Crushes musicais da semana #14

Na última semana estive muito no YouTube: ora fazendo vídeo (estou reativando o canal, vai ter vídeo uma vez por semana), ora assistindo a vídeos de vários assuntos. E acabei dando uma remexida numa lista meio abandonada por lá (por mim, pelo menos): a lista de vídeos que eu curti.

Não sei como é com você, querido/a leitor/a, mas quando eu gosto do vídeo, eu aperto o joinha só para que o criador do conteúdo veja, pela quantidade de reações, que ele é relevante. Esqueço (ou esquecia) completamente que existe uma playlist no YT direcionada a esses vídeos favoritos. Mas resolvi dar uma olhadinha e me foi bem surpreendente. Primeiro porque é uma espécie de registro do passado – a gente acaba encarando itens que lembram de histórias que não foram muito legais… O bom é que “revisitar” isso me fez perceber que os eventos de cinco, seis anos atrás, já não me afetam e que consegui, acima de tudo, me perdoar (isso é a maturidade chegando, Brasil!). Segundo porque tem coisas que são tão legais, que eu ainda gosto, e que por alguma razão ficaram esquecidas. Essa edição dos crushes musicais vai ser parcialmente composta dos esquecidinhos do YouTube, mas que encontraram ainda um lugar no meu coração.

Type – Living Colour

Numa época dourada, em que nossa única preocupação era assistir MTV com um caderninho na mão para anotar as músicas e artistas que eu gostava, apareceu o Living Colour. Além de gostar da música, esse também é um dos melhores clipes do mundo pra mim.

Joyful Souls – Marek Napiórkowski

Esse é um favorito mais recente, e também entra na categoria melhores clipes: essa é a faixa que encerra o álbum WAW/NYC, do Napiórkowski, e tem embalado meu tempo de escrita ultimamente. Sobre o clipe, o melhor dele é a aparição do Clarence Penn (baterista). Cara, crush imediato! ❤

Simple Pleasures – Basia

Semana passada falei da Basia no blog, né? E passei uma parte do tempo ouvindo todos os álbuns e tal, até que parei nessa música e ela me emocionou de uma forma diferente. Não sei se foi a TPM ou algo parecido, ou se é a época do ano que me deixa mais sensível, mas quando Simple Pleasures toca, eu preciso ficar quieta e só ouvir. Ela faz parte da minha lista de músicas para o dia dos namorados e, de tanto ouvi-la, acabei tirando de ouvido e tenho a ensaiado. Vai ter cover acústica no canal em breve. 😉

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Comentando: “Butterflies”, de Basia

Essa semana que passou foi de boas surpresas vindas de cantoras que admiro: primeiro, soube do lançamento de “A velha maluca”, single da Joyce Moreno. E também descobri, com alguns dias de atraso, é verdade, o lançamento de um álbum inédito da Basia: Butterflies veio a público no último dia 7 de maio.

Comparado com trabalhos anteriores da Basia, eu senti que Butterflies tem um ritmo mais suave, mais Soft jazz mesmo, em praticamente todas as faixas (talvez apenas a última, Pandora’s box, destoe um pouco). Percebi um tanto menos dos elementos latinos e de bossa nova que permearam os registros de estúdio dela em décadas anteriores – O último álbum foi “It’s that girl again”, de 2009.

Isso é ruim? Claro que não, mas não posso deixar de falar que estranhei um pouco no começo, como se estivesse faltando algo, sabe? Enfim, a melhor música da tracklist é Mateo, que talvez seja a mais próxima do que chamaria de “Basia raiz”. Em segundo lugar, elejo Like crazy e, em terceiro lugar no meu ranking, Where’s your pride.

Butterflies é um bom álbum, embora não seja o meu favorito. Perfeito para aquelas horas que a gente só quer uma música suave para relaxar.

Crushes musicais da semana #13

Acertei a contagem dessa série de posts! Daqui pra frente vou me esforçar para manter direitinho – material tem, viu?

Hoje vamos começar com um lançamento delicioso: A Velha Maluca, da minha diva Joyce Moreno. Ela tinha dado uma palinha da nova composição no canal da Leda Nagle, e agora temos a faixa completa, por felicidade dois dias depois do meu aniversário. Completei 30 anos e obviamente não estou nada velha, mas a gente em algum momento para pra pensar sobre os anos vindouros (queira Deus que eles venham pra mim, amém!) e se eu for uma velha maluca, vou achar ótimo, hahaha.

https://open.spotify.com/embed/track/49SfhC6EBV8c3xCbYouG77

Nunca curti muito a Magda Umer (o álbum do Grzegorz Turnau com ela é o que menos gosto da discografia dele), mas hoje ouvi uma música dela que gostei demais: Pa! – Role, parceria com Janusz Gajos (que não canta, mas fica interpretando uma tentativa de conversar com a mulher do outro lado da linha). Gostei de verdade, dá vontade de sair cantarolando o refrão: Parole, naprawde parole…! (Palavras, honestamente palavras – tradução livre by me ^-^)

https://open.spotify.com/embed/track/6Y7dxt7V4yflocCMtba32G

Fechando a trinca dessa semana, temos Anna Joanna, do conjunto Yugopolis com participação de outra diva deste blog: Dorota Miskiewicz. Já ligando os radares para eles, ou seja, vem mais post sobre Yugopolis por aí. 😉

https://open.spotify.com/embed/track/2LARtOutyrmPoBIFycZMuV

 

“Sturm der Liebe” em tópicos + se eu fosse roteirista

Muita coisa aconteceu desde o primeiro post sobre a novela que mais tenho acompanhado na atualidade (além dela, só “Orgulho e Paixão”) e resolvi fazer esse post para compartilhar minhas impressões:

O que estou gostando:

* Tina (Christin Balogh) me fez chorar nos capítulos em que ela descobre que David está morto. Eu não tinha me emocionado em nenhuma cena da novela até a exibição dos capítulos girando em torno do falso David e a descoberta da morte. Não por acaso, a atriz se tornou uma das minhas favoritas no mundo! ❤

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Tina rainha, o resto nadinha! (Foto do site oficial da novela)

* Mudei de ideia com relação a Jessica (Isabell Ege) e Valentina (Paulina Hobratschk). As duas para mim eram chatonildas que mereciam ser defenestradas da face da terra, mas o desenrolar da história me fez mudar de opinião. No caso da Jessica, mudei de ideia quando ela foi parar no hospital por causa do incêndio e agora, morando com os Sonnbichlers, ela está até engraçada! Já Valentina conquistou minha simpatia depois de se envolver com um grupo de teatro. Acho até que ela poderia se tornar a protagonista de uma próxima temporada, formando par com o Fabien (Lukas Schmidt). Dou valor! 🙂

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Foto: Focus.de

* Boris (Florian Frowein) continua sendo o melhor Saalfeld na minha opinião.

O que está chato:

* A trama de Paul (Sandro Kirtzel) e Romy (Desiree von Delft) com a repetição exaustiva de “All of me” já deu no saco. Arrumem um homem melhor pra essa menina, pela fé! Inclusive se eu fosse roteirista, deixava Paul cego mesmo para se tornar atleta paraolímpico.
* Alicia (Larissa Marolt) e suas idas e vindas entre dois embustes já deu o que tinha que dar. Eu sigo achando que entre Christof (Dieter Bach) e Viktor (Sebastian Fischer) ela deveria pegar Taifun e ir embora. Mas, daqui para o fim da temporada, ela acaba se acertando com um dos dois…
* A briguinha entre André (Joachim Lätsch) e Robert (Lorenzo Patané) saiu do engraçado para ficar irritante mesmo. E nesse caso, acho que sou team Robert, porque André ficou muito chato depois do casamento com Melli (Bojana Golenac). Mas caso ele não volte a ser chef no Fürstenhof, podia abrir um restaurante, para abrir mais possibilidades de trama. Acho que ia ficar bom.

Lamento a saída do Nils (Florian Stadler), vai fazer muita falta! E a saída da Charlotte (Mona Seefried), que foi uma das personagens que estava lá desde o começo. Os fãs mais antigos devem sentir muito mais do que eu…

E se eu fosse roteirista, além de deixar Paul cego, investir na abertura do restaurante do André (o que acho que vai acontecer de fato), e deixar Alicia feliz sozinha, faria outras coisas para a história seguir, por exemplo:

* Werner sofreria um acidente que o deixaria com a mobilidade temporariamente abalada;
* Uma fisioterapeuta chamada Astrud (olha aí, já dei até o nome!) chegaria ao Fürstenhof para cuidar de Werner. Jovem (aproximadamente 35 anos), dedicada e bem humorada, ela seria mais do que uma fisioterapeuta para ele, mas também uma amiga. Ele fica encantado pela moça e, uma vez recuperado do acidente, faz uma proposta para que ela fique definitivamente no Fürstenhof.
* Mas tem um problema: Astrud é casada e tem um filho pré adolescente, que vivem em Berlim. Elyas, marido dela, não vê com bons olhos a vinda dela para trabalhar no Fürstenhof e se recusa a acompanhá-la. Pior: ele tem ciúme da relação que Astrud tem com seus pacientes, e desconfia que ela tenha se interessado por Werner. Mesmo com todos os empecilhos impostos pelo marido, ela aceita a oferta de Werner devido à boa proposta financeira. E a consequência disso é que seu marido entra com um pedido de divórcio.
* Recém-separada e com as questões da guarda do filho para resolver – Elyas quer levar o garoto embora da Alemanha para a Turquia – a relação de Astrud com Werner consolida-se como uma bela amizade. E ele indica um advogado chamado Martin Weissmann para ajudá-la na luta pela guarda de seu filho. Adivinha o que acontece? Martin e Astrud se apaixonam! ❤
* Como tem de ter um triângulo amoroso, surge Veronika Mayer, advogada de Elyas (trazendo seu cliente a tiracolo) para apimentar a história. Ela e Martin foram colegas no passado, tiveram um relacionamento que não ficou muito bem resolvido, e ela aproveita a oportunidade para lutar para ficar novamente com Martin.

Cara, tô adorando essa história, acho que vou escrever como uma fanfic! E em alemão, pro negócio ficar mais emocionante! Aguardem! 😉

Uma agenda (um pouco) menos rígida

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Fonte: Pexels

Muita gente me considera uma pessoa organizada, e acredito que eu tenha mesmo essa tendência a ser organizada e planejadora. Mas por muito tempo, essa foi uma característica que não consegui enxergar em mim mesma, ou que não consegui manter em evidência por muito tempo, por causa de outra questão: a falta de persistência feat. excesso de perfeccionismo.

Sabe aquela pessoa que começava o ano letivo com uma agenda nova, linda e cheirosa; e muitas canetinhas coloridas, mas depois de algumas semanas, já achando a letra na agenda muito feia e tudo mais, acaba abandonando a dita agenda com centenas de páginas em branco? Pois é, eu tenho/tive – me desfiz de algumas – agendas com páginas em branco, que hoje fico tentando reaproveitar. Algumas eu preenchi com recadinhos de colegas do Ensino Médio. Outras? Quem sabe?

Hoje temos agendas no celular, e já faz algum tempo que deixei de comprar tantas coisas na papelaria. Os cadernos que comprei ou ganhei recentemente, fiz de diários, retomando o hábito de escrever à mão e sem freios (a letra continua não sendo essa coca cola toda), e aproveitei a facilidade que o smartphone me deu para ter minha agenda certinha e organizada, com todos os compromissos marcados. Não sei se deu muito certo…

Na primeira tentativa, eu percebi meus dias meio superlotados. Todo e qualquer compromisso ia para a agenda, até mesmo os mais simples, as coisas que já fazem parte da rotina (ou seja, que não preciso lembrar) e tal. Teve uma hora que acabei cansando, achando tudo aquilo muito engessado e deixei para lá. Fiquei um tempo me fiando apenas na minha cabeça para lembrar do que precisava ser feito. Até que percebi que estava deixando a peteca cair em muitos aspectos, e me achando ‘sem tempo’ para fazer as coisas.

Na verdade, não era que eu estivesse ‘sem tempo’, era ‘sem foco’ mesmo. E aí resolvi dar mais uma chance para a agenda eletrônica.

Como estou trabalhando com ela agora?

Não estou enfiando tudo o que eu faço na agenda, até porque eu a uso para enviar lembretes do que preciso fazer durante o dia. E não preciso do celular apitando para me lembrar da aula de pilates na segunda-feira às 17:00, porque depois de cinco anos fazendo a mesma coisa, estranho é *não* fazer! Idem para os ensaios, e outras coisas que já são muito rotineiras. Preciso dela para coisas mais pontuais, ou para hábitos que preciso controlar, por exemplo:

* Usei a agenda para marcar o início e o término do EvaWriMo, que rendeu o “A Casa de Chá”;
* Marquei lá os dias para produzir conteúdo para o blog e para o Medium;
* E também marquei os dias para acessar o Interpals. Estava entrando lá todo dia, várias vezes num mesmo dia e não estava sendo muito produtivo. Como é um hábito que preciso limitar, vai para a agenda;
* Ainda não coloquei lá, mas certamente vai entrar o horário da caminhada, uma vez que é um hábito que preciso reestabelecer.

Essa organização tem dois objetivos para mim:

1) Organizar uma rotina de estudos, que tem feito falta;
2) Controlar a ansiedade.

Faz apenas uma semana que comecei essas mudancinhas, mas já tem feito uma diferença boa no meu estilo de vida. Consegui voltar a concentrar na leitura de artigos, fazer fichamentos, estou escrevendo devagar e sempre o meu projeto de pesquisa, vou dormir cedo, acordo direito, estou dando conta de estudar os idiomas do meu interesse atual e até sobra um tempinho para botar os capítulos de Sturm der Liebe em dia!

Estou também tentando ser menos rígida com algumas coisas. Por exemplo, eu tinha reservado dias específicos para assistir a filmes e séries, mas isso não deu muito certo. Agora eu escolho o que estou com vontade de ver no dia, sem pressa e sem ficar me cobrando (afinal, cobrança pra que mesmo, pessoal?)

E, por fim, tem me ajudado muito uma ferramenta que aprendi no processo de coaching, para analisar o que é importante, não importante, urgente, não urgente. Estabelecer prioridades, delegar e até excluir coisas que não tenham importância naquele momento. Assim a rotina certamente ficará melhor. 🙂

Se você que está lendo está tentando se organizar, espero que esse post traga alguma iluminação. E se quiser compartilhar sua experiência com gerenciamento do tempo, os comentários estão abertos! 😉

Álbum (musical) da Copa: Grupo H

Finalmente, o último grupo de países participantes da Copa!

Terra da Shakira, a Colômbia também tem outras cantoras bem sucedidas, como a Marbelle.

https://open.spotify.com/embed/track/3YUYeTIU9JL9GCkszcoWrn

Se você estiver na fossa, escute “Yo también soy sentimental” e chore.
Adorei o baixo dessa música, a propósito.

 

O Japão deu para a gente os animes, as músicas de animes, programas de TV meio puxados na bizarrice (como esquecer o programa que ensinava frases em inglês como ‘I have a bad case of diahrrea’ com aeróbica?), mas também tem música indie super lindinha!

https://open.spotify.com/embed/track/4Yb8uZuHsPQkDOtebwVBa3

 

Tão difícil pra mim quanto escolher uma música do Brasil é escolher uma música da Polônia para figurar na lista, porque tem muita, muita coisa que eu gosto mesmo. Mas depois de muito pensar, resolvi pegar a música Gaj, do Marek Grechuta em regravação da banda Raz Dwa Trzy (e que também foi gravada pelo Grzegorz Turnau, no álbum Historia Pewna Pownoci)

 

Do Senegal, descobri o Youssou N’Dour: além de músico dos bons, N’Dour também é ator, empresário e político! Foi ministro do turismo no Senegal entre Abril de 2012 e Setembro de 2013.

https://open.spotify.com/embed/track/1KRTCFeX1eTxgnBw2EzTbq

 

Enquanto escrevia essa série de posts, me ocorreu uma ideiazinha: a Copa ainda não começou, e cada um desses países tem muito a nos mostrar musicalmente. Foi muito legal sair da minha zona de conforto (que consiste em Brasil, EUA, Inglaterra, Alemanha e Polônia, basicamente) e ir atrás de outros músicos. Então a pesquisa continua. À medida que a competição for avançando, vou fazer novos posts do “Álbum Musical da Copa” indicando mais músicas dos países que forem para as oitavas, quartas de final, semifinal, final e um especial com a campeã.

Ah, e se você é morador(a) de um dos países que está nos grupos e tem música para indicar, fique super à vontade nos comentários e também nas DMs do Twitter (@evanaribeiro) ou do Instagram (@evanaizabely)

E que comecem os jogos!!

 

Álbum (musical) da Copa: Grupo G

A Bélgica tem entre seus músicos uma cantora que eu achei muito bacana, a Axelle Red.

https://open.spotify.com/embed/track/1IfYvDd6uv50zdEFSANX1S

Olha aí, quando eu tiver numas de treinar o francês cantando, vamos de Axelle Red agora! 😉

 

Para a Inglaterra aqui no post, também fiquei meio na dúvida, e acabei indo de britpop. E dentre as britpop bands, escolhi o Blur.

https://open.spotify.com/embed/track/1IfYvDd6uv50zdEFSANX1S

 

Erika Ender é do Panamá, mas também tem ascendência brasileira e é mais conhecida por ser coautora de

“Des-pa-cito…”

hahah

https://open.spotify.com/embed/track/3VJo1IUS2gHQUUMpTlVT9J

Eu não conhecia as músicas dela, confesso, mas adorei a voz e recomendo para todo mundo que gosta de música latina. Ela arrasa muito, hein?

Latifa representa a Tunísia. Além de cantora, também é atriz.

https://open.spotify.com/embed/track/0bgw5lBXwtiER1qIYnKlu3

 

(e não tem como ouvir uma música nesse estilo sem lembrar das novelas da Glória Perez… se rolar outra novela em uma cultura diferente, a dica de trilha está aí!)