Minha primeira trilha (ou: conhecendo a própria cidade

(essa foto foi tirada por acidente, mas ficou tão boa que até no instagram foi parar)

Segunda-feira passada, fui colocada em um grupo de WhatsApp com o tema “trilha dos amigos”. A turma da igreja faz umas trilhas de vez em quando, mas nunca participei de nenhuma, porque: a) falta de tempo; b) falta de disposição; c) falta de habilidade. Na verdade o que pegava mais era a falta de tempo mesmo, então eu ia deixando a experiência de trilha de lado, juntamente com  outras atividades na minha lista de “por fazer”.

Mas agora eu sou uma pessoa com apenas um emprego e sábados livres; então quando recebi as mensagens do grupo, pensei “eu vou”. E, fato raro: não pensei em desistir no meio da semana!

O grupo que foi era composto por gente de várias igrejas batistas e o trajeto foi Gaibu-Calhetas-Nazaré-Paraíso. Seis quilômetros no total, o que tornou o trajeto mais demorado foram as paradas para fotografar, comprar água, essas coisas.

De perrengue mesmo, só subir e descer as pedras (ainda morro de medo de escorregar, cair e me quebrar toda). E meu par tênis acabou, né? Descolou todinho, depois de andar por terrenos acidentados e levar água e areia no fim. Enfim, cumpriu sua missão, depois de anos de uso (e alguns aninhos esquecido no armário também). Agora é comprar um parzinho novo, coisa que venho adiando há alguns meses por contenção orçamentária.

Mas valeu a pena. Pelo grupo que acompanhou, pelo teste de resistência física, pela meditação em movimento (contato com a natureza, gente, melhor método para reativar a inspiração!) e ainda pelas paisagens que renderam algumas fotos lindonas.

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Vista das ruínas da casa do faroleiro e os navios. (Vila de Nazaré)

Ah, depois desse dia intenso de caminhada, comi como nunca antes na história desse país (geralmente como pouco): só coisa pouco energética, como vitamina de abacate, açaí com granola, mel e creme de cupuaçu.

Essa primeira experiência foi bem positiva, espero repeti-la em breve! É um ótimo jeito de fazer turismo na própria cidade.

Fim de férias em Maceió

Na verdade minhas férias acabaram há 15 dias, mas nesse último final de semana de Janeiro, fui com meus pais passar o sábado e o domingo em Maceió, mais precisamente no Pajuçara Praia Hotel, que fica (como o próprio nome diz) em Pajuçara. Já estive em Alagoas algumas vezes, em outras cidades como São Miguel dos Campos; mas na capital do estado só estive de passagem. Então esta foi a primeira vez em que pude conhecer efetivamente um pouquinho de Maceió.

O que mais me despertava o interesse na orla de Maceió quando eu passava por lá era a movimentação das pessoas praticando vários esportes: caminhada, corrida, patinação, ciclismo, futebol, basquete e até futebol americano! Gosto de lugares assim, onde dê para se divertir ao ar livre, e esse seria o principal motivo que me levaria a escolher uma casa à beira-mar: diversão e esportes ao ar livre, sem ter que pagar nada. Não sei como é a questão de segurança por lá no cotidiano, então não posso dizer nada sobre segurança baseada em uma experiência de dois dias, mas nesse final de semana não aconteceu nada que me deixasse sobressaltada quando andei na rua.

O hotel onde ficamos é um quatro estrelas muito simpático, com um staff atencioso que resolveu nossas pendengas praticamente na hora (não que tenhamos tido muitas, só uma bronca com a Internet e a necessidade de uma toalha extra), acomodações confortáveis, três piscinas (duas no térreo e uma na cobertura) e um posicionamento privilegiado, que dá uma bela vista.

 Pajuçara

(esta tarde se improvisa)!

O hotel também conta com academia (olha o vídeo!), salão de beleza (não usei esse serviço, mas comprei lá um elástico para o cabelo porque esqueci todas as minhas presilhas em casa, tsc); espaço para eventos.

Fora do hotel: aproveitei a oportunidade para curtir a orla como uma local esportista e fui dar uma corridinha, com direito a um açaí no Mr. Freddo (sorveteria artesanal) depois. Como estávamos com sérias restrições orçamentárias, limitei minhas compras na feira de artesanato a cinco cartões postais para minha coleção (2 reais cada), no mais fiquei só no “tô só olhando…”

Nas imediações da feira à noite a gente ouviu muita coisa legal, de carrinho tocando Queen até um senhor com roupas que deveriam ser indígenas tocando um instrumento de sopro (infelizmente, não rolou vídeo disso, sorry!). Mas durante o dia não achei aquele pedaço muito legal – o cheiro de urina tomando conta daquele pedaço próximo da feira.

Queria ter feito, mas não rolou: participar da tarde dançante no Iate Clube, que segundo banner exposto na fachada, acontece aos sábados a partir das 16h. Se bem que eu acho que no sábado em que eu estava lá não rolou, por causa do Verde e Branco. Inclusive tinha uma galerinha no hotel que deve ter ido para esse baile… Também queria ter ido assistir a um filme no Centro Cultural lá em Pajuçara, ao lado do condomínio Ana Maria. Sempre quero conhecer melhor os centros culturais dos lugares, mas a correria é tão grande que acabo vendo muito pouco (aconteceu a mesma coisa quando estive no Dragão do Mar, em Fortaleza). Mas tudo bem, Maceió é ali e um dia desses eu posso voltar lá com mais calma para apreciar as atrações culturais da cidade.

Nosso fim de semana neste hotel foi possível devido ao Meridien Clube, clube de turismo que disponibiliza hospedagem de qualidade aos associados em vários destinos no Brasil e no exterior. Se você se interessou e quer saber mais informações, visite o site! 😉

[obs.: não é publi!]

Diários da capital federal (4)

Além das oficinas e as toneladas de coisas fantásticas que vi, ouvi e fiz nos quatros dias de conferência, esses dias em Brasília me trouxeram duas novidades:

  1. Até então, eu nunca tinha comido nada em food truck, acreditam? Mas na minha segunda noite no hostel, rolou de ter um lá na frente. Passei todo o dia da conferência pensando em hamburger, e consegui meu primeiro hamburger gourmet, sem maionese, com batata frita e água mineral com gás. 🙂 Oba Oba Food Truck aprovado, viu? Tanto no quesito sabor quanto no atendimento.
  2. No sábado, jantei com a turma no Fratello Uno, que tem somente a melhor pizza que já comi. A Gostosona, com pesto, olhe… coisa mais perfeita! E eu nem gosto de pizza portuguesa, mas a de lá foi aprovada com louvor. Logo depois, praticamente rolando de tanto comer pizza, fomos para o Instrumenta Brasília, no Parque da Cidade. Foi uma bela de uma andada para chegar lá, mas valeu a pena pelo som que estava rolando. Detalhe: nunca fui a um festival de música bom por aqui… Quando chegamos, tinha acabado um show e o DJ ficou tocando por mais ou menos meia hora até que o Iconili subiu ao palco.

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Vale a pena conferir o som da banda mineira, que é uma mistura de jazz com ritmos afro com algo mais que deu um resultado muito bacana. Foi a única banda que consegui ver no festival, por motivos de precisava acordar cedo no outro dia… Mas valeu pela oportunidade de dançar um pouco. 🙂

Para encerrar minha temporada de aventuras brasilienses, acabei no aeroporto cercada por equipes de TV para todos os lados. O motivo, descobri depois conversando com um passante (um moço que me lembrou um pouco o Kledir Ramil, a propósito), foi a implementação das novas normas de segurança nos aeroportos para as Olimpíadas.

Meu passatempo foi ficar fugindo de toda e qualquer câmera, porque eu não estava disposta. Também me distraí comendo e lendo… Sobre o livro, vou falar em um dos próximos vídeos no canal (que devia ter saído hoje, mas como dormi pouco, fiquei com uma fala embolada que só e acabei pegando no sono… tsc)

E por enquanto é isso aí, pessoal! Voltamos com mais novidades em breve. 😉

Diários da capital federal (3)

Então, na quinta-feira levantei cedo, lavei o cabelo que estava meio bagunçado e…

[antes, uma pausa para falar do que aconteceu no meio da noite. acordei e percebi que estava sem um dos meus brincos, então tirei o outro para conseguir voltar a dormir e na manhã seguinte, procuraria com calma. eis que quando fui desembaraçar o cabelo… o brinco perdido estava preso nele. depois foi a vez de perder a tarrachinha do brinco, que foi localizada dentro do meu sapato, durante o café da manhã.]

… Fui para a conferência. Detalhe que eu tinha saído de ônibus no dia anterior para localizar a escola e economizar uma graninha de transporte. No último minuto, me rendi e peguei um táxi.

Antes da conferência propriamente dita, tivemos PCIs (Pre Conference Institutes), comandadas pelos SIGs (Special Interest Groups). Dois grupos me interessaram: o EduTech e o Intercultural Language Education; mas só consegui vaga pro segundo, que só aconteceu à tarde. Enquanto isso, fiquei perambulando pelos stands, fazendo a social…

Mas falando da pré-conferência que consegui acompanhar: foi muito bom para refletir sobre como estamos trabalhando  para desenvolver a criatividade, o contato dos estudantes com outras culturas e, obviamente, desenvolver as habilidades comunicativas. Infelizmente, muitas vezes o que rola é que os alunos estudam para passar, fazer uma prova e pegar um certificado. E…? Fora disso, o que acontece? Depois que sai da sala de aula, o que se aprendeu vai ser usado como, onde e quando?

Se não tiver um significado para o estudante, vai servir pra vários nada 😦

O tema da conferência foi The learner’s voice: creating a participatory culture, e muito das plenárias e workshops giraram em torno disso mesmo: como tornar a língua inglesa significativa para o estudante brasileiro, como ter aulas mais engajadas e participativas usando as ferramentas que temos à mão. Era tanta coisa rolando ao mesmo tempo que eu queria me fazer em mil pedaços para poder acompanhar tudo! Com vocês, os melhores momentos dos quatro dias de evento:

  1. Malu Sciamarelli falando sobre o trabalho com literatura e música, no PCI. Ela promoveu uma atividade em grupo na qual produzimos um poema a partir de algumas músicas (e, como dizia o Charlie Brown Jr., eu não sei fazer poesia, mas que… enfim, tinha um poeta no meu grupo, e sai um texto bonitinho, hahah)
  2. O embaixador do Reino Unido falando de Shakespeare e arrancando risadas de todo mundo com seu senso de humor. Ah, e ainda por cima é bonito o cidadão. ❤
  3. Jeff Kuhn falou em sua plenária no sábado do Minecraft sendo usado para fins didáticos. E sambou na minha cara me impressionou, porque passei um ano inteiro ouvindo meus alunos falando de Minecraft e não tive a ideia iluminada de usar o jogo a meu favor. Ano passado, conheci o Jeff (e me apaixonei por ele) graças ao seminário de tecnologia do Braz-Tesol (foi quando conheci São Paulo, aliás); quase tudo o que ele apresentou no evento em Sampa, levei pra vida. E fui bater um papo com ele lá no evento, antes da plenária, justamente para agradecer pela inspiração e tals (e tirar uma foto também =P).
  4. Gustavo González, também no sábado (só que de manhã), levantando a galera na plenária. Literalmente: além de dar ideias fantásticas para usar a tecnologia de forma simples e dar uma repaginada em atividades com música (usando emojis!), foi o primeiro a ser aplaudido de pé. Foi lindo.
  5. Depois da plenária do Jeff, teve apresentação musical do Jeremy Harmer cantando Shakespeare. Vai trechinho da primeira música da performance.

#shakespearelives Performance by Jeremy Harmer #BTIC

Um vídeo publicado por Evana Ribeiro (@evanaizabely) em Jul 16, 2016 às 3:36 PDT

    1. Domingo de manhã fiz uma troca de última hora e fui para um workshop de Improv theater. Melhor coisa que podia ter feito. No começo eu estava meio que travada (podia até nem parecer, mas eu tava travando por dentro), mas depois me soltei e incorporei até o Darth Vader. Saí de lá cheia de energia e de ideias para aplicar nas minhas turmas.
    2. A plenária de encerramento foi com Jeremy Harmer, que acabou arrancando lágrimas da manteiga derretida aqui (e das minhas companheiras que estavam lá comigo na primeira fila)

Finalzinho da plenária de encerramento do #BTIC, com Jeremy Harmer.

Uma foto publicada por Evana Ribeiro (@evanaizabely) em Jul 18, 2016 às 7:09 PDT

 

E compras, gente! Me segurei um pouco, mas não pude deixar de fazer algumas aquisições para minha biblioteca. Inclusive, elas foram registradas em vídeo, que você pode ver aqui.

Então, além de rever amigos, fazer novos amigos, ficar antenada nos lançamentos do mercado e poder trocar uma ideia com uma galera renomada na área de ELT, participar de um evento como esse é uma grande oportunidade para refletir no que ando fazendo da minha carreira. Aliás, percebo que gosto muito da carreira que me escolheu, e que eu escolhi de volta, de verdade. Sempre penso nisso quando saio do curso com a sensação de que a aula foi boa; ou quando termino uma formação e percebo que consegui atingir o meu objetivo. Não é fácil, ainda tem muita coisa que precisa ser melhorada (e tem coisas que infelizmente não dependem só de mim para serem mudadas), mas ando bem animada para continuar.

Hoje me perguntaram quais eram meus planos mais adiante, e me enrolei um pouco para responder. Talvez eu ainda não saiba ao certo qual vai ser meu plano de ação para avançar profissionalmente, mas sinto que estou começando a construir esse plano…

Diário da capital Federal (2)

Logo depois de escrever o primeiro post, resolvi sair para dar uma volta de ônibus. A ideia original era fazer uma espécie de “reconhecimento da área” e ir até a escola onde ia acontecer o evento.  

Expectativa: eu ia contar as paradas que o Google Maps tinha me dado, ia descer e dar umas voltas nas quadras e tal. 

Realidade: errei a parada, resolvi ficar no ônibus até o fim da viagem e fui parar aqui. 

Não é Asa Norte, não é Asa Sul, não sei que lugar é esse! 

Mas graças a Deus, peguei um ônibus que me levou para o lugar onde eu deveria ficar, a W3 Sul. É no caminho, fiz algumas fotinhas. 

Passei pelo parque da cidade… que é enorme, só consegui esse clique rápido passando de ônibus. 

E pelo Palácio da Justiça  (acho que esse é o nome, brasilienses por favor me corrijam), que tem essa árvore que achei interessante. 

Uma coisa que achei muito legal foi a simpatia dos motoristas e cobradores. Talvez o fato de não ter 200 pessoas gritando “VAI DESCER, MOTORISTA!” ajude nisso. Mas o fato é que fui recebida com muitos sorrisos e simpatia não só nos ônibus, mas em todos os lugares onde parei para fazer alguma coisa. 

Quanto ao frio, que eu tanto temia por estar um pouquinho despreparada, foi melhor do que eu esperava. De manhã e à noite, faz um friozinho gostoso, à tarde esquenta um pouco, mas nada que não dê para suportar. 

Detalhe: minha pele estava sofrendo pela falta de umidade, mas o meu cabelo… Ah, meu cabelo começou a viver dias incríveis!

Na volta do hostel, conheci uma garota no quarto compartilhado que era bem quietinha… puxei um papo com ela é descobri que ela é da onde?? 

DA POLÔNIA! DE VARSÓVIA! 

Fiquei super feliz, e passamos algumas boas horas conversando. Olha, foi muito feliz falar que eu sou fã do Grzegorz Turnau e ser entendida.

A propósito, não falei em polonês com ela, porque ainda não me sinto segura para tanto. No máximo, arrisquei duas palavras: poezja śpiewana. E acho que falei direitinho, até! 

*continua*

Diário da capital federal

Brasília nunca foi um dos meus destinos dos sonhos, mas a oportunidade apareceu e aqui estamos…
Antes de decolar, o comandante do voo informou aos passageiros que a temperatura em Brasília, naquele horário, era 10 graus. Quando ouvi aquilo, precisei segurar a vontade de rir e a primeira frase que me veio à cabeça foi: agora lascou! Eu pensei logo se as roupas que estavam na mala aguentariam esse frio.
Uma vez já na cidade, fui recepcionada por um clima diferente do esperado. Mas quando olhei para minha mão, tive outro pequeno ataque de pânico (agora lascou! Parte 2). Minhas mãos estavam bem ressecadas, e eu não lembrava de tê-las visto assim antes. Felizmente, lembrei de colocar cremes hidratantes na mochila, e acho que voltarei para casa com os potinhos vazios. Grande será a produção!
A primeira impressão: trânsito rápido e céu de brigadeiro. Como de praxe, fiz algumas fotos (estão no instagram @evanaizabely) e o taxista me deu algumas dicas de lugares para visitar. Como estou aqui para participar de um evento, talvez não consiga ver tudo, mas tudo bem… quem sabe na próxima?
O hostel não me desapontou, pelo contrário! Fiquei surpresa com a organização das instalações e a simpatia do staff. Tinha ficado preocupada quando vi uma foto no Google Street View, mas já passou. O hostel 7 periga ganhar o título de melhor hostel em que me hospedei até hoje – o título até aqui pertence ao Samba Palace, no Rio.
Até agora, eu já: puxei papo rápido com um neozelandês do quarto vizinho, conheci duas estudantes de psicologia, fui ao credenciamento de um evento de psicologia, gastei os olhos da cara com comida, conheci um garoto do Espírito Santo e as colegas de quarto, qud também são de psicologia.
Por enquanto, o dia está bem tranquilo, amanhã é que começa o agito para valer.
*continua*

2016.1, o balanço

Então é meio do ano
E o que você fez?
Semestre termina
E nasce outra vez…

Não consegui resistir à essa parodiazinha fuleira… Enfim, agora que já cruzamos a linha do meio do ano, porque não olhar um pouco para trás e ver o que aconteceu, os melhores e piores momentos (e sacar que sobrevivemos a todos eles?)

Janeiro foi um mês muito rico para mim, graças às viagens maravilhosas que pude fazer. Primeiro teve a tradicional viagem de começo de ano dos Ribeiro, que dessa vez foi para Aracaju-SE. Não falei dela aqui porque a preguiça tomou conta legal, mas gostei muito da cidade. E até aparecemos no telejornal local!

Da histórica São Cristóvão, em Sergipe. Uma bela aula de história, vale a pena conhecer!

Uma foto publicada por Evana Ribeiro (@evanaizabely) em Jan 10, 2016 às 7:55 PST

 

O velho navio Heráclito Dantas, em Barra dos Coqueiros, Sergipe.

Uma foto publicada por Evana Ribeiro (@evanaizabely) em Jan 11, 2016 às 3:21 PST

 

Só não deu para ir ao Cânion do Xingu, mas teve visita a cidade histórica, conheci artistas legais, visitei o Oceanário, brinquei em parque de diversões, curti muito a piscina do hotel (melhor hotel em que me hospedei na vida: Mercure Aracaju! *aplausos*)

Voltando de lá, só deu uns dois dias de respiro e já estava pegando o avião rumo à minha primeira viagem internacional *aplausos*.

Detalhe que meus planos iniciais eram para ir para Varsóvia. Fiz cálculos, pesquisei hostel, passagem aérea, o projeto estava uma coisa linda de meu Deus. Mas… Meus pais me gongaram. “Você nunca saiu do país, vai começar logo por um tão longe! Começa pela América do Sul!” Fazer a América Latina não estava nos meus planos iniciais, mas meus pais e alguns amigos acabaram me convencendo. Comprei a passagem para Santiago e me apaixonei!

Up! #nofilter #Santiago

Uma foto publicada por Evana Ribeiro (@evanaizabely) em Jan 15, 2016 às 11:43 PST

 

Tarde de domingo, vista do alto do Cerro Santa Lucía. #Santiago #nofilter #vacation

Uma foto publicada por Evana Ribeiro (@evanaizabely) em Jan 19, 2016 às 6:07 PST

 

Conheci pessoas incríveis lá, inclusive mantenho contato com um deles, o John, que é um ótimo fotógrafo, foi a melhor companhia que eu podia ter para subir o Cerro San Cristóbal e andar pelo Barrio Lastarria, que me inspirou a estudar Espanhol direito (se bem que dei uma regredida linda depois de ficar um tempo sem falar com ele, LOL), e que hoje é uma das pessoas que tenho como inspiração.

Não é massa quando a gente consegue levar uma pessoa da nossa viagem para a vida?

E sim, comi muito, bebi meia garrafa de vinho para conseguir dormir (e esqueci o nome do vinho quando cheguei ao supermercado #quevergonha), experimentei pisco, andei muito (bom para compensar o show de comilança que foi lá), entrei em todas as Dunkin’ Donuts que vi pela frente só para usar o wi-fi (aliás, o chocolate quente da DD do aeroporto de lá era tipo assim uma das coisas mais horrendas que já bebi…). E ainda teve dramalhão na volta: eu correndo no aeroporto em São Paulo para não perder o voo para Recife.

Com todas essas aventuras, mal tive tempo de descansar. Resultado: tive um colapso pouco tempo depois da volta ao trabalho. 😦 Foi a primeira de uma série de crises de ansiedade que acabaram me levando para a terapia. Francamente, começar a terapia foi uma das melhores decisões que tomei. Queria ter começado antes, teria me poupado de tanta coisinha desnecessária! Tem sido bom para superar limites que antes eu achava intransponíveis e me conhecer melhor.

No primeiro semestre, 90% da minha família faz aniversário, então teve muito bolo, muita festinha, muita coisa gostosa. Nessa brincadeira, engordei 2,5Kg dos 7 que tinha perdido no fim do ano passado. Mas estamos na luta para perder tudo de novo e manter a média boa para mim.

Também nesse semestre, dei um importante passo para o projeto Alemanha 2017, descobri que rumo quero dar para minha vida acadêmica (que anda super parada), fui parar diante das câmeras pela terceira vez, retomei a escrita, virei oficialmente aficionada por séries, me apaixonei por Mad Men (outra vez: EM QUE PLANETA EU ESTAVA QUE NÃO VI ESSA SÉRIE ANTES?), fiz um pequeno progresso no piano (consigo tocar a introdução dessa música aí embaixo).

Para quem está estudando sozinha, é um baita progresso. Mas estou procurando tempo para estudar com professor e tudo mais.

E pretendo fazer o mesmo com o violão, depois que descobri que estava conseguindo tocar uma parte dessa música.

Fiquei tão feliz que acho que vou voltar a ter aulas de violão! Missão: tocar E CANTAR ao mesmo tempo.

Nesse semestre li bem mais que no passado. Comprei muitos e-books, resolvi dar mais uma chance a Virginia Woolf e agora estou terminando Mrs. Dalloway.  Dois dos livros lidos até agora me impactaram um pouco mais: Solo, de César Camargo Mariano; e A arte de pedir, de Amanda Palmer. Coincidência ou não, dois músicos!

E para fechar o semestre, tive a decepção crushística do ano (espero que seja a única, porque olhe, esse da vez pegou O PIOR, P-I-O-R momento para avacalhar o sistema). Para ilustrar o momento, eu repostaria a música do Chico Pinheiro, mas achei uma que representa melhor:

O que espero de 2016.2? Primeiramente, ele também começará com uma viagem, o que é bem auspicioso. Segundamente, tem show do Aerosmith, cujo ingresso inclusive já comprei. E dias melhores virão em todos os sentidos, eu creio!