Aquelas coisas todas

 (é a música que estou ouvindo enquanto escrevo esse post)

Esse fim de semana foi intenso. Quase igual ao anterior, mas diferente.

Enquanto semana passada eu estava caindo de pára-quedas em um ensaio geral depois de uma longa viagem de carro, quase não parando de comer de ansiedade pela apresentação do musical, nesse final de semana eu fui para o mesmo ensaio geral em um espaço diferente. Mas antes disso andei pelo centro da cidade com o violão nas costas para resolver um problema burocrático. Peguei um táxi e quase desci dele na praça de raiva que fiquei do motorista, mas eu não ia andar da Torrinha pra casa com o violão nas costas debaixo daquele sol quente… Pelo menos não no sábado de manhã, não nesse último sábado.

Almoçar mais cedo, pegar um Uber… E identificar que se trata de um motorista Uber local pela música que está tocando no carro: Thiago Show ao vivo em Pirapama. Na ida e na volta senti enjoo no ônibus, mas no chão fico bem. Socializo, brinco, faço minha parte no coral, tá tudo bem. No ônibus de volta, tento ler Americanah. Paro com o mal estar de ler em movimento quando a estrada fica toda esburacada. Mando mensagem para o boy, só para dizer que estou viva, mas não consigo estender uma conversa.

Domingo: continuo me sentindo estranha. Recebo uma resposta atravessada de um conhecido e fico com vontade de chorar, mas não sai nada, nem com muito esforço. Melhorei um pouco, e no caminho de ida a Recife o mal estar voltou: enjoo e dor de cabeça.  Chegaram a até a achar que era uma crise de labirintite. Desci, melhorei, como no sábado. Por um tempo, esqueci dos incômodos daquele dia, até que vaza água na minha bolsa, molhando tudo… inclusive minha filmadora, que está oficialmente zumbi. Funcionar funciona, mas o visor LCD morreu. Tive um problema parecido há alguns anos, quando a câmera caiu no chão. Vou ver se levo para concerto, porque comprar outra não está nos planos agora.

Enfim… No meio da terceira música, aconteceu. Caí em prantos e não dava para segurar. Engraçado que nos ensaio eu quase chorava, ficava com a voz embargada, mas segurava a onda. Ontem, não.

Chorei cantando, mas foi o choro mais afinado da minha vida. E acabou que, na volta para casa, eu não sentia mais a agonia de antes. Minha mãe disse que eu devia ter comido algo que me fez mal, e ela tinha razão: engoli meus sentimentos. Tudo o que eu precisava era chorar.

Assistido: Moonlight

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Só fui assistir a esse filme depois da resenha que rolou no Oscar, dos envelopes trocados. Até a premiação, Moonlight era aquele longa sobre o qual eu tinha ouvido muitos comentários positivos, mas que eu não estava numas de priorizar, não. Isso até que ele ganhou o Oscar, naquela virada surpreendente. Passei ele na frente dos demais filmes da lista e fui ver qual era o borogodó, né?

De uma forma geral, eu lembrei muito de Boyhood enquanto o via, guardadas as devidas proporções, obviamente. É meio natural a gente lembrar de outros filmes de formação que foram vistos recentemente, e até fazer algumas comparações. Mas deixando Boyhood de lado e focando só em Moonlight: o plot gira em torno da trajetória de Chiron, negro e gay; seu crescimento e pode-se dizer endurecimento também, ao conviver com o bullying, o tráfico de drogas (tem um relacionamento amigável com um traficante e vê sua mãe se afundando no vício), entre outras mazelas.

Tecnicamente, o longa enche os olhos! As cores são vivas, principalmente os tons de verde e azul. O elenco é praticamente irrepreensível, principalmente a Naomi Harris, impecável como a mãe de Chiron; e também o trio de atores que dão vida ao Chiron na infância, adolescência e fase adulta.

Os diálogos são muito bons, e alguns deles deixam um nó na garganta da pessoa, como quando Chiron, ainda pequeno, pergunta “O que é uma bicha?” e depois questiona se ele seria uma, e como saberia se é ou não. Outra cena formidável é quando ele entra no mar pela primeira vez, com Juan.

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A primeira e a segunda parte do filme (intituladas respectivamente Little e Chiron) são, para mim, irrepreensíveis. Perde um bocado da força na última parte (Black) e pode incomodar quem está esperando por um momento catártico, uma explosão ou algo do tipo. Talvez a grande surpresa para o espectador seja a última fala de Chiron, mas ainda assim fica a impressão de que falta alguma coisa.

Mereceu ganhar o Oscar? Eu acho que sim, apesar de ter frustrado as minhas expectativas no final. Vale a pena assistir? Sim, vale muito!

Acabou a revisão: e agora?

Passei os dois primeiros meses do ano ocupada em fazer a revisão da novela feita no NaNoWriMo e, a passos de tartaruga, consegui concluir. Terminei precisamente ontem e eis os resultados:

  • Não cheguei às 50.000 palavras, né? Tinha ficado com 48.000 e na revisão cortei mais mil;
  • Consegui fazer a divisão do imenso capítulo 3, e no total deu 18 capítulos;
  • Até aqui estou satisfeita com o material, depois de reler umas 3 vezes.

E agora? Até aqui, os planos para o texto são:

  • Encaminhar para registro na Biblioteca Nacional;
  • Arranjar leitores beta para fazerem suas considerações no texto antes que eu publique;
  • Traduzir o texto para o Inglês (ideia que me ocorreu há algum tempo mas só agora está mais amadurecida; ou seja, vem aí mais um processo longo, que vai incluir umas três releituras);
  • Começar os preparativos para publicação, o que vai demandar um ligeiro gasto de dinheiro, com a parte gráfica, principalmente (queremos capa bonita! e, se tudo der certo, um booktrailer).
  • Dessa vez, também pretendo fazer uma gravação em áudio. Não necessariamente para publicação, mas estou sentindo a necessidade de ouvir meu texto. Pode ajudar bastante no futuro.

E por enquanto é isso. À medida que eu for avançando no processo para publicação, vou escrevendo por aqui.

Testando: HelloTalk

Graças à indicação de um amigo (thanks, Gustavo!) descobri esse aplicativo que tem como objetivo permitir que a gente aprenda outro idioma conversando com nativos na língua que desejamos aprender. Atualmente, estou trabalhando para melhorar meu alemão, então instalei o app e fui começando a interagir.

Na versão gratuita, a gente só pode escolher um idioma para aprender, na paga podemos escolher até três (o que muito me interessa, já que seria uma boa oportunidade de aprender polonês de verdade (só falo o que aprendi com as músicas de Grzegorz Turnau, Dorota Miskiewicz, Edyta Bartosiewicz e Kasia Kowalska – é muita música, mas ainda não dá pra dizer que é fluente só cantando, né?). Ainda não assinei a versão VIP, estou pensando no assunto.

Além de favorecer a comunicação, é possível usar a ferramenta de tradução, correção de frases, transcrição, guardar trechos de conversas no bloco de notas para referência futura (isso é ótimo para quando corrigem você), criar grupos de diálogo… A sacada do aplicativo é ótima, já que realmente se comunicando no idioma, e cometendo erros (sim, não vale ter medo de errar!) a gente aprende de uma forma muito significativa.

Até agora só conversei com um falante de alemão, que também está aprendendo português. Então imaginem como foi a conversa… Uma hora a gente trocava mensagem em alemão, outra hora em português, e não vira bagunça. Todo mundo se entende, troca ideias, corrige uns aos outros e aprende um pouco. Meu colega alemão inclusive disse que eu falo bem direitinho (é, né, considerando que estudei formalmente muito pouquinho, até que falo muito! hahaha).

O uso de foto de perfil é obrigatório, mas a gente não pode ver fotos ampliadas dos outros usuários, nem postar mais de uma. O objetivo do app é apenas favorecer a comunicação e o aprendizado, então a vibe Tinder e similares (e aí, boyzinho? e aí, boyzinha? tem zap? manda nudes?) é totalmente desencorajada.

Para quem deseja aprender um idioma, conhecer da cultura de outro país sem gastar nada (ou gastando pouco, caso queira o VIP), HelloTalk vale super a pena! 🙂

Make up facts

Eu uso maquiagem muito de vez em quando, porque sou preguiçosa. O que sei, aprendi com as pessoas que me maquiaram (três vezes para vídeo, adoro gravar coisas e ganhar maquiagem de graça, hahaha) e um tutorial de YouTube. Faz um tempo comprei o kit completo de maquiagem, com direito até a primer de sombra e uns pincéis, porque eu passava sombra com o dedo mesmo (e ainda faço isso às vezes, quando não tô com paciência de procurar os pincéis), mas só faço todo o reboco (como chamo carinhosamente a maquiagem) quando a) estou inspirada e com tempo sobrando; b) quando vai ter algum evento solene, tipo casamentos de amigos. Resto do tempo, o que inclui as gravações para o YouTube, é tudo de cara lavada mesmo.

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Ontem foi um desses dias, e taí o resultado. O penteado foi o mesmo que falei no vídeo (prende tudo de um lado só e joga grampo em cima), que é um dos poucos penteados que consigo fazer até agora. Deveria ter uma presilha dourada do lado, mas esqueci e só lembrei quando já está a quilômetros de distância de casa. Ninguém reparou que faltava algo, e até eu esqueci depois.

Sobre a maquiagem: fiquei com medo de ficar pálida mas aparentemente ficou ok com relação ao resto da minha pele (marca de espinha recente coberta com sucesso e olheiras amenizadas). O olho devia ter ficado mais marcado, o delineador mal aparece, mas tudo bem, seguimos tentando. E este provavelmente foi o primeiro evento a que fui sem óculos. Meus olhos doeram um pouco hoje de manhã cedo, mas tudo bem, já passou (e sim, eu estava enxergando as pessoas direito durante a festa, meu problema de visão é bem leve, sobrevivi a algumas horas sem óculos).

Esse foi meu segundo day after e não sei se é impressão minha ou se foi a iluminação que ajudou, mas como esse cabelo ficou bonito! Nem parece que estava há dois dias (agora contam três) sem lavar. 😛

Reflexões no Mercadão

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Toda semana, aos sábados, meus pais vão bem cedinho para o Mercadão, o espaço da feira livre aqui na minha cidade, e fazem as compras. Às vezes, quando o tempo está curto, trazem uma tapioca prontinha para eu comer no caminho para o trabalho. Como estamos em mês de férias, agora eles vão às sextas-feiras e hoje fui acompanhando. Acho um lugar legal para andar e a gente ainda ouve muita história legal. A feira toda semana é o lugar onde se atualizam dos acontecimentos, onde se ouve a sabedoria dos mais velhos bebendo café e escolhendo bananas.

Cena 1: a sede bateu com força e fui em um box próximo para comprar água. O dono daquele espaço estava sentado como se fosse um cliente, proseando com outro amigo e depois de pedir minha água, comentei sobre o dia estar num ritmo mais tranquilo, e como sexta-feira é de menos movimento, que dá até pra conversar. Ao que ele me respondeu: “É, pressa pra quê, né?” Me despedi daquele senhor tão simpático e ele voltou ao papo com o outro velhinho. E a fala dele me tocou.

Cena 2: em outro box, minha mãe e eu estávamos comprando legumes e chegam duas senhoras, bem velhinhas. Uma comenta com a outra que os legumes daquela feirante não tem agrotóxicos, que pode comprar na confiança e a outra responde: “A gente só leva da vida o que a gente come…”

A gente vai levando as experiências: gastronômicas, amorosas, de amizade, viagens, vida. Cada andada por lá a gente aprende alguma coisa – pelo menos eu tenho aprendido muito: como escolher as frutas, nomes das plantinhas, e a resgatar um pouco da simplicidade perdida: na alimentação e na administração do tempo. As pessoas não param só para comprar café e bolo, também trocam umas palavras com as meninas que peneiram a goma e a massa da mandioca. No Mercadão todo mundo conhece todo mundo e, aparentemente, se respeita. Todo mundo tem problemas em comum, devem achar as soluções juntos também.

Mas, acima de tudo, andando por lá aprendo a andar mais devagar…

Já pode fazer o balanço do ano?

Tá certo que ainda falta uma semana para 2016 acabar e em uma semana pode acontecer muita coisa, mas acho que já dá para parar um pouco, olhar para trás e tentar resgatar as coisas boas e ruins que aconteceram por aqui.

No plano coletivo, esse foi um ano pesado, com tristezas, golpes e rasteiras. Mas como disse Joyce Moreno no blog dela, a gente precisa focar no bom e no bem, senão a gente pira. Então aqui estou eu, tentando focar no bem para multiplicá-lo.

Enfim, vamos lá, mês a mês:

Janeiro: eu estava de férias e fiz duas viagens. A primeira com a família para Aracaju – SE (nossa já tradicional viagem de férias para algum lugar do Nordeste).

E depois de uma semaninha parada em casa, fiz minha primeira viagem internacional (sonho realizado #1). Conheci Santiago e Valparaíso, no Chile, e posso dizer que foi uma bela aventura: só eu, Deus e meu espanhol meio estranho, mas deu tudo super certo, com direito até a romance relâmpago (uma coisa totalmente inédita na minha vida), que foi responsável pela melhora do meu espanhol ruim em 200%, também conhecido como crush #1.

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Fevereiro: já estava de volta ao trabalho, e foi um mês difícil. Comecei a me apegar mais à minha fé, fiz um diário de oração, mas falei que foi um mês difícil, né? Tive uma crise de pânico no trabalho, passei mal valendo e depois de me recuperar um pouco, comecei a escrever como há muito tempo não rolava. Foi assim que comecei a escrever “Não deu no jornal”, que ainda não está concluído, mas já tem uns capítulos publicados. Ah, também foi o mês em que comecei a fazer o low poo mais direitinho.

Março: a vibe estranha de fevereiro continuava. Foi um período mais recolhida no meu cantinho, o que não impediu que eu tivesse umas rusgas dentro de casa que, obviamente, me fizeram muito mal. De tempos em tempos, isso desde dezembro do ano anterior, eu estava mantendo contato com o crush #2, que à época estava na Coreia do Sul. Receber as notícias dele era algo que me animava, embora toda vez eu achasse que a qualquer momento ele ia parar de falar comigo. Ah, e teve uma mini viagem para comemorar o aniversário do meu pai, o que rendeu o melhor momento do mês.

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Abril: últimos suspiros da “vibe estranha”. Comecei a fazer terapia e logo no primeiro dia, como era de se esperar, me desmanchei em lágrimas. Tinha luto não vivido e outras questões que estavam me impedindo de ir para a frente como se deve. Na metade do mês as coisas começaram a melhorar para o meu lado (tem gente que fala do inferno astral antes do aniversário, mas o que aconteceu comigo foi bem o contrário). Recebi a notícia de que o Aerosmith ia tocar em Recife e isso gerou uma onda de ansiedade do bem! Ah, também foi em abril que comecei oficialmente a me preparar para o grande evento que vai rolar no meu 2017: o intercâmbio.

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Maio: mês do meu aniversário, no plano pessoal foi tranquilo. Mas no trabalho continuávamos passando pela fase difícil… Comecei a gravar vídeos esporádicos para o YouTube, conheci Mad Men e me apaixonei, e o boy magia que estava na Coreia estava para voltar ao Brasil. Crush #2 estava para se concretizar…

Junho: sabe o boy magia? Chegou, passamos a véspera do dia dos namorados juntos, levei um bolo depois (e comi bolo também, porque era aniversário de um dos meus primos). Me enrolei no papel de trouxa bonito. Ah, mas gravei um institucional no trabalho (que eu não assisti, mas valeu pela experiência diante das câmeras e pela maquiagem de graça).

Julho: superado (aparentemente) o caso do papel de trouxa com o crush #2, fui a Brasília para a Conferência Internacional do BrazTESOL. O período de fevereiro a abril foi punk, maio foi massa, junho foi razoável, em Julho eu estava em céu de brigadeiro. Os dias que passei em Brasília foram muito legais, tirando o desconforto causado pela falta de umidade (meu cabelo estava absurdamente bom, mas outras partes do meu corpo sofreram de com força).

E quando o avião aterrisa em Recife, adivinha o que me aparece no WhatsApp logo depois que ligo o aparelho? Oh yeah: uma mensagem do bofe. Fui trouxa e voltei a ficar com ele.


Impossível falar ou escrever a palavra “bofe” sem lembrar dessa novela que eu nunca vi, mas morro de curiosidade sobre.

Agosto: foi um mês massa. Como disse antes, voltei a ver o boy magia que tinha tomado chá de sumiço no finzinho de julho. Foi legal enquanto durou, e eu tinha dúvidas sobre o quanto gostava dele, mas fui seguindo. Vai que dessa vez prestava? Com isso aprendi a não insistir em algo que é claramente uma cilada Bino. Ah, também voltei ao coral.

Setembro: fiquei sozinha de novo, e isso me entristeceu menos do que da outra vez porque, a bem da verdade, eu não estava apaixonada por ele. Embora a saudade dos bons momentos ainda bata de vez em quando, sempre senti que não ia durar muito mesmo. Ah, logo depois do rompimento definitivo, descobri que estava com pangastrite feat. duodenite. Assim meu coração foi temporariamente relegado a segundo plano para cuidar da saúde do resto do corpo. Foi meu último mês de terapia também. Pretendo voltar em breve.

Outubro: mês de eleição (alvoroço), mas o que deu o tom do meu mês foi o show do Aerosmith (sonho realizado #2), o acampamento da Jubape e o começo das mudanças no meu lifestyle. Só abri exceção na dieta para o aniversário da Marina.

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Ano que vem é a turnê de despedida e pode ser que eu não os veja mais, mas o importante é que pelo menos uma vez eu vi, e nunca vou esquecer. ❤

Novembro: foi um mês focado na escrita: foquei no NaNoWriMo, comecei a escrever no Superela e estou aos poucos voltando a ser prolífica nessa área da minha vida que sempre me deu tanta alegria.

Dezembro: comecei a colher os frutos das mudanças empreendidas na alimentação: dores e desconfortos foram embora, meu humor melhorou, agora estou investindo em mais atividades físicas além do pilates (caminhada, corrida, dança e yoga, alternadamente) e o foco é ganhar tônus muscular, mais flexibilidade e menos vergonha (sou meio envergonhada para dançar, e estou tentando quebrar essa timidez). É isso que tem me animado a prosseguir.

Essa época de festas é cheia de coisinhas gostosas e nada leves, certo? Aqui em casa não é diferente, e não vou ser a chata do rolê que não come nada. Estou comendo um pouco de cada coisa, com limites para não passar mal e não deixo de lado os bons hábitos adquiridos. Comer algo fora da dieta regular não precisa ser uma jacada, certo?

Meu quarto agora também tem a função de home office: a escrivaninha está mais organizada e posso voltar a usá-la para estudar e criar (aliás, estou escrevendo do quarto agora!)

No final das contas, 2016 não foi um ano tão ruim no plano pessoal. Difícil, sim; mas não insuportável. Teve sofrimentos, mas também muitas alegrias que foram esperadas por muito tempo (ou seja, é Deus mostrando que esperar não dói e vale a pena, e ele mostra isso através de sinais bem simples).

Espero que todos estejam bem, saudáveis e aproveitando esse período para exercer a gratidão e recarregar as baterias! 🙂