tempo de meditação não guiada; e foi aí que o timer entrou em cena! Antes de ligar o Wi-Fi do telefone (desligo cerca de meia hora antes de dormir), tiro o aparelho do silencioso e abro o timer. Rola susto quando acaba o tempo? Sim, mas é questão de costume. E de toda forma, devia ter algo para me despertar, né? Felizmente, encontrei um som de alerta menos escandaloso pra esse timer.

2. Estudar: estava desenvolvendo um projeto de pesquisa e para manter o foco nisso, resolvi usar também esse recurso para marcar o tempo em que foco somente nos materiais de estudo. O que no final, acaba sendo de trabalho também, já que tem tudo a ver com sala de aula.

Essa semana dei uma fuleirada e estou só estudando idiomas, mas me dou o desconto porque estou às vésperas de uma prova e o que tinha para estudar, já estudei. Agora é relaxar e lembrar de tudo o que for importante na hora de fazer o teste mesmo.

3. Escrita criativa: a proposta de retomar os textos abandonados tem surtido bom efeito, e boa parte desse meu sucesso se deve a ter delimitado tempo para escrever todos os dias (exceto sábados e domingos)

Já faz quase três semanas que comecei e continuo não só animada, como também focada nas tarefas que me propus. Isso tem feito diferença no meu humor, no ânimo para fazer as coisas. E quem não usa o timer ainda para gerenciar seu tempo, já sabe: deveria.

O que estou estudando agora + dicas de sites para estudar idiomas

Orgulhosamente, declaro que terminei o curso online de alemão nível B1. Ueba!!

Fácil não é, mas com algum esforço a gente encontra oportunidades para colocar em prática. Ultimamente tenho praticado a escrita graças aos e-mails e a compreensão auditiva, mais com a novela mesmo. Às vezes falo sozinha, mas isso é mais raro. O bom é que estou usando o Alemão com bem menos esforço, cometendo pouquíssimos erros e agora me sinto mais preparada para investir em outro idioma. A opção número um era continuar o Francês, que eu tinha começado ano passado, mas acabei dando a preferência ao Italiano, porque fiz amizade com um italiano que corrige meus textos. Ter alguém que te dê feedback real é bem estimulante, certo?

A princípio, estou fazendo lições diárias de italiano no Duolingo – o curso está disponível em Inglês, por ora. Mas um recurso que eu recomendo fortemente para todo mundo que quer se envolver mais com a língua e também o background cultural são os sites das emissoras locais, que contam com um acervo muito bom de lições para diferentes níveis; além de, naturalmente, ter notícias do país em questão e do mundo.

Desde que voltei para o Brasil, o site da Deutsche Welle tem sido uma mão na roda. Como terminei o Nicos Weg (disponível no app DW Deutsch Lernen), agora estou passando para lições de B2 com a novela Jojo sucht das Glück (infelizmente não disponível em app, mas tem podcast online no Podbean e os exercícios todos no site da DW) e também os podcasts sobre sociedade, história, cultura e muitos outros assuntos, no mesmo site – faço até uns exercícios direcionados para C1, pelo nível de desafio.

Para os estudantes de Italiano, tem o RAI Cultura Italiano. A grande emissora dispõe de um vasto material que vai até o nível B2.

E a TV5 Monde, da França, conta com seu site próprio também! Inclusive, o teste de conhecimentos dele é maravilhoso. Não consegui terminar de fazê-lo porque o tempo estava apertado, mas vou fazer todinho dia desses para ver o quanto enferrujada estou…

Ah, e não podia deixar o Inglês de fora, né? Se você caiu nesse post e não está interessad@ em aprender nenhum dos idiomas acima, mas quer começar pelo Inglês usando páginas com material bom, ficam as dicas: BBC Learning English tem uns cursos bem legais, a partir do lower intermediate. E do lado do Uncle Sam, tem o VOA Learning English.

Você está estudando alguma língua estrangeira atualmente? Se sim, como você está fazendo? Só chegar aqui nos comentários e compartilhar sua experiência! 😉

O que é mais importante

Na construção de novos hábitos em busca de uma vida mais tranquila, às vezes a gente erra a mão e acaba criando mais uma fonte de stress. Aconteceu assim comigo:

Resolvi começar a meditar há pouco mais de um ano, e instalei um app chamado Stop, breathe and think, que é gratuito (tem partes pagas também) e fui fazendo as sessões bem direitinho. Eventualmente, acabei parando de meditar por um tempo e quando retomei o hábito, o fiz usando o Headspace, que tem as dez primeiras sessões gratuitas. Depois a gente paga R$ 15,90, mas acho que vale a pena o investimento, já que o app é bem completo, tem vários pacotes de exercícios de meditação e tal. Estou gostando e aprendendo a meditar e tal… Só que percebi uma coisa que não está tão legal: eu sou muito apegada à contagem dos dias em que o app foi utilizado aos badges, pequenas premiações. E fiquei bem frustrada quando, durante a viagem a Porto Seguro, a meditação offline não foi computada e voltei para o dia 1. Anteontem, a mesma coisa: estava sem conexão, fiz uma sessão offline e quando voltei a conectar, estava de volta ao dia 1. Meio frustrante ver o contador zerar, sabe?

A mesma coisa me aconteceu com o Duolingo. Estou fazendo lições de Francês e retomei o Italiano pelo app, e percebi que eu estava meio agoniada para evitar perder as ofensivas. Isso é chato, sabe? E as notificações dos podcasts, e o YouTube? “Meu Deus, tô atrasadíssima!” Ou seja, eu estava meio que surtando em manter as coisas “em dia”. Até tabelinha para organizar meu dia online (com direito a limitar as horas que passo em cada aplicativo) eu fiz.

Só que isso não estava me deixando mais tranquila, nem organizada. Se eu saísse do planejamento, eu me sentia mal. Muito mal. Uma sensação de falha no planejamento.

Então, quando percebi o quanto isso estava me fazendo mais mal do que bem, resolvi reavaliar o processo. Aqueles números de ofensiva e os badges servem só para ajudar a criar um hábito. Uma vez criado o hábito de meditar ou de estudar um idioma, não preciso mais ficar olhando o contador, certo? E vão ter dias que não vai rolar de estudar, e tudo bem. Por exemplo, fiquei uns três ou quatro dias sem mexer no DW Deutsch Lernen, que é o app que estou usando para fazer as lições de Alemão (concluindo o B1, yay!). E tudo bem! Retomei as lições, faltam três para acabar e estou satisfeita, porque tenho colocado em prática o máximo possível o que tenho aprendido. Troco mensagens com amigos, assisto à novela sem legendas (quase) todos os dias e sem legenda. E já tenho me desafiado com algumas lições de B2 e C1, no site da Deusche Welle. Em alguns exercícios vou bem, em outros não tanto, mas isso faz parte. Estou colocando em dia os podcasts que acompanho e os vídeos, vou filtrando de acordo com os meus interesses no momento. Não preciso assistir a todos os vídeos de um canal que sigo, se nem tudo me interessa. E venho tentando passar menos tempo olhando o celular: desativei as notificações, acesso redes sociais de forma cada vez mais esparsa e isso tem me feito bem.

O importante, no final das contas, não são os números, e sim o conteúdo que absorvemos, o que a gente aprende com cada coisa que a gente se propõe a fazer, sem botar tanta pressão desnecessária. Menos autopressão e mais diversão, é o que importa.

A personagem, e algumas questões

Uma pausa para refletir sobre o caminho que meu projeto de romance #01 está seguindo. Dessa vez, estou incluindo personagens pertencentes a outras culturas; isso com base praticamente em observações.

A gênese dos dois textos que comecei (e ainda de um terceiro, que é um roteiro) foi a mesma: o período que passei na Alemanha e as pessoas que conheci por lá – boa parte dos personagens foram inspirados em pessoas que conheci por lá, ou pelo menos receberam seus nomes (às vezes, principalmente quando gosto de uma pessoa ou ela é/foi significativa para mim em algum aspecto, gosto de batizar um personagem com o nome dela). E está tudo fluindo bem, estou particularmente gostando dos diálogos que tenho escrito, mas ontem, enquanto estava no Vile escrevendo no Word móvel (um dos apps que mais aprecio, já que me permite criar até no celular – embora às vezes tenha dificuldade com o touch screen para escrever textos maiores) enquanto tomava um Mocha, me surgiu um questionamento:

Será que estou escrevendo essa personagem de outra cultura direito? Quando for publicado, o que um eventual leitor daquele local pensaria? Será que eu estou reforçando algum preconceito? Meu Deus, que medo dessas coisas!

É um trabalho solitário e meio arriscado também, às vezes. Mexemos com conteúdo, com emoções, retratamos pessoas e lugares, re-criamos mundos de acordo com as nossas percepções, correto? A forma como escrevo sobre Berlim, por exemplo, não é a mesma que um autor alemão escreveria, nem mesmo outra brasileira. E sei que quando um personagem nasce, por mais que ele tenha um pouco de inspiração em uma ou mais pessoas do mundo real, é um ser fictício. Mas a verossimilhança me preocupa, e mais ainda a possibilidade de ferir alguém.

Mas será que tenho controle sobre isso? Creio que não. Quando um texto sai da nossa gaveta para o mundo, ele toca outras pessoas; e ao tocar pode ferir, por mais cuidado que a gente tenha com cada letra. Mas a gente só se responsabiliza pelo que escreve/diz, não pelo que a outra pessoa entende. Preciso lembrar disso toda vez que minha necessidade de super controle resolver atacar: eu não posso controlar todas as reações ao que faço.

Mas posso controlar a personagem e construí-la da melhor forma possível, fazê-la coerente, investir em pesquisa. Se estou escrevendo uma personagem que vem de um universo tão diferente do que vivo, posso naturalmente pesquisar sobre aquele universo. Isso me dá a segurança de estar fazendo algo embasado e bem calculado. Dá trabalho, mas escrever não é bolinho – embora seja uma delícia (aqui parafraseando a Rafa Cappai).

Pode parecer uma viagem muito louca, mas não devo ser a única a me preocupar em como uma personagem vai ser percebida, se para o bem ou para o mal; e que impacto isso pode gerar, até involuntariamente. Alguém aí tem vivido outros questionamentos sobre suas criações?

 

Voltando ao foco

Que fim de semana difícil! Poderia ser resumido em duas palavras: medo e lágrimas. Mas não posso ficar pelos cantos choramingando e me entupindo de pensamentos negativos, certo? Parei um pouco para pensar no que poderia fazer para melhorar e animar o astral. Detectei o que estava me machucando e fui atrás do que poderia fazer para driblar essas questões.

Primeiro, como eu tinha falado no post anterior, me dói não ter dado continuidade à minha formação acadêmica e bate um medo de fracassar na volta. Como sinto falta de verdade dos estudos, a solução do momento foi organizar uma rotina de estudos. De segunda a sexta tenho temas a estudar, como se fossem disciplinas num curso de pós graduação. Vou revendo temas interessantes para minha vida profissional e, de quebra, ganhando confiança para “meter as caras” em um mestrado no futuro. O alemão eu continuo estudando com mais afinco e todos os dias, incluindo os fins de semana.

O segundo passo foi filtrar ainda mais o conteúdo e dar mais uma reduzida no tempo de redes sociais. Ultimamente tenho usado apenas YouTube, Twitter, Instagram e Pinterest, e dando mais preferência ao YouTube e Pinterest, filtrando o conteúdo e priorizando material com o qual possa aprender e me inspirar, evitando as comparações, que são terrivelmente nocivas. Tenho acompanhado canais como o da Marie Forleo, Paula Abreu e as palestras do TEDx, por exemplo.

Durante o Carnaval foi complicado treinar para a corrida, mas agora voltei! E foi tão legal que até voltei com um poema em mente. Cheguei e fui logo registrar os versos de uma vez, o que me deixa feliz por estar escrevendo. Mesmo que não seja exatamente um trecho de um dos projetos de romance que comecei, o importante é estar em atividade. Nos últimos meses tenho escrito poemas com relativa facilidade e liberdade, sem me preocupar muito com regras estéticas. Acabou que finalmente estou começando a gostar das minhas produções nesse campo!

Continuo meditando e investindo no crescimento espiritual, alguns dias são mais difíceis que outros, mas o importante é manter uma constância e não desistir quando a coisa fica mais difícil, como ficou nos últimos dias.