Contenção de despesas

Esse primeiro semestre não tem sido a coisa mais fácil do mundo no que diz respeito à finanças… Na verdade não está tão desesperador, não. Mas depois de uma despesa em fevereiro que foi provocada unicamente pela minha ansiedade e precipitação, acho que ficou um pouquinho difícil organizar as coisas.

Fora isso, ainda tem outros projetos que demandam um investimento extra e tem hora que penso que as contas não vão fechar. Dá uma agonia… Mas acredito que daqui para o fim do semestre as coisas vão melhorar, pelo menos estou trabalhando nessa perspectiva. E, para isso, estou vendo possibilidades de controlar mais as despesas, para evitar dores de cabeça.

O que estou fazendo:

  • Cancelei dois dos serviços que eu tinha assinado há aproximadamente um ano: o Spotify e o Headspace. Parece gerar um impacto pequeno na fatura do cartão, mas são duas coisas que considerei que dá para viver sem, numa boa: o Spotify free tem servido bem, além de que tenho baixado muitos podcasts para ouvir offline (o que reduz meu tempo de uso dele consideravelmente) e estou treinando a meditação sem ajuda de aplicativo algum – silêncio total! Aprendi bastante com os meses que fiquei usando o Headspace e o Stop, Breathe and Think, mas senti que estava na hora de seguir sem apps.
  • Saídas para comer ou algo assim estarão mais restritas, o que não significa que eu não vá me divertir! Com a dieta que estou seguindo, tem várias coisas que não posso comer (e que geralmente são mais caras, o que rende uma economia massa no final se não as estou consumindo) Dá para fazer muita coisa legal em casa, sem gastar um real. E para botar a cara na rua, tem as caminhadinhas que estou reinserindo na minha rotina – dei uns passos atrás com relação à corrida, porque me atrapalhei legal com os treinos, infelizmente.
  • O cartão de crédito: usar só quando extremamente necessário. No mais, prefiro o débito: depois de ter problemas com crédito, em anos passados, uso um limite mais baixo do que o que o banco oferece. É importante ter uma distinção entre o limite oferecido (pelo banco, com base na renda) e o limite real (o quanto podemos pagar sem lascar o orçamento).
  • Para as viagens futuras: estou enchendo um porquinho desde o ano passado e não faço a menor ideia de quanto tenha lá. Vou descobrir no fim de julho. Também estou comprando milhas, com a perspectiva de usar no próximo ano para comprar passagem aérea (a parte mais cara do negócio…)
  • Prioridades: atualmente minhas prioridades tem sido bancar a comemoração do aniversário, guardar uma graninha para a volta à Alemanha, que já está marcada, e comprar um violão eletroacústico, porque está meio difícil tocar com violão alheio… Toda economia que faço é pensando nesses três pontos e embora para muita gente eu pareça meio sovina às vezes, não guardo nada simplesmente por guardar.

Por enquanto, é isso que venho buscando fazer para garantir que minhas contas não vão me dar dor de cabeça. Espero que dê certo! 🙂

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Sobre Porto Seguro e o que encontrei pelo caminho

Eu não estava com muitas expectativas sobre a cidade, para ser bem honesta. Minha única expectativa era pela piscina, porque grande é o calor; por fazer meu treino de corrida em um lugar diferente e passar uns dias, ainda que parcialmente, sem internet.

Foi assim que peguei os poucos dias de recesso que tive e fui com meus pais para Porto Seguro, na Bahia, com algumas pausas no caminho para visitar os parentes.

Cheguei no meu limite de distância para viagens de carro. Na verdade, ultrapassei um pouco: sul da Bahia só de avião agora, meus amigos, que eu não tô pagando promessa.

Mas, apesar de, a gente encontra coisas interessantes pelo caminho, que valem a pena a estrada super longa (penso no pessoal que vai pro Rio de Janeiro de ônibus… infelizmente não dá pra mim!): meio que desisti de acompanhar estações de rádio nas diferentes cidades, mas observar as placas substituiu esse hobby viajante.

Encontrei três dignas de nota:

Humildes (salvo engano, é distrito de Feira de Santana, e tem um rio com esse nome);

Afligidos;

Amargosa.

Ah, e uma cidade chamada Gandu, que só vimos um pedacinho. Pedacinho muito bacana, a propósito .

Num caminho longo desses, a gente faz algumas paradas em postos de gasolina, para abastecer o carro obviamente, comprar lanchinhos e usar o banheiro. Felizmente, encontrei alguns banheiros de posto bem organizados e limpinhos, dignos do Selo Banheiro de Posto de Arcoverde de Qualidade – um posto em Arcoverde, aqui em PE, tem um banheiro considerado o melhor do Brasil; e os que encontrei na estrada nessa última viagem, embora não estejam exatamente no mesmo nível por um detalhe ou outro, estão quase lá!

Tem o posto Embira, em Cruz das Almas; o posto Desejo, cuja localização exata não anotei (sorry!) e o posto União, em Itagimirim. Então se você que está lendo isso estiver eventualmente rodando por estradas baianas, aí estão as dicas de banheiros limpinhos em postos de gasosa. 🙂

O que não tem muito, infelizmente, é loja de conveniência. Pelo menos quando a gente precisou, não aparecia um!

Tenho uma certa dificuldade para dormir em carros, ônibus ou aviões; mas dessa vez acabei sucumbindo ao cochilo em alguns momentos. Mas isso não impediu que eu chegasse a Porto Seguro extremamente cansada, estressada e achando tudo feio e zoado.

(Essa foto foi do sábado, dia um pouco mais tranquilo)

Tivemos dificuldade de achar o hotel, dificuldade para circular no trânsito da orla; e a cada metro andado eu pensava “Porto por Porto, prefiro o de Galinhas!”

(De dia, tranquilidade. Do fim de tarde pra lá, é complicado se você estiver de carro. Pegue um ônibus!)

No segundo dia as coisas melhoraram um pouco: a impressão ruim que eu tive começou a se desfazer, embora ainda não estivesse 100%. Fiz amizade com uma família argentina que estava hospedada no mesmo hotel que eu – oba, botei meu espanhol pra jogo! Comprei alguns badulaques (pouca coisa, tipo um colarzinho com uma pedra da lua) e não achei um cartão postal pra minha coleção.

O que tem de interessante por lá:

O Memorial da Epopéia do Descobrimento: empreendimento de iniciativa privada, contém um bosque, salão com imagens relativas às expedições dos navegadores; réplica de oca indígena com diversos utensílios e a reprodução de uma nau, onde podemos entrar durante a visita.

Coroa Vermelha, em Santa Cruz Cabrália: foi na praia da Coroa Vermelha que foi rezada a primeira missa pelos portugueses (o local é marcado com uma cruz, uma espécie de marco zero, digamos assim). Lá também encontramos comunidades indígenas (infelizmente não deu tempo de ir) e uma área comercial bem mais organizada que a do centro de Porto Seguro.

(Também foi lá em Coroa Vermelha que tive uma mini crise de ansiedade, coisa que não tinha desde Abril – comparada com a de Abril, foi nano. Bem, o importante é que sobrevivi!)

Arraial d’Ajuda: para chegar lá, pegamos uma balsa. Valeu a pena conhecer a região, que é uma gracinha e me passou uma impressão bucólica. Queria ter ficado mais tempo lá!

(Vista da balsa)

De lá a gente foi para Trancoso, mas…

Ir a Trancoso foi a epopéia: além da lonjura, certamente pegamos um caminho errado que deu numa estrada barrenta – até as plantas estavam cobertas pela poeira avermelhada – com direito até a uns carros abandonados pelo caminho . Cenário de filme de terror (até tenho um roteiro que poderia adaptar para esse cenário). Passamos por todos, todos os resorts tipo Club Med, mas ver o mar que é bom, necas…

Acabamos desistindo e indo embora antes que escurecesse.

Mas tem uma coisa muito massa: uma parte da estrada de Arraial para Trancoso tem depressões, o que deixa a viagem parecendo uma montanha russa. É divertido!

Sobre o treino de corrida: não fiz. Não achei a área convidativa (tem uma pista muito longe de onde estávamos hospedados, e tinha uma galera correndo, mas era praticamente no acostamento). Em compensação, dei umas braçadas na piscina. Sou uma péssima nadadora e no mar não me arrisco, mas até que não fui tão desastrosa dessa vez: consegui ir de um canto a outro da piscina sem parar e sem os pés tocarem o fundo; mas ainda não entro na água dando aqueles saltos maravilhosos: desço uns dois degraus na escadinha e aí sim, splash! Tentei saltar uma vez, dei um mau jeito e o joelho sentiu um pouco, mas já está ótimo.

Um pequeno arrependimento: não ter comprado chocolates artesanais. Passei meio longe do cacau dessa vez, mas eu estava tentando pegar leve no açúcar depois do desbunde das festas de fim de ano (e agora estou doida por um docinho, mas é a TPM, segura!).

Uma coisa boa: não sou fã da culinária baiana, mas azeite de dendê é o bicho! 😋 É o tipo de coisa que só consumo na Bahia mesmo.

Uma coisa chata: vendedor de capeta (drink alcoólico que nunca tomei, mas pelo nome vocês imaginam como seja) me chamando de princesa e querendo me agarrar pelo braço. Se eu não estivesse tão bêbada de sono (primeiro dia…) ele ia levar era um baile.

Se voltarei a Porto Seguro? Talvez, mas não em Janeiro e certamente não vou mais de carro! Aeroporto tá aí pra isso. E a Trancoso, voltaria, mas com guia pra me deixar num resort all inclusive por uma semana. 🤣🤣🤣

Pelos ares

(escrito em dezembro de 2015)

Apressei os passos assim que saí do avião, e quando cheguei à esteira de recolhimento das bagagens, me arrependi. Olhei para trás. Até me estiquei um pouco, pensando que conseguiria avistá-lo e me despedir decentemente. Eram duas da manhã, apanhei minha mala e olhei para trás. Seja como for, você já tinha se mandado, levando junto minhas horas de sono.

O plano original, enquanto eu mirava da janela as luzes do Rio ficando cada vez menores, era dormir ouvindo Grzegorz Turnau e só acordar em Recife. Mas você, que também queria ouvir seu som gentilmente providenciado pela companhia aérea, estava tendo problemas com o fone de ouvido. Ofereci meu player (e meu Turnau) para que você testasse o seu fone. Assim acabou uma audição sonolenta e começou uma small talk aérea. O avião quase todo já dormia.

Um cinquentão, divorciado, indo a Recife a trabalho. Uma jovem professora voltando de São Paulo, amargando o fim das férias. Ambos fazendo escala no Rio, sentam lado a lado no avião e começam a conversar quando ela o ajuda com uma bronca tecnológica. O plot perfeito para uma comédia romântica, não é? Eu poderia escrever uma estória assim. Você fez bem o seu papel, parecia tentar me seduzir só com o olhar. E eu nem lembro mais de que cor eram seus olhos. Nem lembro o seu nome, para falar a verdade.

Lembro de estar me divertindo com a conversa, até a hora que você começou a falar mal da Dilma e eu pensei: “Oh, droga, um coxinha, como faço para cortar a conversa e dormir agora?” Não consegui. Primeiro porque já tinha perdido o sono mesmo. Segundo porque achei que seria divertido provocar um coxinha. Ou porque, apesar disso tudo, eu ainda queria seu telefone, só não queria assumir isso.

(Um complicador para o plot! Tenho que começar a desenvolver a história já.)

Por um instante achei que ali, na meia luz da aeronave, todos os passageiros dormindo, você fosse me beijar. Sei lá, achei aquela distância altamente perigosa. O piloto anuncia a preparação para o pouso e, sem saber, anuncia também o fim daquele romance mal começado. Sem beijos, sem troca de telefones. Acabou.

Será que um dia serei capaz de reconhecê-lo no próximo voo?

A fila que mais cresce no Brasil

Deve ser a minha fila de livros para ler. No começo do ano coloquei no Goodreads a meta de 21 livros; foi a quantidade que li no ano passado e eu tinha uma boa perspectiva de ultrapassar essa marca…

… Lendo 22 livros em 2017.

Enfim, parece que cheguei aos 22! Um dos livros que li não está registrado no Goodreads, então não entrou para a conta oficial do site (:-(), estou terminando Alice através do espelho e, com fé em Deus, termino A room of one’s own. Não é que eu esteja achando A room… ruim, mas às vezes eu simplesmente esqueço desse livro. Levei meses para terminar cada livro da Virginia Woolf que eu li entre 2016 e 2017. Na verdade, levei anos para criar coragem de abrir o Selected Works e efetivamente lê-lo. Mas até 31 de dezembro termino e então terei lido 23 livros, olha que legal. Até posto a listinha aqui, com breves comentários.

Mas olhando para o futuro, em termos de leitura, 2018 promete. Na minha fila tem Eu sou MalalaVoltar a Palermo (de Luzilá Gonçalves, que só comprei porque ando pensando em ia passar uns dias na Argentina (poucos, bem pouquinhos, porque ando economizando para voltar à Alemanha), tem outro livro de um autor pernambucano cujo nome agora esqueci (quando eu estiver perto da minha estante, faço um update desse post).

E vai ter Hermann Hesse. Recebi a indicação de um amigo querido e resolvi lê-lo.

Em alemão. Vou passar 2018 mais abraçada com o dicionário do que andei em 2017. vocês vão ver.

Diários da Alemanha: em busca dos produtinhos

Viajei para Berlim sem nenhum produto para o cabelo, pela simples razão de que acabaram quase todos os meus cremes na véspera da viagem. Então lavei o cabelo na véspera e pesquisei um pouco nos sites de drogarias como a Rossmann – que eu já sabia que ficava pertinho da minha casa, obrigada pela informação, Google Maps – para ter uma noção do que eu teria disponível para o meu cabelo e qual seria a média de preço.

Valeu para ter uma noção, mas só fui achar produtos para mim fuçando nas prateleiras, e com uma ajudinha do dicionário. Eu não sabia que cabelo cacheado em alemão é lockiges Haar, por exemplo. Mas aprendi rapidinho, de tanto futricar nas drogarias (a Rossmann e também a DM – passei também em uma Apotheke na Torstraße, mas comprei nada lá.)

Então, ainda nos primeiros dias fui atrás dos meus produtinhos! E aqui estão eles (que eu trouxe pra casa, obviamente):

Como praticidade é tudo na vida da pessoa, comprei esse shampoo feat. Condicionador de óleo de amêndoas e óleo de macadâmia da Lavera, marca de cosméticos naturais e veganos made in Germany. Não é específico para cabelos cacheados, mas naquele dia eu tinha meio que perdido a paciência e peguei um pra cabelos secos mesmo. Da mesma linha, tem também a máscara capilar, que vem em sachês e é uma das coisas mais maravilhosas que já passou pelo meu cabelo desde a transição.

Essa máscara tem manteiga de manhã e óleo de coco, sem silicones e petrolatos, bem gostosinha. Inclusive, quando essa foto foi feita, o pote já estava vazio. Também não é exclusivo para cacheadas.

Esse sim! Próprio para cabelos cacheados e ondulados, é uma manteiga capilar que eu estava usando como creme de pentear e meio que me salvou, porque meus day after estavam tensos. Meu “Maria Bethânia (Como chamo meu cabelo às vezes) estava meio estranho e tals… agora tem que ter cuidado com a medida, não pode usar demais desse creme…

Saindo da categoria cuidados capilares, fiz outras comprinhas de bonitezas na drogaria.

Comprei a base e o esmalte jurando que ia fazer as unhas eu mesma por lá. Preguiça bateu e só usei a base, mas depois estreei o esmalte da Essence e realmente ele cumpre o que promete. Uma passada só e fica lindo!

Como dei uma enjoada do perfume que tinha levado (o Aurien nigra, da Eudora), comprei esse. Era o que tinha o melhor cheirinho dentre todos os “minis”. E foi só 3.15 euros, não dava pra perder!

Teve também o batom vermelho da Rival de Loop. O meu é o número 7. Amo e vou defender esse batom, que além de ser lindo e ter uma fixação legal, foi barato pra caramba.

Diários da Alemanha: Potsdam, ou o dia em que (quase) tudo deu errado

Poucas fotos do meu dia em Potsdam resistiram. A maioria delas foi para o beleléu junto com o cartão de memória corrompido. Eu podia muito bem ter deixado na memória do aparelho mesmo, porque o bichinho sobreviveu a uma queda na privada!

Não de imediato, mas em alguns dias eu consegui voltar a usá-lo. De toda forma, acabei comprando um aparelho novo quando voltei a Berlim, já que não podia ficar sem comunicação.

Não foi só do ponto de vista tecnológico que rolaram umas coisas estranhas. Naquela semana, eu estava na expectativa de desenrolar um crush, emendar o passeio com uma noitada tomando alguma coisa e batendo um papinho, só eu e o boy…

Acabou que eu dei foi um monte de closes errados. Tentei ser discreta e de boas, e talvez tenha até passado essa impressão, mas por dentro eu estava muito incomodada com minha própria postura. O cara não estava na minha, aparentemente estava mais interessado em outra garota, com quem também fiz amizade. Recuei, claro.

Gosto de adolescentes, trabalhei com eles por um tempo, mas os que estavam acompanhando a gente naquela excursão eram bem uó…

E na volta, depois de morrer em 200 euros num celular, ainda tive que encarar uma minitreta em casa. Durou pouco mais de um minuto, graças a Deus tudo se resolveu logo. Eu só conseguia pensar em como aquele dia tinha sido complicado!

Mas olhando com mais distanciamento, não foi tão ruim assim. Ainda tenho umas fotos daquele dia, graças a uma ajudinha dos amigos. Vi algumas apresentações culturais que estavam rolando numa feira da diversidade (eu podia ter pego mais souvenirs, fiquei só com um pin pra coleção). Os jardins são apenas fantásticos, bem como os prédios. E também foi lá em Potsdam que provei uma das minhas iguarias favoritas – o Döner Kebab! Pretendo retornar, para refazer as imagens perdidas e ainda passar pelo museu do cinema, que infelizmente não foi parte do passeio.

E melhor de tudo: pode ter sido o dia mais estranho do mês, mas foi o prenúncio do dia mais lindo de toda a temporada. Depois desse dia, fui “exorcizar” as vibes estranhas no Mauerpark, e acabei tendo o melhor dia.

Diários da Alemanha: um dia em Hamburg

Continuando com a série de postagens… Durante a minha estada na Alemanha, tive várias oportunidades de participar de atividades com o grupo da escola. Participei de duas delas: a ida à Hamburg e a ida à Potsdam.

Antes de falar da primeira cidade, algumas considerações sobre a experiência de fazer atividades turísticas em grupo, com guia e tempo cronometrado, que foi algo que nunca havia feito antes: foi legal, mas provavelmente eu não faria de novo com um grupo grande (outros passeios, provavelmente eu faria; mas visitas à cidades durando um dia só… nope!). Meu ritmo é um pouco mais lento, e eu certamente gostaria de passar mais tempo explorando alguns locais. Mas sim, valeu a experiência e um dia voltarei para Hamburg… Principalmente para refazer várias das fotos que acabei perdendo no incidente do celular. As únicas fotos que resistiram foram as postadas no meu instagram. (moral da história: da próxima vez, lembrar de mandar tudo pra nuvem no mesmo dia que fotografar!)

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Aí estava caindo uma chuvinha fina…

Choveu uma boa parte do dia. Claro que não foi nada no nível ao qual eu estou acostumada aqui na RMR, mas passear em dia chuvoso é meio complicado, independente de ser muita ou pouca chuva.

Passamos (claro) pelo porto, cruzamos várias pontes, me deparei com uma ponte cheia de cadeados (sei, ainda é moda botar cadeado para imortalizar o amor, mas meu romantismo não topa muito com isso). Também teve uma parada no prédio da Filarmônica, que tem um prédio interessantíssimo, metade antigo, metade novo…

Uma parada que achei ótima (e que acalentou de verdade meus sonhos românticos) foi a ida à St. Petri Kirche, igreja mais antiga em Hamburgo, que além de receber muitos visitantes o tempo todo, também estava sediando um casamento! E nós pudemos assistir um pedaço da cerimônia! (aliás, encontrei vários casais fazendo ensaio de casamento em Berlim, acho que se um dia eu casar, imito, hahaha) Mas antes de entrar, uma advertência: nada de fotos lá dentro! Todo mundo se comportou direitinho. 🙂

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Só um pedacinho da torre da igreja.

Não encarei o Fischbrötchen, que é iguaria típica de lá. Sei lá, eu não tava muito pra peixe, então perto da plataforma de embarque do transporte aquático (que faz parte do transporte público, logo a gente usa o bilhete comprado lá no Hauptbanhof), comprei um sanduíche numa barraca italiana, com muito queijo e pesto ❤

Minhas compras foram modestas: trouxe dois pacotes de chá, um de frutas vermelhas e outro de flores e frutas (já provei o primeiro, é bem gostoso e, como já é de se esperar, tudo com um cheirinho delícia), cartões postais pra minha coleção e balinhas de goma veganas sabor frutas vermelhas, que há muito foram para o meu buchinho. 😛 São muito mais gostosas que as não veganas, gente!

A volta acabou sendo mais cansativa que a ida… Além de tudo o que a gente andou, também tivemos que pegar dois trens… E o tram, que pra mim era de lei!

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E, para encerrar o post, uma fotinha bem bucólica tirada na ida.