“Sturm der Liebe” em tópicos + se eu fosse roteirista

Muita coisa aconteceu desde o primeiro post sobre a novela que mais tenho acompanhado na atualidade (além dela, só “Orgulho e Paixão”) e resolvi fazer esse post para compartilhar minhas impressões:

O que estou gostando:

* Tina (Christin Balogh) me fez chorar nos capítulos em que ela descobre que David está morto. Eu não tinha me emocionado em nenhuma cena da novela até a exibição dos capítulos girando em torno do falso David e a descoberta da morte. Não por acaso, a atriz se tornou uma das minhas favoritas no mundo! ❤

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Tina rainha, o resto nadinha! (Foto do site oficial da novela)

* Mudei de ideia com relação a Jessica (Isabell Ege) e Valentina (Paulina Hobratschk). As duas para mim eram chatonildas que mereciam ser defenestradas da face da terra, mas o desenrolar da história me fez mudar de opinião. No caso da Jessica, mudei de ideia quando ela foi parar no hospital por causa do incêndio e agora, morando com os Sonnbichlers, ela está até engraçada! Já Valentina conquistou minha simpatia depois de se envolver com um grupo de teatro. Acho até que ela poderia se tornar a protagonista de uma próxima temporada, formando par com o Fabien (Lukas Schmidt). Dou valor! 🙂

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Foto: Focus.de

* Boris (Florian Frowein) continua sendo o melhor Saalfeld na minha opinião.

O que está chato:

* A trama de Paul (Sandro Kirtzel) e Romy (Desiree von Delft) com a repetição exaustiva de “All of me” já deu no saco. Arrumem um homem melhor pra essa menina, pela fé! Inclusive se eu fosse roteirista, deixava Paul cego mesmo para se tornar atleta paraolímpico.
* Alicia (Larissa Marolt) e suas idas e vindas entre dois embustes já deu o que tinha que dar. Eu sigo achando que entre Christof (Dieter Bach) e Viktor (Sebastian Fischer) ela deveria pegar Taifun e ir embora. Mas, daqui para o fim da temporada, ela acaba se acertando com um dos dois…
* A briguinha entre André (Joachim Lätsch) e Robert (Lorenzo Patané) saiu do engraçado para ficar irritante mesmo. E nesse caso, acho que sou team Robert, porque André ficou muito chato depois do casamento com Melli (Bojana Golenac). Mas caso ele não volte a ser chef no Fürstenhof, podia abrir um restaurante, para abrir mais possibilidades de trama. Acho que ia ficar bom.

Lamento a saída do Nils (Florian Stadler), vai fazer muita falta! E a saída da Charlotte (Mona Seefried), que foi uma das personagens que estava lá desde o começo. Os fãs mais antigos devem sentir muito mais do que eu…

E se eu fosse roteirista, além de deixar Paul cego, investir na abertura do restaurante do André (o que acho que vai acontecer de fato), e deixar Alicia feliz sozinha, faria outras coisas para a história seguir, por exemplo:

* Werner sofreria um acidente que o deixaria com a mobilidade temporariamente abalada;
* Uma fisioterapeuta chamada Astrud (olha aí, já dei até o nome!) chegaria ao Fürstenhof para cuidar de Werner. Jovem (aproximadamente 35 anos), dedicada e bem humorada, ela seria mais do que uma fisioterapeuta para ele, mas também uma amiga. Ele fica encantado pela moça e, uma vez recuperado do acidente, faz uma proposta para que ela fique definitivamente no Fürstenhof.
* Mas tem um problema: Astrud é casada e tem um filho pré adolescente, que vivem em Berlim. Elyas, marido dela, não vê com bons olhos a vinda dela para trabalhar no Fürstenhof e se recusa a acompanhá-la. Pior: ele tem ciúme da relação que Astrud tem com seus pacientes, e desconfia que ela tenha se interessado por Werner. Mesmo com todos os empecilhos impostos pelo marido, ela aceita a oferta de Werner devido à boa proposta financeira. E a consequência disso é que seu marido entra com um pedido de divórcio.
* Recém-separada e com as questões da guarda do filho para resolver – Elyas quer levar o garoto embora da Alemanha para a Turquia – a relação de Astrud com Werner consolida-se como uma bela amizade. E ele indica um advogado chamado Martin Weissmann para ajudá-la na luta pela guarda de seu filho. Adivinha o que acontece? Martin e Astrud se apaixonam! ❤
* Como tem de ter um triângulo amoroso, surge Veronika Mayer, advogada de Elyas (trazendo seu cliente a tiracolo) para apimentar a história. Ela e Martin foram colegas no passado, tiveram um relacionamento que não ficou muito bem resolvido, e ela aproveita a oportunidade para lutar para ficar novamente com Martin.

Cara, tô adorando essa história, acho que vou escrever como uma fanfic! E em alemão, pro negócio ficar mais emocionante! Aguardem! 😉

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Assistindo: “Crazy Ex Girlfriend”

(Antes que saia do catálogo da Netflix, né…)

Escolhi Crazy Ex Girlfriend muito aleatoriamente no aeroporto em Berlim, para passar o tempo entre um voo e outro… Vi dois episódios, mas não curti tanto. Cheguei à conclusão de que não estava no momento de ver uma série como essa – se bem que, agora, eu vejo algumas semelhanças com Lady Dynamite. Rebecca (Rachel Bloom) tem sintomas de depressão e ansiedade, enquanto a Maria (Maria Bamford) na outra série é diagnosticada e segue tratamento de transtorno bipolar II. A semelhança no caso é a questão da saúde mental mesmo, enfim, foi algo que lembrei.

Só que a série tava lá pendurada na minha lista da Netflix e resolvi dar mais uma chance, antes que removam do catálogo. E talvez a passagem do tempo tenha ajudado, mas amei o terceiro episódio, especificamente nesse número musical da Paula (Donna Lynne Champlin).

A letra é tão absurda que eu não conseguia parar de rir. (e procurando esse vídeo eu achei até cifra da música, adorei!) Assim, resolvi enfim dar mais uma chance à série, que me pareceu mais simpática agora. Nesse mesmo episódio da primeira temporada tem uma música tipo boyband com o Josh (Vincent Rodriguez III) multiplicado por quatro que me arrancou boas risadas. Acho que foi uma questão de timing mesmo, agora tô gostando e recomendo.

Assisti: “Maria Bamford: Old Baby”

Geralmente eu não ligo muito para esses especiais de comédia stand up que tem disponível na Netflix. Na verdade eu não ligo muito para comédia stand up: não é é algo que eu curta, nem algo que eu odeie; simplesmente está lá e às vezes pode até me render uma risadinha… ou não. Especificamente sobre a Netflix e seus especiais, uma vez tentei ver um especial de um comediante cujo nome não lembro e desisti antes de completar cinco minutos de exibição. E desde então, nada mais tentei.

Mas aí tinha esse especial da Maria Bamford, de Lady Dynamite, cujas duas temporadas assisti (infelizmente, foi cancelada). Gostei muito do trabalho dela na série que é baseada em sua vida e sua luta com o transtorno bipolar II, e por ter gostado, resolvi dar uma chance para seu especial.

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Fonte da imagem: IMDb.com

Demorou para que eu pudesse realmente rir: isso só aconteceu lá pelo último terço do especial, mas achei interessante como o programa foi estruturado: é o mesmo show de stand up apresentado para diferentes públicos: primeiro, ela ensaiando com seu próprio reflexo; depois com seu marido; com amigos mais próximos; os vizinhos; depois um grupo de estudantes; outro grupo pequeno em um boliche… até chegar na grande plateia de um teatro. Em cerca de uma hora, ela discorre sobre relacionamentos, família, transtornos psiquiátricos, a própria comédia, a vida. O que mais gosto na Maria Bamford é a extensão vocal que ela tem, personificando vários tipos: da criança ao idoso, passando pela mulher sexy… Cara, eu queria ter essa capacidade de mudar de voz!

Não dei altas gargalhadas com Old Baby, mas é divertido, sim. Recomendo – e se você nunca viu nada da Maria Bamford, veja Lady Dynamite também.

 

🎶Staaaaay, why don’t you staaaaaaaay…🎶🎤

Essa música gruda na cabeça da pessoa num grau, que faz mais ou menos duas semanas que eu tô cantarolando ela pelos cantos. Essa é a música de abertura da novela Sturm der Liebe, que por acaso vem a ser a única que estou acompanhando ultimamente (as daqui do Brasil eu vejo um episódio ou outro, mas fico sabendo do que tá rolando basicamente pelos tweets dos coleguinhas).

(Aí, a música completa, da Curly)

Talvez para você que está lendo esse post a música não seja tão grudenta assim; mas vai ouvir isso todo santo dia!

E como eu me sinto por ser a única pessoa a assistir a essa novela.

Tudo começou durante o meu período de intercâmbio na Alemanha. Quando eu não estava na rua, geralmente eu estava vendo televisão, que foi uma das minhas estratégias para melhorar a compreensão auditiva. Mais ou menos na hora em que eu ia jantar, estava passando uma reprise de Verbotene Liebe e logo depois começava Sturm der Liebe. Depois de comer, eu ia pra frente da TV, pegava o caderninho e anotava tudo o que eu estava entendendo. E se tinha alguma palavra cujo significado eu não conhecesse, partiu dicionário!

Eu gostava particularmente de Sturm der Liebe, talvez porque fosse a única que eu visse o capítulo na íntegra. Tinha uma protagonista negra, a Samia (Dominique Siassia), uma trama sem muito pra-que-isso, e tudo acontecendo nos entornos de um hotel chamado Fürstenhof. O hotel é o cenário principal, os shots de transição de uma cena para a outra parece uma sequência de papel de parede do Windows (ou seja, tudo muito lindinho e natureza), me peguei viciada na novela!

Eis que voltei para o Brasil. E aqui fica meio complicado de manter a fluência adquirida no idioma, por motivos de falta de falantes na minha área. Ou seja, para não enferrujar o alemão de novo, eu teria de me mexer, e me muni de tudo quanto me estava disponível. Fui atrás dos episódios de Sturm der Liebe no YouTube e encontrei o canal oficial. Mas os protagonistas eram esses:

Sebastian Fischer (Viktor), Larissa Marolt (Alicia) e Dieter Bach (Cristoph).

“Cadê a Samia? A temporada anterior já acabou?” Eu me perguntava. Como a temporada de Alicia, Viktor e Christoph é a 14a (a novela está no ar desde 2005, novela lá na Europa é tipo Malhação aqui, com dezenas de temporadas), presumi que a temporada que eu via quando estava lá era a 13a.

Apois. Era a TERCEIRA!

Enfim, comecei a ver quase que diariamente os capítulos dessa temporada e tô curtindo. A história dessa temporada é basicamente a seguinte: Alicia é médica, noiva do Christoph, que é pai do Viktor, que é apaixonado pela noiva do pai. Christoph é sobrinho do Werner (Dirk Galuba), dono do Fürstenhof (logo, um dos que está desde o primeiro episódio).

E tá rolando um “quem matou” maravilhoso nesses capítulos!

Uma alma sebosa lá da lista de personagens, chamada Beatrice Stahl, foi assassinada no Fürstenhof e já passou um bocado de suspeitos. O pobre do Boris (Florian Frowein), o outro filho do Christoph foi suspeito, depois um guri, depois o Viktor, até que o público descobre que a assassina é a Susan (Marion Mitterhammer), que é arriada os quatro pneus e o estepe pelo Werner e faz qualquer negócio para ficar com ele – que, a propósito, é casado com a Charlotte (Mona Seefried), que acabou sendo presa pelo homicídio e tá lá, cumprindo pena e se correspondendo com seu amado por cartas…

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Olha ela aí. E ainda achei muito a cara da Lucille, uma personagem que criei para À imagem e semelhança, uma webnovela que publiquei lá no Orkut, no ano da graça de 2007.

Dei essa volta todinha só pra explicar a espinha dorsal do enredo que, como vocês podem ver, não tem nada de novo (e como provavelmente só eu assisto por essas bandas, posso dar spoiler à vontade). Mas tem personagens carismáticos e agora que consigo entender cerca de 85% da novela, acho o texto bem feito.

Esses últimos dois dias fiquei bem mais empolgada, porque estavam na cara do gol para descobrir que Susan matou Beatrice. Primeiro ela armou para fazer com que Werner pensasse que eles haviam dormido juntos quando ele tava virado na cachaça. Depois, tacou fogo em uma carta que ele havia escrito para Charlotte (a foto aí em cima) e ele ficou tão p da vida (e o mundo em volta da ferida) que bloqueou a mulher da vida (ela tentava falar com ele e ele passava direto como se não visse ninguém, o que muito me lembrou o final de White Christmas, do Black Mirror).

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(bem isso)

O que ela faz?

Escreve uma carta para o filho confessando que matou Frau Stahl, sai do Fürstenhof e…

Tenta o suicídio.

Mas sobrevivendo, ela resolve dar sumiço a sua confissão, rasgando a carta e jogando no lixo do hospital.

Mas não contava com a astúcia do Viktor!

“Ich habe Frau Stahl getötet” = “Eu matei a Sra. Stahl.”

O cara pegou um lápis e conseguiu revelar a marca que tinha ficado no bloco de papel! Como eu nunca tinha visto isso na TV antes, achei genial a saída para a Susan se lascar assim mesmo.

Se bem que ela não é a única personagem que já conquistou meu desafeto e quero que mais é que se exploda: tem a Jessica (Isabell Ege) também, mulherzinha cretina!

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Mulherzinha chata e inconveniente essa Jessica, digo logo. Quando tem casal no maior clima, ela vai e aparece para morgar os papos. Torcendo pra Tina (Christin Balogh) e Romy (Desirée von Delft) varrerem ela do apartamento.

Como nada é perfeito, tem umas cenas meio desnecessárias, tipo uma do Viktor fazendo coreografia com o cavalo, que mais parecia um comercial exibido no Canal do Boi. Mas tirando essas coisas, tô gostando muito (e tem até uns colírios pra gente ser feliz, hahaha)

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Peguei essas fotos do site da Das Erste (emissora na qual a novela é exibida) só pra vocês terem uma noção dos gatinhos. Não tive tempo de tirar prints das cenas em que eles aparecem descamisados. 😛

Assistindo: Lady Dynamite, 2ª temporada

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Quando assisti à primeira temporada de Lady Dynamite na Netflix, e comentei aqui no blog, disse que achava que era uma série ‘ame ou deixe’; e até então eu estava amando. Fui com empolgação assistir à segunda temporada assim que ela estreou e o primeiro episódio, para mim, manteve a qualidade da primeira temporada inteira.

Agora Maria (Maria Bamford) tem um relacionamento sério, mora com o namorado Scott (Ólafur Darri Ólafsson)… E está aprendendo a lidar com essa nova fase da vida, com menos crises, mas não totalmente estável, como é de se esperar.

Nessa temporada, ficam mais ressaltadas as questões envolvendo a mãe dela, Marylin (Mary Kay Place) – tem um episódio que é praticamente todo sobre o domínio que a mãe exerce sobre Maria – e obviamente as problemáticas envolvidas em um relacionamento. A propósito, Scott me passou a impressão de ser o ponto de equilíbrio para Maria, com uma família e amigos disfuncionais.

Os flashes do passado de Maria em Duluth permanecem e continuam ótimos. Mas nessa temporada também tem as cenas do futuro, que achei bem chatinhas. Podia ficar só com o passado e o presente, como na temporada anterior.

Ah, e com Bert, o cão de estimação e voz da razão não só de Maria, mas também de Scott!

Lady Dynamite continua muito boa, com tiradas interessantes, muita sátira (inclusive com a própria Netflix) e personagens bem fora da casinha. Passei um momento meio desanimada dela, entre o segundo e o terceiro episódio, mas depois do quarto episódio desisti da ideia de abandoná-la. Seguimos acompanhando!

Assistindo: “The Good Place”

A preguiça e a montanha de coisas para fazer meio que andou me impedindo de escrever no blog, mas cá estamos. E hoje eu queria aproveitar para comentar um pouco sobre The Good Place, série da NBC/Netflix que já está na minha lista de favoritas. Ando vendo muito pouca TV nos últimos meses (desde que acabou A força do querer, dei uma desapegada de TV, e com a rotina corrida, dou preferência a dormir mais cedo e bem), mas quando dá, vejo alguns episódios da série no celular e tá tudo ótimo.

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O plot da série vocês já devem conhecer: uma mulher que passou a sua vida inteira sendo apenas muito péssima com todo mundo morre e vai parar acidentalmente no Bom Lugar. E a partir das tentativas dela de melhorar de postura para merecer permanecer ali e não ser mandada para a tortura eterna no Mau Lugar os episódios se desenrolam.

Eu não estava com muita expectativa, comecei na curiosidade, mas várias coisas me cativaram na série e resolvi listá-las aqui. O fato de ter episódios curtíssimos não entra, porque já é algo que me atrai em qualquer série que eu me proponha a assistir atualmente no tempo curtinho que tenho. para TV. E geralmente as comédias que aprecio são bem rápidas (vide Frasier, Will and Grace…). Enfim, vai a minha lista de favoritos em The Good Place.

  1. Janet (D’Arcy Carden). Melhor personagem EVER. É uma espécie de Siri/mulher do Google personificada, que a uma certa altura basta aparecer pra gente começar a rir. Bem, pelo menos eu toda vez dou risada quando alguém diz o nome dela e ela pops up do nada, dizendo Hi, there! Ao longo dos episódios, vão acontecendo situações a envolvendo que são maravilhosamente hilárias.
  2. Tahani. Ou melhor, Jameela Jamil, sua intérprete. Essa mulher é meu mais novo girl crush, pelo conjunto da obra. Sigam-na no instagram, vale muito a pena (falou a pessoa que está seguindo o elenco inteiro). Sobre a personagem, no começo eu ficava enervada com Tahani, suas roupas, o jeito dela ser amiga de todo mundo… Mas nos últimos episódios da primeira temporada, comecei a simpatizar.
  3. As músicas. Tocam poucas músicas em The Good Place, mas quando tocam, dão um toque especial. Tem Ariana Grande tocando no primeiro episódio (aliás, Ariana é citada mais de uma vez na primeira temporada), toca NSync (em uma das melhores cenas da Janet na primeira temporada)…
  4. Os flashbacks da vida terrena dos protagonistas. No começo, só aparecem cenas de Eleanor (Kristen Bell) sendo muito ruim, mas depois vamos conhecendo melhor o passado de Tahani, Chidi (William Jackson Harper) e Jianyu/Jason (Manny Jacinto).

Quando acabou a primeira temporada, achei que a segunda seria algo chata, mas o primeiro episódio (excepcionalmente com o dobro de tempo dos episódios regulares me surpreendeu com as soluções apresentadas para as questões deixadas no final da primeira temporada. Achei um belo acerto, e já estou aguardando os novos episódios na Netflix, a partir de 5 de Janeiro.