Aula de ballet

Cheguei para a aula de zumba quando o ballet das criancinhas tinha acabado de acabar. E eu adoro as criancinhas do ballet. Hoje, enquanto rolava reunião de mães das crianças do ballet, tinha duas delas perto de mim brincando de ser… a professora do ballet. MENINA 1 de collant, saiote e sapatilha rosa e MENINA 2, de collant e saiote preto, é sapatilha branca.

MENINA 1: Hoje eu vou ensinar você a fazer um pliê especial. Presta atenção, que você é a única que sabe, aí eu vou ensinar a você e as outras eu vou deixar pra lá.

(Foi assim mesmo!)

MENINA 2: Tá certo.

Menina 1 mostra como é o tal pliê -posiciona o pé e vai fazendo o movimento até a mão poder tocar o chão. Na primeira tentativa, menina 2 cai. E na segunda também.

Eu, só observando, resolvi entrar na brincadeira.

EU: Como é esse negócio de pliê, deixa eu ver se eu acerto. Só que eu tenho que tirar o sapato, que de tênis não dá.

Tirei o tênis e juro que o chulé não subiu. Coloquei o pé na primeira posição e olhei pra professora Menina 1.

EU: É assim, né?

MENINA 1: É.

E mandei brasa no pliê. Senti os músculos da coxa ‘queimando’. E levantei, depois de um ‘pliê especial’ muito bonitinho. Eis que Menina 2 diz:

MENINA 2: Ela foi a melhor porque ela é adulta.

E continuamos na aula de ballet de brincadeira até que deu a hora de eu ir ter aula de verdade.

Não de ballet, pelo menos por enquanto.

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Prato do dia: talharim de cenoura

Sábado passado fui comprar o presente de dia dos pais e aproveitei também para ir conhecer o Greenmix Mercado Saudável. Gente, que lugar maravilhoso! Eu faria minha feira ali facinho, pelo tanto de coisa gostosa e saudável que tem lá. Até uma padaria com artigos sem glúten tem por lá – provei o pão de mel e uma amostrinha do pão com manteiga ghee e posso dizer que não ficam em nada devendo aos pães “tradicionais”.  Gostoso de verdade. Comprei, entre outras coisas, uma caixinha de talharim de cenoura. Por curiosidade, já que nunca tinha comido nada parecido, só tinha ouvido falar do espaguete de abobrinha que também estava lá à venda, mas como ainda estou aprendendo a gostar de abobrinha, fomos de cenoura mesmo.

Hoje resolvi encarar o fogão, apesar da preguicinha, é prepar o talharim. Junto com ele, também ia testar fazer um pesto, que amo desde que provei uma salada de frango ao molho pesto no LaMole, no Rio (saudades!).

Para fazer o pesto, eu ainda precisava de nozes e manjericão. Fui na hora do almoço ao supermercado perto do trabalho e: não tinha nozes, nem manjericão. Próxima parada: lojinha de artigos naturais nas redondezas.

EU: Boa tarde. Tem nozes?

VENDEDORA: Tem não.

EU: Ok… Tem que castanha? (a essa hora eu estava já adaptando a receita para colocar qualquer nuts)

VENDEDORA: Tem esse mix (apontando para um pacotinho de mix de castanhas)

EU: Não, é que eu quero pra uma receita.

VENDEDORA: Tem castanha do Pará.

EU: Ok. Quanto é?

VENDEDORA: Cem gramas é quinze reais.

EU: É o que, menina? Né o quilo, não?

VENDEDORA: Não.

EU: Ok, vai… Cinquenta gramas.

Ela colocou os cinquenta gramas.

EU: Tem manjericão?

VENDEDORA: Tem não.

EU: Erva nenhuma?

VENDEDORA: Tem essa mistura de manjericão, alecrim…

EU: Beleza, beleza. Bota 50 gramas, por favor.

VENDEDORA: (botando as ervas na sacolinha) Tu faz receita, é?

EU: Tô testando, aí…

Acabei gastando 13 contos nessa brincadeirinha. Cheguei em casa, fui pra aula de dança e na volta, mão na massa – mas eu quase desisti…

Enfim, já tinha gasto energia pesquisando e comprando (E 13 reais…), fui fazer pra ver se acertava. Peguei a receita do talharim no site Casar não engorda, do pesto no site Tudo Gostoso. A parte do talharim deu bem certinho, já o pesto…

Não coloquei as castanhas.

Não usei sal.

Usei menos azeite do que o previsto.

Assim nasceu o “peste”, um pesto que falhou miseravelmente.

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Mas olhe, ficou gostoso que só! E esse foi o meu jantar, com uma receita fácil e super rapidinha. Muito orgulho de mim ❤

Não sou um ás na cozinha, na verdade eu a frequento muito pouco para outro fim que não seja comer o que mamãe fez; mas com a reeducação alimentar, essa é uma coisa que preciso mudar e melhorar minhas habilidades no fogão (sim, eu creio que tenho habilidades!)

Ao vencedor, as batatas (doces)

Voltando a compartilhar um pouco do meu meio esquecido processo de reeducação alimentar, o “bora ser fitness”, essas coisas. Sobre rotina de exercícios, firmei no pilates+zumba. Sinto uma vontadezinha de ir correr, principalmente quando ouço Silver and Flint ou A beautiful mine (é, o tema de abertura de Mad Men está na minha playlist de corrida), mas anda difícil de reinserir essa atividade na minha rotina por causa dos meus horários mesmo, e também com as chuvas que andam caindo…

Se bem que a chuva não é exatamente problema. Ontem voltei da zumba debaixo de toró porque esqueci o guarda-chuva em casa e estamos aí, bem vivas.

Enfim, em termos de atividade física estamos bem, obrigada. Em setembro, se Vênus me ajudar, virá alguém estarei de férias e vou libertar de novo a corredora de rua que há em mim. Por enquanto só tô liberando a Beyoncé interior mesmo.

A bronca é a comida, gente. Hoje mesmo minha mãe me joga na cara que não estou mais tão rígida quanto estava antes, isso porque peguei um pouco de sobremesa a mais (uma colher de sobremesa extra, avaliem). Estou comendo sobremesa todo dia, porque tem sobremesa em casa. Dia desses comi biscoito porque tinha logo ali, junto da minha mesa de trabalho, e comi umas frituras (e outras guloseimas) aí num evento do trabalho; mas ó, tudo na consciência.

O fato de ter comido essas coisas porque tive a oportunidade não quer dizer que eu tenha deixado absolutamente de comer frutas, legumes e as outras coisas naturais e saudáveis. Para ficar mais atenta ao que como e cortar possíveis ataques de culpa por ter comido um brownie, resolvi começar a anotar tudo o que como no meu bullet journal feito no Evernote – aliás, esse é meu segundo dia de bullet journal, acho que vou me dar bem com ele.

Eu já tinha começado as anotações no diário de papel, mas muitas vezes acabo esquecendo de anotar e aí bagunça tudo.

Comecei a registrar mesmo a partir do café da manhã de hoje, mas ontem mesmo, na hora do jantar, me peguei pensando no quanto meus gostos mudaram. Por exemplo, aprendi a apreciar raízes, como a batata doce.

Sempre gostei de batata inglesa: frita, assada, purê, com ervas, etc. Mas a tal da batata doce, só por ter doce no nome já me causava um impulso de rejeição. Depois que comecei a dieta, fui apresentada por uma então colega de trabalho às coxinhas fitness, de batata doce com frango. Provei uma e pronto, comecei a mudar meus conceitos sobre a tal da batata doce.

Eu já estava curtindo o inhame, depois incluí a batata doce, novo ingrediente fitness que me conquistou, às minhas preferências. Só não deu mesmo pra macaxeira (ou aipim, em algumas regiões do país): tentei, tentei e não rolou o amor. Pena…

Até agora, meu repertório de receitas com batata doce não está muito vasto. Só conheço a coxinha, o purê e, mais recentemente, o pão de batata doce, que eu peguei a receita com a professora de zumba mas ainda não testei. Pretendo fazê-lo em breve. E se alguém aí tiver uma receita fit (com batata doce) para compartilhar, pode chegar, estamos aí.

(E pronto, esse post foi só pra compartilhar mesmo o quanto um ódio injustificado pode virar amor, dependendo do tempo, das necessidades, da oportunidade…)

Um trem desgovernado chamado Eu

Eu costumava achar que Abril era um mês em que nada acontecia. Isso porque, quando fazia aquelas tradicionais retrospectivas de final de ano, eu não conseguia lembrar de nada relevante que tivesse acontecido no quarto mês do ano, além de foi Páscoa e enchi a cara de chocolate.

Nos últimos três anos as coisas mudaram muito nesse aspecto. Coisas importantes me aconteceram em Abril, mais para o bem do que para o mal (o que já quebra aquela ideia de inferno astral que a turmada astrologia diz que tem – se o meu existe, não é perto do meu aniversário). Mas nos últimos dias, eu me percebi perdendo o controle…

Não ando conseguindo meditar, minha prática anda meio furada. Aí teve aquele monte de emoções que andei represando até que chorei  no meio do musical na igreja  (tem trechos no YouTube, nem dá pra me ver chorando, ainda bem).

Musical Imensa Graça: http://www.youtube.com/playlist?list=PLRCHAAMsXXz3HOfcGzr6rWaZxBR2-qkO5

Acho que estou comendo mais do que devia também. Em uma tarde no shopping, foi batata frita, café  (curti, com calda de cereja), donut (não gostei, com muito açúcar) e brigadeiro Romeu e Julieta, apenas a melhor coisa já inventada. 

Café cereja
Diretamente do Café Donuts, no Costa Dourada

Para tentar tirar a culpa da jogada, fico me lembrando que estou jogando essas calorias fora no pilates e na zumba  (que inclusive merece um post só para ela), mas ainda assim, preciso segurar a onda porque, como num comercial da Polishop… Não é só isso! 


Caça aos ovos no trabalho. Pãezinhos  (integrais) na sexta-feira santa. Bolo Souza Leão. Lasanha. Só alegria…

Hoje o chocolate foi 70% cacau. O único ovo da casa, o primeiro que comprei sozinha na vida. Isso é um sinal de amadurecimento? Um dia desses eram dois ovos de Páscoa em casa; um só meu e um só da minha mãe  (não que fizesse muita diferença, já que todo mundo comia tudo junto mesmo, mas o meu geralmente vinha com brinquedos). Depois, passada a fase dos brinquedos, eram dois ovos iguais, que minha mãe comprava, plus o ovo que ganhava na escola e os chocolates que ganhava dos alunos – a época de maior fartura chocolateira. Semana passada liguei para minha mãe e avisei que ia comprar o ovo. O único da casa, dá e sobra para três adultos. 

Talvez um dia, como na vida tudo é cíclico, eu volte para a fase dos ovos com brinquedos. Ou não. Por enquanto, felizmente, dá para comprar os Shopkins separadamente.

Essa semana a gente tenta voltar à programação normal, pelo bem da alma – e do estômago. 

(E tô gostando de usar o aplicativo do WordPress! Acho que isso vai me dar o gás que precisava pra escrever mais frequentemente)

Evoluções da corrida

Há algumas semanas, comentei que tinha começado a correr, certo? Então, eu estava alternando os dias de treino ao ar livre com dias de fazer alguma série de exercícios no conforto do meu lar, copiando vídeos do YouTube… Esse era meu programa de atividades nas duas semanas de recesso do pilates. Tudo perfeito, até que… Dia 29 acordei lascada na gripe feat. virose feat. sei lá que djabo foi aquilo. Mas pegou meu pai no Natal, passou pra mim e agora tá agarrado na minha mãe.

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“Me dói todo o meu lindo corpo!” Foi mais ou menos assim que passei o réveillon.

Então fiquei os últimos dias do ano sem poder fazer nenhuma atividade física. E para acabar de completar, achei de comer um docinho e uns salgadinhos (a.k.a coxinha e bolinho de bacalhau). Juntou com um terço de taça flûte de espumante e pronto, já estava com um mal estar digno de ressaca. Batizei de “a ressaca mais rápida do oeste”, já que os sintomas apareceram cerca de meia hora depois da meia-noite. Aí parei com tudo, voltei à programação normal, fiz a crepioca apocalíptica e retomei as atividades normais!

Como faz cerca de três semanas que comecei, não fui correndo de cara, óbvio. Faço caminhada rápida e depois uma volta correndo num ritmo moderado.  E assim vamos… Voltei ao pilates e meu desempenho não caiu, continua o mesmo de antes da pausa. Ou seja, objetivo alcançado! =)

Quanto à balança, tudo igual a antes das festas. Objetivo alcançado (2).

Mas o legal mesmo (e que me motivou a escrever esse post) é que consegui fazer meu primeiro quilômetro só correndo! É para glorificar de pé! \o/

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Dos  6.5K de hoje, foram 2,5 correndo e o resto em caminhada rápida. E sem sentir desconforto. Vou aumentando o tempo de corrida aos poucos, sem forçar e espero daqui a alguns meses, já fazer 5K de corrida… Para não parar com a atividade, depois que eu voltar a trabalhar vou levar tênis e a roupinha na mochila, e correr em uma academia da cidade recém inaugurada pertinho do trabalho (taí, melhor obra que fizeram!)